O briefing em “Design” desafiava as duplas criativas a desenhar uma identidade visual flexível e uma instalação para a Re:wild promover em eventos ao vivo, como festivais de música. O objectivo principal passava por “tirar a natureza do papel de mero cenário”, transformando-a em “atração principal” e, assim, inspirar o público a juntar-se ao movimento de conservação.
Alexandre Sousa e Bárbara Fontone responderam com o projecto “stand by the wild”, que propõe a criação de uma experiência composta por “sky dancers” (bonecos insufláveis dançantes” que representam espécies reais em vias de extinção.
A instalação proposta contraria as estruturas estáticas habitualmente utilizadas nos eventos de grande dimensão, recorrendo ainda a um elemento natural e invisível: o ar. Ao dar forma física a espécies em perigo através do movimento gerado pelo ar, a dupla criativa transformou uma força invisível numa presença visual impactante, “tornando visível o que está a desaparecer”. Ainda na competição Young, destaque para a dupla Beatriz Pinto e João Chicau que passou a shortlist em filme.
Os Young Lions desafiam equipas de profissionais com menos de 30 anos a responderem, em apenas 24 horas, a um briefing lançado por uma organização sem fins lucrativos, sendo os trabalhos avaliados pelos mesmos critérios de criatividade, estratégia e execução que caracterizam os Cannes Lions.














