Privado contribuiu mais do que o público para aumento do emprego no segundo trimestre

Human Resources com Lusa
24 de Agosto 2021 | 16:20
Privado contribuiu mais do que o público para aumento do emprego no segundo trimestre

O Governo afirmou hoje que o sector privado contribuiu mais que o público para o aumento da população empregada no segundo trimestre deste ano face ao trimestre homólogo de 2020, registando uma subida de 3,7%.

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«O contributo do emprego público (sector da administração pública e defesa; segurança social obrigatória) para o aumento total de 208,9 mil pessoas foi de 49 mil pessoas. Ou seja, considerando apenas o sector privado, o aumento da população empregada foi de 159,6 mil pessoas», lê-se numa nota conjunta emitida pelos ministérios do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, da Economia e da Transição Digital e da Modernização do Estado e da Administração Pública.

Segundo acrescenta, «tal significa que, considerando apenas o sector privado, o aumento da população empregada foi de 3,7% no período em análise».

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De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), entre o segundo trimestre de 2020 e o mesmo período de 2021, o aumento da população empregada foi de 4,5%, o que representa 208,9 mil pessoas.

No passado sábado, o Dinheiro Vivo escreveu que «este aumento de 209 mil empregos corresponde a uma subida de 4,5%, a maior destes novos registos do INE, que remontam a 2011 e 2012», e «só foi possível porque o emprego estritamente público foi o que mais contribuiu para a expansão do emprego total neste período em análise».

Na nota hoje divulgada, o executivo liderado por António Costa sustenta, contudo, que esta evolução reflete «o aumento do emprego em todos os sectores».

«O Governo reitera que a evolução do emprego registada no segundo trimestre de 2021, em que se atingiu a população empregada mais elevada desde 2011, mostra a capacidade colectiva de resposta à crise provocada pela pandemia COVID-19 e é um sinal de vitalidade da economia», lê-se no comunicado.

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Em termos homólogos, precisa, os sectores em que se verificaram maiores aumentos relativos foram o sector das actividades financeiras e de seguros (+38%) e das actividades de informação e comunicação (+27,5%), sectores cuja variação do emprego corresponde, no cômputo geral, a 35,7% do crescimento agregado do emprego observado entre o segundo trimestre de 2020 e o mesmo período de 2021.

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