Portugueses de Sucesso: Uma aventura que se tem de ir vivendo

 

Nunca pensou ser expatriado mas esta é já a terceira vez que Francisco Nogueira está a viver fora do país. Para o director-geral da Nespresso Reino Unido e Irlanda, o segredo é não ir com expectativas nem preconceitos, e viver a aventura.

 

Por Ana Leonor Martins

 

Quando Francisco Nogueira foi convidado para assumir a direcção geral da Nespresso no Reino Unido e Irlanda, estava perto de completar três anos à frente da Nespresso Portugal. Conta que «o convite foi uma surpresa, especialmente o destino. Aceitei o desafio porque este país é uma referência em termos de inovação e novas tendências, cultura e diversidade», salienta. E o balanço não podia ser mais positivo. «É um mercado grande e muito dinâmico, onde todas as grandes marcas querem ter uma presença forte. Temos vindo a contribuir para desenvolver a cultura do café expresso de elevada qualidade, num mercado em que o chá tem uma herança histórica muito forte e o café solúvel uma presença bastante acentuada», lembra.

Francisco Nogueira partilha que «a integração ao país, cultura e equipa local correu muito bem», mas ressalva que «a realidade cultural, os hábitos dos consumidores e a presença da marca são distintos, o que requer que haja tempo para perceber a melhor forma de abordar as pessoas, as dinâmicas de equipa e o desafio da marca. As diferenças de consumo tornam o desafio da marca bastante atractivo e são claramente motivadores para quem está a abraçar um desafio fora do seu país», partilha.

Neste contexto de rápida evolução, o papel do director-geral é «perceber o dinamismo do mercado e promover uma cultura ágil e focada no consumidor», destaca o próprio, concretizando: «É necessário criar as condições necessárias para as pessoas poderem fazer a diferença e desenvolverem-se ao mesmo tempo. Isto torna-se ainda mais relevante, porque em três anos duplicámos os colaboradores, passando de cerca de 400 para 800, espalhados por mais de 40 localizações. A maior dimensão do país e o facto de ter responsabilidade por diferentes países torna tudo ainda mais interessante, uma vez que há que adaptar a estratégia para garantir que somos relevantes localmente.»

Leia o artigo na íntegra na edição de Outubro da Human Resources Portugal.

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