Uma equipa de economistas do Bureau of Labor Statistics (BLS) dos Estados Unidos analisou as implicações para o emprego se os hábitos adoptados durante a pandemia se tornarem mais permanentes (como comer menos fora de casa, trabalhar remotamente e até mesmo ir a médicos remotamente) e as notícias não são boas para empregos menos qualificados como empregados de restaurantes ou de lojas, avança o El Economista.
O estudo mostra que se estes hábitos se mantivessem até 2029, poderiam ser eliminados milhões de empregos. O sector de comércio, por exemplo, é um dos mais atingidos. Já se esperava perder cerca de 370.000 empregos nos próximos anos devido à adopção em massa das as compras online. Segundo o estudo do BLS, este número pode mesmo triplicar e chegar a 1,1 milhão de empregos no cenário de maior impacto após a pandemia, ou seja, com queda de 10% nas vendas.














