A secretária-geral da CGTP-IN disse que a proposta de Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), que será votada em 29 de Novembro, ainda pode ser alterada, salientando que «o Governo vai continuar a funcionar».
«As instituições têm de continuar a funcionar, a Assembleia da República ainda funcionará durante algum tempo, e este Orçamento do Estado que vai ser votado ainda pode ser alterado, de forma que dê (…) uma resposta efectiva às necessidades dos trabalhadores e do país», afirmou aos jornalistas Isabel Camarinha em Lisboa.
A dirigente sindical falava à margem de um protesto da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP-IN).
«Sejam da Administração Pública, sejam do sector privado, há uma desvalorização das carreiras e das profissões. Há uma compactação das tabelas salariais que faz com que trabalhadores com muitos anos de trabalho estejam a ver o seu salário aproximar-se de um salário mínimo. (…) Daí a nossa proposta, de em 2024 haver 15% de aumento salarial, com pelo menos 150 euros para todos os trabalhadores, e que o salário mínimo aumente para 910 euros em Janeiro e durante o ano de 2024 para os 1000 euros», defendeu.














