O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, anunciou que o Programa Apoiar, que apoia os sectores mais afectados pela pandemia, já ajudou 41 mil micro e pequenas empresas com um valor total de apoios aprovados de 375 milhões de euros a fundo perdido.
O programa mantém-se para empresas com quebra homóloga de facturação superior a 25% em 2020 para apoiar a manutenção de postos de trabalho e não distribuição de lucros.
O governante referiu que foram tomadas três decisões neste caso. «Vamos acelerar o programa, tendo já sido pagos 170 milhões de euros da primeira tranche e, embora a segunda devesse ser paga mais tarde, vamos fazê-lo antecipadamente; vamos reforçar os montantes, aumentando os limites por empresa, estendendo a compensação relativamente às quebras de facturação pelo quarto trimestre de 2020» .
Para as microempresas o apoio sobe para 10 mil euros. Adicionalmente, terão direito a um apoio extra de 2500 euros já para os primeiros três meses deste ano.
As pequenas empresas podem receber até 55 mil euros a que se somam 13700 euros para este período de confinamento. As médias empresas poderão ter um apoio máximo de 135 mil euros em 2020. Vão receber ainda 33 750 mil euros para compensar as quebras sofridas no confinamento.
E acrescentou, «vamos também pagar um apoio extraordinário, majorando este apoio anterior para estar já a compensar, por antecipação, os custos fixos das empresas que tenham natureza não salarial durante o período de confinamento;
«Para todas estas modificações, vamos abrir as candidaturas já a partir da próxima semana e começar a efectuar os pagamentos também de imediato», concluiu Pedro Siza Vieira.














