O Programa UPskill – Digital Skills & Jobs, uma iniciativa que resultou de uma parceria entre a APDC, o Estado e a Academia, anuncia a sua segunda edição.
Após uma fase de identificação, pelas empresas já envolvidas, das suas necessidades de talento qualificado em TIC – Tecnologias de Informação e Comunicação, inicia-se agora o processo de candidaturas para todas as pessoas que queiram apostar na sua requalificação, numa área determinante para o crescimento económico.
Aumentar o número de vagas em áreas como a programação, redes e gestão de plataformas e serviços é a ambição traçada para a segunda edição do UPskill. O programa que une APDC, Estado e Academia na requalificação de pessoas para as Tecnologias de Informação e Comunicação, tem como meta assegurar a contratação de 80% dos seus formandos, com uma remuneração, que incluindo subsídio de alimentação, deverá atingir os 1200 euros mensais.
Depois da sua primeira edição iniciada em Setembro de 2020, que registou mais de 5000 candidaturas, 18 empresas associadas e a criação de 25 turmas iniciadas com 430 formandos, em 17 locais diferentes, o programa UPskill regressa com redobrada ambição para esta sua segunda edição.
Formar e requalificar pessoas em situação de desemprego ou de subemprego (à data da inscrição), abrindo portas à empregabilidade por parte das empresas envolvidas, foi uma das primeiras medidas definidas pelo projecto, que consta do Plano de Ação para a Transição Digital, de modo a atenuar a escassez de talento digital nacional e a crescente demanda por estas qualificações
As acções de formação do UPskill, que têm, tipicamente, a duração de seis meses em ambiente académico, seguidos de três meses em ambiente empresarial, atribuem ainda uma bolsa – durante o período de formação teórica. É paga através de fundos disponibilizados pelo IEFP e, durante a formação prática, paga pelas empresas. Tem o valor do salário mínimo nacional, de forma a assegurar disponibilidade total dos formandos, face às exigências da formação.
O programa UPskill funciona com a conjugação das vontades das várias entidades envolvidas, estando a cargo da APDC reunir as empresas integradas no programa, com o financiamento das formações por parte do Estado , através do IEFP, IP, e com a formação e requalificação pelas mãos da Academia, no imediato, através do CCISP – Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, ao qual se juntou, o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, estando no entanto o programa aberto à participação de outras Instituições de Ensino superior.
As candidaturas para as acções de formação já abriram, prevendo-se que as primeiras turmas iniciem a sua actividade já na última quinzena do próximo mês de Novembro.














