No primeiro lugar do ranking – que inclui instituições de 118 países e territórios (Incluindo 19 IES portuguesas) – ficou a Universidade de Oxford (Reino Unido), pelo 11.º ano consecutivo.
O ranking do Times Higher Education avaliou 17 indicadores de desempenho, de cinco grandes pilares: Ensino (Teaching), Ambiente de Investigação (Research Environment), Qualidade da Investigação (Research Quality), Perspectiva Internacional (International Outlook) e Indústria (Industry).
A Universidade de Coimbra (UC) conseguiu as mais altas pontuações de que há registo em três dos cinco pilares – Ambiente de Investigação (43,4), Qualidade da Investigação (64,8) e Indústria (83,1) – e a segunda mais alta noutro deles – Ensino (33,2).
Ao todo, 19 instituições de ensino superior portuguesas foram avaliadas formalmente com faixas de classificação na edição de 2027, sendo que 18 figuram dentro do limiar das 2000 melhores:
- Universidade de Lisboa (376–400): Sobe do grupo 401–500 e é a instituição portuguesa mais bem classificada. Destaca-se no pilar de ligação à indústria (Industry, 76,5 pontos) e na qualidade da investigação (Research Quality, 67,5 pontos).
- Universidade de Coimbra (401–450): Melhora face à faixa 401–500 de 2026, registando uma pontuação de 83,1 na transferência de conhecimento para o sector produtivo (Industry).
- Universidade do Porto (401–450): Acompanha Coimbra ao progredir do bloco 401–500, reforçada pelos 69,7 pontos no indicador de qualidade científica.
- Universidade NOVA de Lisboa (501–550): Avança do intervalo 501–600, sustentada pelo perfil cosmopolita e internacional (International Outlook, 62,3 pontos).
- Universidade do Minho (601–650): Sobe face ao lote alargado 601–800 e bate o recorde nacional no pilar Industry, atingindo uns expressivos 87,2 pontos.
- ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa (651–700): Especifica a sua posição no terço superior do intervalo anterior (601–800).
- Universidade de Aveiro (701–800): Fixa-se na segunda metade da faixa 601–800 onde figurava no ano passado.
- Universidade da Beira Interior (701–800): Também no intervalo 701–800, a academia da Covilhã alcança a pontuação mais alta de todo o país na qualidade de investigação (Research Quality), com impressionantes 76,3 pontos.
- Universidade Católica Portuguesa (801–1000): Mantém a sua posição estável dentro do top 1000 mundial.
- Universidade do Algarve (1001–1200): Mantém-se firme no mesmo patamar da edição anterior, com 60,8 pontos na componente de internacionalização.
- Universidade dos Açores (1001–1200): Depois de constar em 2026 apenas com estatuto Reporter (sem dados/posição atribuída), entra para a faixa 1001–1200 com 63,2 pontos em qualidade de investigação.
- Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (1201–1400): Dá um salto positivo, saindo do grupo 1201–1500.
- Universidade de Évora (1401–1600): Regista um ligeiro recuo face ao grupo 1201–1500 do ano anterior.
- Universidade Lusófona (1401–1600): Progride do patamar de cauda 1501+ para o escalão 1401–1600.
- Egas Moniz – Cooperativa de Ensino Superior (1401–1600): Estreia-se na tabela já com classificação atribuída neste escalão, evidenciando 48,6 pontos em qualidade científica.
- Instituto Politécnico de Viana do Castelo (1601–1800): Conquista presença sólida dentro das 1800 melhores do mundo.
- Instituto Politécnico do Porto (1601–1800): Iguala o patamar do IPVC, com 40,1 pontos em qualidade de investigação.
- University of Leiria and Oeste (1801–2000): O Politécnico de Leiria fecha o grupo das 18 instituições lusas presentes no top 2000 global.
(Nota: Fora deste grupo dos 2000 primeiros lugares, o Instituto Politécnico de Setúbal figura na faixa 2001+).

















