Depois de serem publicadas as tabelas de retenção na fonte de IRS, a 6 de Janeiro, é hora de começar a fazer contas e perceber quanto vai ser a pensão líquida, este ano. Ao contrário do que acontece com os salários, as pensões apenas pagam IRS, não havendo descontos para a Segurança Social.
A pensar nisto, o Doutor Finanças simulou vários cenários de aumento da pensão líquida em 2026. Faça também a simulação para o seu caso.
Para calcular o aumento da pensão líquida em 2026, o Doutor Finanças considerou não apenas as novas tabelas de retenção na fonte, mas também a actualização anual do valor bruto das pensões. Em 2026, é de:
- 2,8% para pensões até 1.074,26 euros (com aumento mínimo de 9,29 euros);
- 2,27% para pensões superiores a 1.074,26 euros e até 3.222,78 euros (com aumento mínimo de 30,08 euros);
- 2,02% para pensões superiores a 3.222,78 euros e até 6.444,56 euros (com aumento mínimo de 73,16 euros).
As pensões superiores a 6.444,56 euros mantêm-se congeladas.
Pensão de 670 euros
Quem, em 2026, tiver uma pensão bruta de 670 euros vai receber uma pensão líquida de igual valor, uma vez que não faz retenção na fonte. Isto representa um aumento de 18 euros em relação a 2025, quando a pensão bruta e líquida era de 652 euros. Depois do aumento de 2,8%, subiu para os tais 670 euros.
Pensão de 800 euros
As pensões de 800 euros também estão no patamar de isenção, pelo que esse é o valor líquido que vai receber. Antes da actualização de 2026, esta pensão era de 778 euros, ou seja, sofreu um aumento de 22 euros.














