Quer tornar o escritório da sua organização mais inclusivo e atractivo? Siga estas sete dicas

Margarida Lopes
10 de Maio 2023 | 15:20
Quer tornar o escritório da sua organização mais inclusivo e atractivo? Siga estas sete dicas

A Cushman & Wakefield, consultora de serviços imobiliários, lançou uma análise sobre o impacto do design do espaço de trabalho para a neurodiversidade e indica algumas dicas para que as organizações tornem os seus escritórios mais inclusivos e atractivos.

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É importante criar espaços para os colaboradores se conectarem e socializarem, mas também para descansarem e recuperarem. De uma forma geral, tudo isto poderá ser alcançado através de:

1. Controlo localizado da temperatura, concedendo às pessoas algum controlo sobre a temperatura no espaço de trabalho, aumentando o nível geral de conforto e produtividade.

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2. Design com preocupações acústicas, as barreiras acústicas contribuem para reduzir a distração provocada pelo som, assim como oferecem descanso e conforto para a mente e sistema nervoso. Isto pode ser especialmente importante para pessoas com misofonia, uma hipersensibilidade ao som que pode desencadear ansiedade, irritação e um estado de luta-ou-fuga, como resposta ao stress.

 

3. Sistemas eficientes de filtragem do ar, que melhoram a qualidade do ar interior e podem ser bastante relevantes para indivíduos cuja hiperosmia, uma maior sensibilidade no que diz respeito ao olfacto, pode causar desconforto e até chegar a ser um factor agressor.

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4. Organização e localização de postos de trabalho ou zonas de trabalho, ambientes que acomodam pessoas hipersensíveis/neuro diversas, através de um design mais neutro, que dê resposta a uma variedade de necessidades, proporcionando ambientes estimulantes, mas que reduzam a sobrecarga sensorial.

 

5. Iluminação circadiana, que acompanha o ritmo biológico e envia sinais ao cérebro que se aproximam aos da luz natural, que encontraríamos se passássemos mais tempo ao ar livre, o que ajuda a regular o corpo para estar mais activo e trabalhar durante o dia e a fazer a transição para as funções nocturnas inatas de abrandar, descansar e eventualmente dormir.

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6. Padrões de design “mind-friendly” e percursos previsíveis, que permitam que as pessoas, quer sejam ou não neurodivergentes, percebam e processem a sua orientação espacial, sem agredir os sentidos e ficarem com uma sensação de desequilíbrio, desorientação ou frustração.

 

7. Tecnologia inclusiva, tal como software de reconhecimento de voz, filtros de ecrã para o computador ou gravadores digitais, acessível a todos os colaboradores e integrados culturalmente na organização, demonstrando uma valorização das diferentes necessidades de cada indivíduo.

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