A IA é mais útil numa lógica de colaboração. Não insista em usá-la como um motor de busca. Para isso acontecer, em vez de fazer perguntas curtas, dê um contexto: qual a responsabilidade, o que precisa, para quem é o resultado ou que objectivo pretende atingir com esta consulta.
Por exemplo, não dê uma ordem do género – “Escreve um email para um cliente”. Em vez disso, opte por dar uma instrução mais clara tal como – “Escreve um email para um cliente que não me respondeu há 2 semanas, num tom profissional, mas amigável, três parágrafos no máximo”.
Por onde começar?
1. Rascunhos e comunicação
Emails, propostas, relatórios, peça um primeiro rascunho e depois trabalhe sobre ele. Pode poupar 60–70% do tempo de escrita.
2. Síntese de informação
Disponibilize um documento longo e peça um resumo com os pontos-chave. É excelente para preparar reuniões com rapidez.
3. Pensamento em voz alta
Use a IA como se fosse uma “caixa de ressonância” antes de tomar decisões: “Estou a pensar fazer X, quais os riscos que não estou a equacionar?”
4. Tarefas repetitivas
Formatação, templates, conversão de dados, checklists, delegue tudo o que é previsível.
5. Aprender rapidamente
“Explica-me X como se eu soubesse Y” — adapte o nível de detalhe ao seu conhecimento real.
Não fique com as primeiras respostas, se a primeira resposta não é boa, redefina o pedido em vez de desistir. Dé feedback na conversa — “Está bom mas quero ser mais direto”, isso funciona muito bem.
Guarda os seus melhores prompts — cria um documento pessoal com os pedidos que deram melhores resultados. Por último, tenta ser específico sobre o formato — “em bullet points”, “máximo cinco linhas”, “numa tabela”.













