Salários voltaram a aumentar. Sabe quanto os portugueses ganham, em média? Saiba também onde se registaram os maiores aumentos

Human Resources com Lusa
11 de Agosto 2023 | 09:10

A remuneração bruta total mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 6,7% no segundo trimestre, em termos homólogos, para 1.539 euros, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

 

De acordo com as estatísticas do emprego sobre remuneração bruta mensal média por trabalhador, «em termos reais, as remunerações brutas mensais médias aumentaram pela segunda vez consecutiva desde Novembro de 2021» no segundo trimestre deste ano.

«A componente regular e a componente base daquela remuneração aumentaram 6,8% e 7,2%, situando-se em 1.215 euros e 1.144 euros, respectivamente», refere o INE.

Em termos reais, «tendo por referência a variação do Índice de Preços do Consumidor [IPC], a remuneração bruta total mensal média aumentou 2,4%, assim como a sua componente regular, enquanto a componente base aumentou 2,7%».

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Esta é a «segunda vez consecutiva em que são registados aumentos reais nas remunerações desde Novembro de 2021», aponta o INE.

«Estes resultados abrangem 4,6 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 4,1% do que no mesmo período de 2022.»

Face a Junho de 2022, «os maiores aumentos da remuneração bruta total mensal média foram observados nas ‘actividades administrativas e dos serviços de apoio’ (secção N; 9,2%), nas empresas de um a quatro trabalhadores (7,7%), no sector privado (7,5%) e nas empresas de ‘serviços de mercado com forte intensidade de conhecimento’ (9,3%)».

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Por sua vez, a remuneração bruta total mensal média teve «uma variação homóloga negativa nas actividades de ‘electricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio’ (secção D; 0,2%) e as mais baixas variações homólogas positivas ocorreram nas empresas com 100 a 249 trabalhadores (5,3%), no sector das Administrações Públicas (6,4%) e nas empresas de ‘Serviços financeiros com forte intensidade de conhecimento’ (3,6%)».

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