«As prioridades das áreas de Pessoas para os próximos dois anos, na minha opinião, deverão estar relacionadas com: (1) o apoio na adopção da inteligência artificial partir das empresas, antecipando o impacto que o ritmo e direcção destas implementações terão na estrutura e, (2) assegurar que os líderes futuros tenham condições para serem bem-sucedidos, equipando-os com as ferramentas necessárias para equilibrarem uma liderança centrada nas pessoas com o conforto na adopção da tecnologia.
Os resultados da 66.ª edição do Barómetro Human Resources vieram, de certa forma, corroborar estas prioridades, uma vez que a “inteligência artificial e digitalização”, ou a “liderança e gestão da mudança” são áreas percepcionadas com estando menos bem preparadas para o futuro.
Por outro lado, de forma transversal, fica evidente que a maior parte dos respondentes assume ainda não estar numa fase avançada de implementação de processos transformacionais na Gestão de Pessoas ou na gestão do trabalho ou carreiras. Acredito que o investimento em competências de gestão da mudança terá retorno interessante no futuro próximo.»
Este testemunho foi publicado na edição de Agosto (nº. 188) da Human Resources, no âmbito do seu LXVI Barómetro.
Disponível nas bancas e online, na versão em papel e na versão digital

















