Quatro novas startups internacionais vão instalar-se na incubadora do Politécnico da Guarda

Human Resources com Lusa
30 de Maio 2025 | 17:20

Quatro startups internacionais dos sectores da automação, logística, economia digital e economia social vão instalar-se, até 2026, na incubadora desnuclearizada de investimentos tecnológicos do Instituto Politécnico da Guarda (IPG).

Os novos inquilinos da incubadora, que tem pólos na Guarda, Mêda e Seia, «vão aumentar a competitividade empresarial de toda a região», afirmou Joaquim Brigas, presidente do IPG, na abertura do IPG Business Summit 2025, que termina hoje no campus da instituição.

Actualmente, a incubadora desnuclearizada de investimentos tecnológicos do Politécnico acolhe três empresas de capital norte-americano, uma de capital indiano e várias de investidores nacionais, que trabalham no acesso ao micro-crédito, no recrutamento de recursos humanos e na agricultura digital, entre outras áreas.

«Estamos a trabalhar intensamente para acolher mais ‘startups’ internacionais», assegurou Joaquim Brigas, para quem o IPG Business Summit 2025 «é um espaço de partilha e transferência de conhecimento entre a academia, o tecido empresarial e o sistema empreendedor».

O responsável acrescentou que a inovação e a competitividade tornaram-se, «nos últimos anos, uma das apostas estratégicas do Politécnico da Guarda».

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O IPG Business Summit 2025 reúne desde quarta-feira grandes empresas, ‘startups’, investigadores e docentes do IPG, incubadoras, como o Instituto Pedro Nunes, de Coimbra, a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), centros de investigação e ordens profissionais.

«O objectivo é partilhar experiências, expectativas e sinais do mercado, para focar cada vez mais o Politécnico da Guarda na inovação e na transferência de conhecimento em interacção com empresas e organizações», afirmou o presidente do Politécnico da Guarda.

Joaquim Brigas reiterou que o trabalho académico e científico do IPG está orientado para «a valorização da economia regional, favorecendo as capacidades do ensino e de os estudantes produzirem inovação, para a aplicarem directamente no território da área de influência» da região.

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«Este IPG Business Summit 2025 está focado em favorecer o trabalho dos nossos docentes e investigadores, robustecendo a rede de trabalho com empresas e empreendedores para, assim, melhor prepararem o futuro», referiu.

O encontro inclui painéis de discussão, apresentações de casos de sucesso e sessões dedicadas à transformação digital, à empregabilidade, internacionalização e empreendedorismo jovem.

«O grande objectivo desta reunião de dois dias é, no final, orientar ainda mais a produção de ciência do IPG para ajudar a qualificar a região, contribuindo para a competitividade deste território e dos seus tecidos económico e social», concluiu Joaquim Brigas.

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