Práticas de inclusão destas instituições de ensino foram distinguidas pelo IEFP

Human Resources
25 de Julho 2025 | 16:40

Em reconhecimento da promoção da inclusão e diversidade no ambiente de trabalho, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) atribuiu à EIA, entidade detentora da Atlântica – Instituto Universitário e da ESSATLA – Escola Superior de Saúde Atlântica, a Marca Entidade Empregadora Inclusiva 2025.

Actualmente, a Atlântica e a ESSATLA integram três colaboradores com deficiência, que beneficiam de progressão profissional assegurada em igualdade de oportunidades, apoiando ainda a transição de jovens com deficiência para o mercado de trabalho, através de programas próprios e de estágios profissionais apoiados pelo IEFP.

De forma a garantir a acessibilidade plena, horários e espaços sofreram alterações que visam remover obstáculos físicos e funcionais no campus, situado na Fábrica da Pólvora de Barcarena (Oeiras). A pensar nos colaboradores com incapacidade motora e visual, foi também implementado o teletrabalho, assim como softwares de leitura de ecrã para pessoas colaboradoras com deficiências visuais. O objectivo passa por assegurar o vínculo laboral e a produtividade.

O reconhecimento atribuído pelo IEFP é também o reflexo do impacto do trabalho desenvolvido pela EIA no ecossistema social e educativo, nomeadamente a participação em quatro projectos europeus de referência na área da inclusão. Destaque para o i-HETP (Inclusive Higher Education Training Program), assente na capacitação de docentes para a inclusão no ensino superior, através de formação técnica e pedagógica específica. Além de liderar o desenvolvimento do currículo, a Atlântica disponibilizou junto de todos os colaboradores as ferramentas do programa, que foi concluído, inclusivamente, por membros da direcção executiva.

Wonder Women Works, um projecto de empreendedorismo orientado para mulheres com deficiência, Diverse Courses, um programa de promoção da diversidade na formação de adultos, e InCASA, uma iniciativa que pretende tornar os Caminhos de Santiago mais acessíveis a peregrinos com deficiência, são exemplos adicionais da importância da capacitação e do trabalho de investigação para obter resultados que fazem a diferença. Para tal contribuem, ainda, as parcerias com organizações sociais e instituições públicas na implementação de acções de sensibilização e integração de pessoas em situação de vulnerabilidade, assim como a participação activa em redes locais estratégicas.

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Para Natália Espírito Santo, directora-geral da EIA, «esta distinção é o reconhecimento de um trabalho de equipa que coloca a dignidade humana no centro. A nossa missão educativa só faz sentido se for inclusiva, queremos que cada pessoa se sinta valorizada e capacitada para contribuir com o seu talento único.»

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