Segundo o estudo mais recente da NordLayer, uma solução de segurança de rede para negócios, metade das empresas (56%) foram vítimas de pelo menos uma fraude no LinkedIn este ano. As vítimas mais afectadas tendem a ser grandes empresas (65%), as fraudes mais comuns são mensagens enviadas por desconhecidos com um link suspeito (47%), e os resultados mais prevalentes são danos na reputação (48%).
Segundo o estudo, 65% das grandes empresas foram contactadas por uma conta falsa ou maliciosa no LinkedIn pelo menos uma vez. Além disso, 58% das médias e 31% das pequenas empresas passaram pelo mesmo pelo menos uma vez.
Uma oferta falsa de emprego (47%) é a fraude do LinkedIn mais comum entre negócios. Registam-se ainda muitos ataques de phishing (47%), pedidos de mensagem com um link suspeito (41%), e avisos falsos de apoio técnico (38%).
O estudo mostra que quase metade das empresas (45%) estão cientes de que existe uma fraude no LinkedIn a operar em seu nome. Este scam é especialmente prevalente entre grandes empresas (53%), mas também entre médias empresas, já que 53% destas revelaram ter sido vítimas do mesmo tipo de scam. Apenas pequenas companhias referiram que raramente experienciaram este género de ataque (13%).
O estudo também mostra que a reacção mais comum dos colaboradores face a este tipo de fraude é contactar o apoio ao cliente do LinkedIn (71%). Outras reacções populares incluem fazer uma publicação nas redes sociais sobre os vigaristas (71%) e comunicar o sucedido à polícia (51%).
No que toca aos principais efeitos das fraudes no LinkedIn, as grandes empresas nomearam danos na reputação (48%), danos/brechas de dados, e grandes perdas financeiras (40% cada). Médias empresas sofreram principalmente danos na reputação (47%) e brechas/danos em contactos de clientes (45%).
Por último, pequenas empresas indicaram perdas financeiras (67%), falhas operacionais, e roubo de propriedade intelectual (58% cada) como os efeitos mais comuns.
A NordLayer inquiriu 500 empresas em três países: Reino Unido, Estados Unidos, e Canadá. A agência independente SAGO fez os inquéritos entre os dias 15 e 25 de Março.














