Um estudo da Universia e da Trabalhando.com mostra que 89% dos inquiridos em Portugal considera que as redes sociais podem ajudar na procura de emprego.
Quase 90% dos inquiridos em Portugal pensa que as redes sociais podem ser úteis na procura de emprego, segundo revela o 2.º inquérito de Emprego de 2013 conduzido pela rede de universidades Universia e pela Trabalhando.com, comunidade laboral formada por uma rede de sites associados.
O estudo, que mostra as intenções de 463 universitários inquiridos em relação ao papel das redes sociais na procura de emprego, revela também que 33% dos estudantes considera que as redes sociais permitem «optimizar o tempo», ao passo que 36% realça a função das redes sociais como «canal de pesquisa». Já 15% dos inquiridos salienta a possibilidade de usar as redes sociais «como forma de viralizar o CV», e 16% nota a vantagem de as redes sociais permitirem uma apresentação «mais criativa» dos candidatos.
Por entre os restantes 11% que não encaram as redes sociais como importantes na procura de emprego, 43% consideram que as redes sociais «expõem elementos informais da vida em contextos formais» e 27% notam que as redes sociais são um factor de «mistura da vida pessoal com relações profissionais, duas dimensões íntimas que podem prejudica a dimensão pública», mostra o estudo.
O estudo mostra que 51% dos universitários auscultados diz já ter procurado emprego através deste tipo de redes sociais, com o Facebook à cabeça, com 46%, seguido do Linkedln, com 37% de respostas positivas, o Google+ (14%), e o Twitter (3%). Contudo, apenas 9% conseguiu emprego utilizando as redes sociais.














