Qual o futuro papel dos Directores de Pessoas

Por Ricardo Florêncio

Na edição de Abril da Human Resources, e para lançamento da 15.ª Conferência da Human  Resources que irá decorrer no próximo dia 20 de Novembro em Lisboa, já abordei este tema das “Organizações do futuro”.

Não das organizações que existem hoje e vão ou não singrar ou sobreviver, mas sim com que tipo de organizações nos vamos deparar no futuro. Qual será o modelo das organizações, cada vez mais matriciais e às vezes confusas, como será o governance, como se relacionarão as pessoas, onde e como vão trabalhar, quais os novos modelos de trabalho, como serão os escritórios (haverá escritórios?), como será o processo de liderança, entre muitos outros. Contudo, interessa agora analisar um outro prisma deste mesmo tema. Nestas organizações do futuro, qual o papel que caberá aos responsáveis de Gestão de Pessoas, aos Administradores/Directores de Recursos Humanos? Pelo que se vai adivinhando como tendência, este papel está a ser dividido pelas organizações, dando uma importância cada vez maior e global aos responsáveis de unidades de negócios e mesmo operacionais. A estes pode caber-lhes a Gestão das Pessoas, o Recrutamento, a Formação, entre outras funções até agora mais centralizadas. Mas e então, qual o futuro papel do responsável máximo de Recursos Humanos? Que funções terá? Qual a abrangência? Que importância? Que peso? E quando todas estas questões estiverem respondidas, chegamos a uma última: e qual será o perfil e as competências necessárias para desempenhar esta função, este papel? Ficará para outro Fórum, para outra Conferência…

Editorial publicado na revista Human Resources nº 95 de Outubro de 2018

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