Sente-se à beira de um esgotamento? Três dicas para evitar o burnout em teletrabalho

Depois de milhões em todo o mundo terem feito uma súbita transição para o trabalho remoto, devido à pandemia do novo coronavírus, os especialistas alertam para um risco a longo prazo: o esgotamento dos trabalhadores.

 

«Para marcar a sua lealdade, devoção e produtividade, [alguns trabalhadores] sentem que têm de tra\balhar a toda a hora. As tarde misturam-se com as noites, os dias da semana com os fins-de-semana (…) e é possível que possa ser pedido a alguns que continuem a trabalhar remotamente durante vários meses», refere a “Harvard Business Review”, sublinhando que «traçar linhas entre a vida profissional e a pessoal é crucial».

No entanto, uma investigação daquela publicação demonstra que «os trabalhadores dificultam, muitas vezes involuntariamente, (…) a preservação dos limites», através de gestos tão simples como o envio de e-mails fora do horário de trabalho.

Assim, o que podem os empregadores, coordenadores e colegas de trabalhar fazer para se ajudarem uns aos outros? A “Harvard Business Review” compilou três recomendações:

1- Manter as rotinas

Estabeleça limites enquanto trabalha à distância. A curto prazo, o facto de não ter de levantar-se cedo para apanhar transportes públicos ou poder andar todo o dia de pijama podem ser mudanças bem-vindas, mas não faça delas um hábito. Vista-se, pelo menos, um dia por semana, como se fosse para o escritório, e substitua as suas deslocações para o trabalho por um passeio a pé pelo parque, por exemplo.

2- Cumprir os horários tanto quanto possível

É fundamental para o bem-estar e o empenho no trabalho. No entanto, depende da capacidade de coordenar o tempo de uns com os outros. Isto exige que os líderes ajudem os funcionários a estruturar, coordenar e gerir o ritmo de trabalho, o que pode implicar a realização regular de reuniões virtuais para manter uma sensação de normalidade.

3- Focar-se no mais importante

Este não é o momento para acumular mais trabalho. Os trabalhadores deveriam estar a dedicar a sua energia a questões prioritários. Dados da “Harvard Business Review” mostram que o trabalhador só é produtivo três horas por dia.

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