A Galileu, empresa de formação do grupo Rumos – Knowledge Sharing, lançou uma nova oferta formativa dedicada à Inteligência Artificial (IA) para o sector dos Recursos Humanos, dedicadas aos temas de recrutamento e selecção, assim como de gestão da formação. As primeiras edições começam já a 19 de Janeiro.
O lançamento destes dois novos cursos surge para dar resposta às necessidades das organizações que enfrentam os desafios da transformação digital e procuram optimizar os seus processos de gestão de pessoas. As formações têm como objectivo capacitar profissionais com competências práticas em tecnologias inteligentes, ajudando-os a aplicar a IA em áreas como o recrutamento e a gestão de talento.
O curso de Inteligência Artificial no Recrutamento e Selecção é projectado especificamente para capacitar profissionais de RH e recrutamento com ferramentas práticas, metodologias testadas e uma abordagem centrada em resultados. Desde a identificação de perfis até à automação de comunicações e gestão de dashboards de desempenho, o formando sairá equipado para transformar o processo de recrutamento: mais ágil, mais inteligente, mais colaborativo e mais orientado para o negócio.
Este curso permite a aquisição de competências e ferramentas necessárias para transformar os processos de recrutamento, tornando-os mais rápidos, mais eficazes, mais humanos e alinhados com os desafios actuais do talento.
O curso Inteligência Artificial na Gestão da Formação permite ajudar a responder a uma necessidade crescente das organizações: tornar os processos formativos mais ágeis, eficientes e alinhados com os objectivos estratégicos. Num contexto de maior exigência com menos recursos, a IA surge como uma aliada fundamental para transformar o ciclo da formação.
Ambos os cursos têm uma carga horária total de 14h e um valor de 780 euros, tendo data de primeira edição marcada para o dia 19 de Janeiro.
«A integração da IA é, actualmente, um diferencial estratégico para as equipas de recrutamento que, ao integrarem a tecnologia, podem reduzir o tempo de contratação, aumentar a qualidade dos candidatos contratados e automatizar tarefas repetitivas, libertando as equipas de recrutamento para se concentrarem no que realmente importa: a experiência do candidato e a tomada de decisões estratégicas», explica Cláudia Vicente, membro do Conselho de Administração do grupo Rumos.
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