Quer ser mais produtivo no trabalho? Esta regra pode ajudar

Hoje, é consensual que fazer pausas regulares durante o horário de trabalho aumenta a produtividade. A duração ideal destas pausas, no entanto, depende do método de produtividade que adoptar. A Fast Company esclarece.

Human Resources
1 de Abril 2026 | 12:50
Quer ser mais produtivo no trabalho? Esta regra pode ajudar

Recentemente, uma investigadora de saúde mental da Universidade de Cambridge sugeriu que as pausas mais longas podem, na verdade, ser mais eficazes para combater a falha de energia da tarde. «As pessoas mais produtivas trabalham durante cerca de 52 minutos seguidos e depois fazem pausas de 17 minutos», partilhou Olivia Remes no Instagram.

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A “regra 52/17” já existe há algum tempo, prometendo aumentar a produtividade e o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, mas a publicação reacendeu a discussão sobre o assunto. «É muito melhor do que trabalhar durante longos períodos», acrescenta Remes, doutorada em saúde pública e cuidados primários pela Universidade de Cambridge.

O cérebro é um músculo que, como qualquer outro, pode ser sobrecarregado. Ser incessantemente bombardeado por e-mails e mensagens, conciliar calendários e atender a alarmes e lembretes, entrar e sair do Zoom e responder a mensagens de trabalho… tudo isto pode causar sobrecarga de informação e cognitiva.

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Como muitos não têm a opção de trabalhar menos, surgiram vários truques de produtividade — desde a estrutura MTR e o bloqueio de tempo ao método Pomodoro.

Mesmo munidos de todos estes truques e ferramentas, ou confiando na IA para aliviar parte da carga mental, concentrar-se pode permancer uma batalha árdua. Por isso não é só importante quando fazer estas pausas, mas também como fazê-las.

Remes afirma que os investigadores descobriram que, ao praticar o método 52/17, «as pessoas mais produtivas, durante os seus intervalos, desligavam-se completamente da tecnologia». Nada de consultar e-mails ou navegar no Instagram ou TikTok.

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«Em vez disso, desligavam completamente e davam a si próprias a hipótese de relaxar e descansar», acrescenta. Portanto, não se trata apenas dos 17 minutos — trata-se da forma como os utiliza (ou não).

É claro que desligar é mais fácil dizer do que fazer. Principalmente num ambiente de trabalho que pode não oferecer a flexibilidade de pausas fora dos horários de intervalo designados, ou que pode questionar por que razão está a fazer palavras cruzadas a meio do horário de trabalho.

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Mesmo que não consiga definir um cronómetro para os 17 minutos completos, levantar-se da sua secretária a cada hora para tomar um café, dar uma volta pelo escritório ou simplesmente olhar pela janela e pensar no que vai jantar pode fazer toda a diferença.

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