Por que razão chegam tão poucas mulheres aos Conselhos de Administração?

Flávia Brito
19 de Outubro 2016 | 15:28

Um novo estudo revelou que, apesar dos progressos na igualdade de género, parece existir uma quota implícita nas mulheres que ocupam posições seniores em grandes empresas.

Por Matt Palmquist

 

A percentagem de mulheres em posições de topo de empresas S&P 1500 aumentou ligeiramente nas últimas duas décadas – de 1,6% em 1992 para 8,7% em 2011. Em 2011, apenas 3,7% dos cargos de CEO foram preenchidos por mulheres. Desde então, o número estagnou.

Se a discriminação contra as mulheres que trabalham diminuiu nas últimas décadas e muitos mitos sobre a capacidade de equilibrar família e carreira foram desacreditados, por que razão não chegam mais mulheres às fileiras de topo das grandes empresas? E a presença de algumas, mesmo que poucas, CEO não deveria levar a um efeito de reforço, levando mais colegas a juntarem-se a elas nos comités executivos?

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Um novo estudo oferece uma resposta esclarecedora, ainda que desencorajante, a estas perguntas. As mulheres na gestão sénior de empresas de topo parecem estar a esbarrar numa quota implícita. E a presença de uma mulher no cume de uma organização na realidade reduz as hipóteses de outras mulheres se juntarem a ela.

Leia o artigo na íntegra na edição de Outubro da Human Resources.

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