As emissões de Scope 1 e 2 diminuíram 8% face a 2024, reforçando o caminho da neutralidade carbónica até 2040. A melhoria foi impulsionada por iniciativas de eficiência energética, pela modernização de sistemas técnicos, pela expansão da produção própria renovável e por acordos de aquisição de energia renovável.
Em 2025, a energia de origem renovável representou 64% do consumo energético do Grupo, reflectindo a incorporação crescente de electricidade verde proveniente da rede e o aumento da produção própria. A MC e a Sierra aceleraram a instalação de sistemas fotovoltaicos, com o Grupo a ultrapassar as 360 unidades solares implementadas nas operações, num esforço que contribuiu para mitigar o impacto do aumento global do consumo energético decorrente da expansão do negócio.
Martim Santos, director de Sustentabilidade da Sonae, afirma que «a Sonae consolidou a sua ambição climática no último ano. Reforçámos investimentos estruturais em eficiência energética, energias renováveis e modernização de infraestruturas, sempre com o objectivo de melhorar a nossa pegada carbónica e fortalecer a resiliência ambiental das operações. Encaramos a responsabilidade ambiental como um motor de inovação, competitividade e criação de valor sustentável, pelo que prosseguimos rumo à neutralidade carbónica em 2040.»














