O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pagou mais 42 milhões de euros aos seus beneficiários na última semana, com o total a ascender agora a 10.894 milhões de euros, e aprovou 261 candidaturas, foi anunciado.
De acordo com o último relatório de monitorização, este total representa 49% do valor contratado e 50% do aprovado.
A liderar estão as empresas, com 3.903 milhões de euros recebidos.
Destacam-se também as entidades públicas (2.211 milhões de euros), as autarquias e áreas metropolitanas (1.590 milhões de euros) e as empresas públicas (1.168 milhões de euros).
Seguem-se as escolas (610 milhões de euros), as instituições do ensino superior (456 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (355 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (307 milhões de euros) e, por último, as famílias (293 milhões de euros).
Por sua vez, as aprovações de projectos estão em 22.088 milhões de euros, o que representa 101% do valor contratado.
Com os maiores montantes aprovados aparecem as empresas (7.248 milhões de euros), as entidades públicas (4.971 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (4.650 milhões de euros).
Depois surgem as empresas públicas (2.780 milhões de euros), as instituições do ensino superior (997 milhões de euros), as escolas (986 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (853 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (749 milhões de euros) e as famílias (368 milhões de euros).
Até esta quarta-feira, o PRR recebeu 421.643 candidaturas, sendo que 373.706 foram analisadas.
Já as candidaturas aprovadas fixaram-se em 285.774, mais 261.
A Comissão Europeia aprovou o oitavo pedido de pagamento do PRR, no valor de 1.100 milhões de euros.
Deste montante, explicou o executivo comunitário em comunicado, 828,8 milhões de euros são subvenções e 286 milhões de euros são empréstimos, ao abrigo do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, a peça central do NextGenerationEU.
A Comissão considerou que Portugal cumpriu satisfatoriamente os 20 marcos e 14 metas que tinham sido definidos no âmbito do PRR.
O ministro da Economia e Coesão Territorial, Castro Almeida, considerou, em comunicado, que a aprovação do oitavo pagamento «reforça o progresso sólido de Portugal na implementação de reformas e investimentos».














