O estudo anual da Michael Page sobre a evolução das principais tendências de recrutamento para o próximo ano para quadros executivos, em empresas de grande dimensão mostra que nas grandes empresas e multinacionais, um director de RH pode auferir entre 49 mil e 84 mil euros, enquanto nas PME e grupos nacionais a remuneração mais alta, para a mesma função, se situa nos 56 mil euros.
A profissionalização do sector e o reconhecimento do papel estratégico que as funções de Recursos Humanos desempenham como elementos-chave para o desenvolvimento de negócio e para uma rápida adaptação de procedimentos e estruturas internas devido à pandemia, esteve em destaque. As empresas estão a investir cada vez mais na gestão e desenvolvimento dos seus talentos, com políticas avançadas de recursos humanos e foco numa abordagem analítica e interdisciplinar.
O mesmo estudo indica que relativamente aos candidatos, a tecnologia promove a procura de perfis transversais que contribuam com conhecimentos especializados como finanças, análises de dados e tecnologias de informação.
Os profissionais orientados para objectivos e para o cliente interno são os mais procurados e, neste contexto, as competências de comunicação, organização e trabalho sob pressão são elementos muito valorizados. O pacote salarial continua a ser um fator importante, mas não decisivo.
Outros benefícios como a cultura e clima organizacional, oportunidades de formação, desenvolvimento e crescimento, bem como o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional são cada vez mais importantes na tomada de decisão.














