Por que querem os portugueses mudar de emprego?

Ana Rita Rebelo
18 de Abril 2019 | 08:25
Por que querem os portugueses mudar de emprego?

Segundo a recrutadora Michael Page, o desenvolvimento de novas competências, melhores salários e a evolução na carreira são as principais razões apontadas pelos portugueses que querem mudar de trabalho. Conheça as restantes conclusões do estudo.

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De acordo com os resultados do Índice de Confiança Laboral, relativos ao primeiro trimestre do ano, «mais de metade dos inquiridos portugueses aponta o desenvolvimento de novas competências como a principal razão para uma mudança de trabalho (54%), enquanto 34% procura uma melhor condição salarial e 30% pretende uma evolução na carreira».

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O estudo, que, em Portugal, tem por base as candidaturas a ofertas de emprego no website da Michael Page (603), registou um aumento de um ponto percentual, para 56%, ficando um ponto abaixo da média europeia. «Os indicadores de confiança laboral mostram o dinamismo do mercado português e o crescente optimismo dos trabalhadores no futuro laboral e na economia», sublinha Álvaro Fernández, director-geral da consultora no País.

A provar isso mesmo,  50% dos profissionais portugueses considera a situação económica e laboral positiva, o que demonstra um clima de optimismo (58%).

Quanto aos objectivos, 69% sente-se confiante sobre o desenvolvimento de novas competências, enquanto 61% espera vir a executar novas funções e 55% uma promoção.

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No que diz respeito à mudança de emprego, 57% dos candidatos acredita que irá encontrar um trabalho nos próximos três meses e, acima da média europeia, 63% acredita que o mercado de trabalho irá melhorar nos próximos seis meses.

O estudo aponta ainda que 55% considera vir a aceitar trabalhos temporários. A possibilidade de enriquecer as competências e experiência (60%),  trabalhar com empresas diferentes e executar novas funções (44%) estão entre os principais motivos. Do lado oposto (45%), as razões prendem-se com a «falta de estabilidade financeira» (68%) e o «fraco desenvolvimento de competências» (41%).

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