Acreditada pela A3ES desde 2023 e alinhada com a Portaria n.º 45/2018 – que regula o exercício das terapêuticas não convencionais em Portugal –, a licenciatura responde a uma tendência cada vez mais marcada nos sistemas de saúde modernos: a procura por respostas integrativas, preventivas e personalizadas.
O curso posiciona a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) como «um campo de conhecimento exigente, com base científica e enquadramento académico». O plano de estudos articula ciências clínicas com componentes próprias da MTC – acupuntura, fitoterapia, dietética, massagem tuiná e exercícios terapêuticos –, cruzando tradição milenar e prática contemporânea baseada na evidência.
A formação inclui ainda um estágio clínico obrigatório com carga horária significativa, assegurando contacto directo com a prática e preparando os diplomados para o exercício profissional com autonomia, responsabilidade e rigor técnico.
«Num momento em que cresce a procura por abordagens ao nível dos cuidados de saúde, cada vez mais integradas, é fundamental garantir que essa resposta assenta numa formação superior, progressista, credível e estruturada, para que a mesma possa ser reconhecida por todos os players da saúde. É esse compromisso que o Piaget assume com esta licenciatura, única no país», sublinha Miguel Papança, director da Escola Superior de Saúde do Piaget de Almada.
Do ponto de vista profissional, a licenciatura abre múltiplas saídas: prática clínica em consultório próprio, integração em unidades de saúde, centros de bem-estar, instituições sociais e desportivas, bem como actividade em ensino, investigação e programas de promoção da saúde. Um mercado que tende a valorizar perfis com competências diferenciadas e reconhecidas.














