Programa da Fundação La Caixa criou mais de 1300 postos de trabalho o ano passado

Human Resources com Lusa
18 de Fevereiro 2021 | 11:55

O programa “Incorpora” da Fundação La Caixa, que foi reforçado devido à pandemia COVID-19, criou 1333 postos de trabalho para pessoas vulneráveis em Portugal no ano passado, com 508 empresas envolvidas, anunciou hoje a fundação.

 

«Grande parte das contratações teve lugar em plena pandemia COVID-19. Devido ao fecho de inúmeras empresas, especialmente dos sectores da restauração e do turismo, o programa adaptou-se para aproveitar as oportunidades que surgiram em outros sectores, como, por exemplo, no das limpezas de hospitais, higienização, assistência a pessoas idosas em lares ou ao domicílio, escolas e refeitórios, entre outros», destacou em comunicado a fundação.

O programa “Incorpora”, que conta com a colaboração do BPI e do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), para dar «uma resposta rápida e eficaz à crise provocada pela COVID-19», estendeu a sua rede a todo o território continental, passando de 44 para 58 entidades colaboradoras e 113 técnicos que trabalham em rede.

A Fundação La Caixa sublinhou que «neste contexto, as medidas de incentivo e apoio à contratação promovidas pelo IEFP junto das empresas foram especialmente oportunas e importantes para os beneficiários do programa», que tem como objectivo promover a contratação de pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade.

Continue a ler após a publicidade

Além disso, assinalou, «também proporciona às empresas que ofereçam oportunidades de emprego um instrumento para o desenvolvimento da sua responsabilidade social, apoiando-as ainda na identificação de incentivos públicos a que possam ter acesso em função do perfil dos beneficiários».

O programa Incorpora visa promover a contratação, por parte das empresas portuguesas, de pessoas em risco ou situação de exclusão. Este critério abrange, nomeadamente, jovens NEET (que não estão a trabalhar, nem a estudar ou frequentar qualquer tipo de formação), desempregados de longa duração, com mais de 45 anos, ex-reclusos, ex-toxicodependentes, vítimas de violência doméstica e pessoas com deficiência ou incapacidade e que, em termos gerais, não têm grandes qualificações ou habilitações.

«Porém, devido ao aumento do desemprego que atingiu inúmeros setores da economia em virtude da COVOD-19, o programa tem acompanhado e prestado assistência a beneficiários em situação de vulnerabilidade com qualificações superiores e elevada experiência profissional, sendo necessário procurar ofertas laborais que se adaptem a estes novos públicos», concluiu.

Continue a ler após a publicidade
Partilhar


Mais Notícias