Os pagamentos aos beneficiários do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) ultrapassaram os 9.000 milhões de euros até à passada quarta-feira, o que equivale a 40% da dotação, foi anunciado.
O total de pagamentos está agora em 9.032 milhões de euros, o que representa ainda 41% do valor contratado e 39% do aprovado, segundo o último relatório de monitorização do plano, com dados até 17 de Setembro.
Destacam-se as empresas (3.227 milhões de euros), as entidades públicas (1.900 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (1.252 milhões de euros).
Seguem-se as empresas públicas (899 milhões de euros), as escolas (606 milhões de euros), as instituições do ensino superior (353 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (308 milhões de euros), as famílias (265 milhões de euros) e, por último, as instituições do sistema científico e tecnológico (222 milhões de euros).
Por sua vez, as aprovações de projectos estão em 22.688 milhões de euros, o que equivale a 102% da dotação e do valor contratado.
Com os maiores montantes aprovados estão as empresas (6.380 milhões de euros), as entidades públicas (5.258 milhões de euros), as autarquias e áreas metropolitanas (4.428 milhões de euros), as empresas públicas (2.982 milhões de euros) e as escolas (1.038 milhões de euros).
Depois surgem as instituições do ensino superior (844 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (774 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (660 milhões de euros) e as famílias (324 milhões de euros).
O PRR contabiliza 396.310 candidaturas recebidas, sendo que 333.636 foram analisadas.
Já as candidaturas aprovadas estão em 256.491, mais 1365.
O PRR, que tem um período de execução até 2026, pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.
Além de ter o objectivo de reparar os danos provocados pela COVID-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.














