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	<title>alimentação &#8211; Human Resources</title>
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	<title>alimentação &#8211; Human Resources</title>
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		<title>Sabe o que mais está a influenciar as escolhas alimentares dos portugueses? O sabor e o prazer só surge em terceiro lugar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 11:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[ConsumerChoice]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo da ConsumerChoice sobre as tendências de consumo alimentar mostra os factores que mais influenciam as escolhas dos consumidores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um estudo da ConsumerChoice sobre as tendências de consumo alimentar mostra que no geral, o preço dos alimentos (26%) é o factor que mais influencia as escolhas alimentares dos entrevistados, seguindo-se o impacto na saúde (23%) e o sabor e prazer (18%). Por outro lado, a sustentabilidade ambiental (4%) e influências externas, como amigos e redes sociais (3%), têm um peso reduzido nas decisões dos consumidores.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Grande parte dos participantes demonstra ter algum interesse em experimentar alternativas alimentares, sendo que 24% já experimentou ou esteve prestes a fazê-lo. Em contrapartida, 27% dos entrevistados mostraram-se bastante interessados, apesar de não terem experimentado ainda este tipo de comida. Questões como o preço elevado (24%) e a desconfiança em relação ao sabor (19%) são consideradas pelos inquiridos como as principais barreiras para a adopção de alternativas alimentares, desde alimentos à base de plantas ou proteínas cultivadas.</p>
<p>No que diz respeito ao tipo de dieta alimentar praticada, a alimentação tradicional é a mais comum e 45% afirma seguir este tipo de dieta. A segunda mais popular é a dieta mediterrânica (26%), enquanto as dietas vegetarianas, veganas e flexitarianas têm uma presença menor. De acordo com o estudo, 29% dos entrevistados optam sempre por produtos locais e 36% valoriza também a origem nacional dos alimentos, embora nem sempre consigam encontrá-los.</p>
<p>A sustentabilidade alimentar é considerada importante pela maioria, com 26% a tentar seguir uma alimentação sustentável sempre que é viável e 51% a fazê-lo na medida do possível. Quanto às emoções predominantes em relação ao consumo de alternativas alimentares sustentáveis, sentimentos como a curiosidade (36%), a esperança (19%) e o entusiasmo (18%) são as emoções mais mencionadas pelos participantes, embora alguns revelem preocupação (10%) e cepticismo (9%).</p>
<p>O futuro da alimentação em Portugal é outro dos temas abordados no estudo, em que quase metade dos inquiridos (42%) acredita que as tradições alimentares irão prevalecer com algumas adaptações.</p>
<p>Em oposição, 19% expressa preocupação com o rumo da indústria alimentar e 17% prevê um aumento significativo no consumo de alimentos à base de plantas. Relativamente aos hábitos alimentares como forma de combater as alterações climáticas, 41% dos participantes estariam dispostos a mudar alguns dos seus hábitos alimentares, mas não de forma radical, e 17% afirma já ter mesmo alterado vários hábitos com este objectivo em mente.</p>
<p>Quando questionados sobre a relação emocional que têm com a comida, 35% descreve o acto de comer como uma experiência de prazer e conforto. 29% dos inquiridos associam ainda a alimentação à saúde e bem-estar. Apenas 8% sente culpa por não fazer escolhas alimentares mais saudáveis ou sustentáveis no seu dia-a-dia.</p>
<p>Por fim, o estudo revela também que as campanhas educacionais nas escolas (29%) são vistas como a medida com o maior impacto na educação sobre dietas saudáveis e sustentáveis. Os portugueses consideram ainda que a gradual disponibilização de informação nos rótulos dos produtos alimentares (16%) e as acções de sensibilização em supermercados (13%) também são eficazes neste propósito.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adivinha quais são as 10 marcas com melhor reputação no sector do Retalho? Provavelmente não. É este o top 10</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/adivinha-quais-sao-as-10-marcas-com-melhor-reputacao-no-sector-do-retalho-provavelmente-nao-e-este-o-top-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 10:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[detergente]]></category>
		<category><![CDATA[higiene pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Onstrategy]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[retalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois da Banca e Seguros, da Energia e das Telecomunicações e Media, a OnStrategy revela agora quais são as marcas de Retalho, Alimentação, Bebidas, Detergente e Higiene Pessoal com melhor reputação em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Depois da Banca e Seguros, da Energia e das Telecomunicações e Media, a OnStrategy revela agora quais são as marcas de Retalho, Alimentação, Bebidas, Detergente e Higiene Pessoal com melhor reputação em Portugal.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<p>No sector do Retalho, o pódio é ocupado pelas Farmácias Portuguesas, pelo Lidl e pelo Continente. Já no sector da Alimentação destacam-se a Nestlé, a Nestum e a Olá.</p>
<p>Nas Bebidas, ficam nos três primeiros lugares a Delta, a Luso e a Compal. Nos Detergentes é a Fairy, a Skip e a Ajax que se destacam.</p>
<p>E na Higiene Pessoal são a Nivea, a Gillette e a Colgate que ocupam o pódio.</p>
<p>Os resultados foram obtidos com base numa auditoria a mais de duas mil marcas ao longo de todo o ano e que foram previamente identificadas de forma espontânea por mais de 50 mil cidadãos.</p>
<p>Confira aqui o top completo:</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-331244 size-full aligncenter" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2024/02/download.png" alt="" width="650" height="237" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/02/download.png 650w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/02/download-300x109.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/02/download-150x55.png 150w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-331246 size-full aligncenter" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2024/02/download-1.png" alt="" width="427" height="237" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/02/download-1.png 427w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/02/download-1-300x167.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/02/download-1-150x83.png 150w" sizes="(max-width: 427px) 100vw, 427px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quase todos os portugueses afirmam querer fazer uma alimentação saudável. Mas quantos a fazem?</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/quase-todos-os-portugueses-afirmam-querer-fazer-uma-alimentacao-saudavel-mas-quantos-a-fazem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Nov 2023 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Barómetro FOOD]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Edenred]]></category>
		<category><![CDATA[Programa FOOD]]></category>
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					<description><![CDATA[O Barómetro FOOD, coordenado pelo Grupo Edenred, em conjunto com 25 parceiros públicos e universidades, entre as quais a Direcção-Geral de Saúde e a Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, o Programa FOOD (Fighting Obesity through Offer and Demand) identifica três tendências sobre a alimentação em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Barómetro FOOD, coordenado pelo Grupo Edenred, em conjunto com 25 parceiros públicos e universidades, entre as quais a Direcção-Geral de Saúde e a Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, o Programa FOOD (Fighting Obesity through Offer and Demand) identifica três tendências sobre a alimentação em Portugal.</strong></p>
<p>Descubra-as aqui.</p>
<p><strong>Tendência n.º1: As pessoas querem comer melhor, mas não conseguem pagar</strong><br />
O Barómetro FOOD revela que 90% dos portugueses estão mais despertos para a alimentação saudável. 93% dos inquiridos indicaram que a saúde é a principal motivação para querer mudar de hábitos, seguindo-se a procura por uma maior diversidade alimentar (72%) e as questões ambientais/animais (68%). 51% dos portugueses afirmam mesmo que no último ano mudaram os hábitos alimentares, para comer melhor. 84% revelam ainda que têm em conta o índice nutricional nas escolhas que fazem.</p>
<p>Contudo, considerando o total de almoços e jantares, apenas 23% das pessoas fazem entre 11 e 14 refeições saudáveis por semana. 28% dos portugueses têm entre sete e nove refeições equilibradas, 30% entre quatro e seis refeições e 20% menos de três.</p>
<p>Face ao contexto de inflação, que já no ano passado levava as pessoas a cortarem em despesas de alimentação, metade dos portugueses gastam mais de 30% do seu orçamento mensal em alimentação, sendo que 17% gastam mesmo mais de 40%. De acordo com dados do Eurostat, em 2019, os gastos com alimentação dos portugueses rondavam em média 16% do orçamento mensal.</p>
<p>Com 97% dos portugueses a acreditarem que os preços da alimentação continuarão a subir nos próximos meses, actualmente, 70% das pessoas afirmam que no final do mês já não tem dinheiro disponível do subsídio de alimentação e precisa de utilizar outros meios para pagar as refeições. Recorde-se que, apesar de o montante do subsídio isento em cartão refeição ser de 9,60 euros/dia, de acordo com um estudo realizado pela Netsonda para a Edenred, os portugueses recebem em média 5,77 euros por dia.</p>
<p>Se recebessem mais, as pessoas acreditam que: melhorariam a qualidade das suas refeições (75%), aumentariam a quantidade de comida ao almoço (54%), comprariam mais produtos para preparar as refeições (87%) e iriam mais vezes a restaurantes à hora de almoço (42%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tendência n.º2: A perda de clientes, num sector com digitalização lenta, mas constante</strong><br />
A crescente procura por refeições saudáveis é já sentida nos restaurantes. 64% dos responsáveis consideram que os clientes notam e apreciam a oferta de refeições mais saudáveis/equilibradas, 44% registam mesmo uma maior procura por pratos equilibrados e uns iguais 44% acreditam que propor refeições saudáveis poderá constituir-se como uma fonte de receitas sustentáveis.</p>
<p>Por isso mesmo, a maioria dos restaurantes promove já uma alimentação saudável. 74% têm opções vegetarianas na ementa e 61% disponibilizam, pelo menos uma vez por semana, um prato do dia vegetariano.</p>
<p>Indo também ao encontro das expectativas dos clientes, regista-se uma crescente digitalização dos restaurantes: 26% disponibilizam encomendas online para serviço de takeaway; 14% têm um serviço próprio de entregas; 21% dispõem de um serviço de “pedido e pagamento à mesa” (através de QR code); 19% trabalham com plataformas de reservas de mesa e 25% com plataformas de entregas.</p>
<p>No entanto, com 57% dos portugueses a afirmarem que, perante o aumento dos preços, muito provavelmente cortariam em despesas com restaurantes, mais de metade dos estabelecimentos (52%) sente já a perda de clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tendência n.º3: A importância do cartão de refeição para garantir um orçamento para alimentação</strong><br />
Face à quebra do poder de compra, que se repercute na capacidade de manter uma alimentação mais saudável e equilibrada, o vale social de refeição afigura-se como uma importante ferramente para assegurar um orçamento para a alimentação e garantir a melhoria da sua qualidade.</p>
<p>Mais de 2/3 dos portugueses consideram que os vales sociais (cartão) de refeição aumentam o seu poder de compra, 33% referem mesmo que lhes permite comer melhor (uma refeição completa e mais equilibrada) e 25% que lhes permite ir mais vezes a restaurantes.</p>
<p>Os responsáveis dos restaurantes também evidenciam as vantagens do cartão de refeição. 60% afirmam que o sistema de títulos de refeição tem um impacto positivo no seu negócio, destacando: o aumento das receitas; a maior visibilidade do estabelecimento, atraindo novos clientes e o maior número de visitas dos clientes que têm cartão de refeição em comparação com os que não têm. Assim, 80% mostram-se satisfeitos com o sistema de vales (cartão) de refeição.</p>
<p>O inquérito foi baseado nas respostas de 47 327 colaboradores e mais de 1618 responsáveis de restaurantes, em 19 países do mundo. Em Portugal, o Barómetro FOOD 2023 contou com mais de 1300 respostas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sente-se ansioso no trabalho? Estes sete superalimentos têm provas dadas no combate ao stress</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/sente-se-ansioso-no-trabalho-estes-sete-superalimentos-tem-provas-dadas-no-combate-ao-stress/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jun 2023 13:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se trata de combater a ansiedade e o stress, certos alimentos têm benefícios comprovados - alguns dos quais provavelmente tem em casa e podem ser encontrados nos supermercados mais próximos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando se trata de combater a ansiedade e o stress, certos alimentos têm benefícios comprovados &#8211; alguns dos quais provavelmente tem em casa e podem ser encontrados nos supermercados mais próximos.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso, se ultimamente se tem sentido mais stressado ou ansioso, assegure-se de incluir estes sete superalimentos na sua alimentação, recomenda a Euronews.next.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Kimchi</strong></p>
<p>Um prato típico coreano de vegetais fermentados, com repolho, tem propriedades anti-stress. Ricos em vitaminas e minerais, acredita-se que os alimentos fermentados são especialmente benéficos devido ao impacto que têm no microbioma intestinal.</p>
<p>A saúde intestinal está a ser cada vez mais abordada na saúde, com as ligações entre o intestino e bem-estar geral a serem exploradas com maior detalhe. Por isso muitas pessoas quando estão stressadas ou ansiosas experienciam dor de barriga ou perda de apetite.</p>
<p><strong>Ovos</strong></p>
<p>Os ovos nunca foram um tema consensual. Num dia são prejudiciais quando consumidos em demasia, no outro estão repletos de vitaminas e minerais que podem ajudar numa resposta saudável ao stress.</p>
<p>Um dos principais componentes dos ovos é a colina. Embora não seja tecnicamente uma vitamina ou um mineral, é um nutriente geralmente agrupado nas vitaminas do complexo B. A colina regula as funções corporais, incluindo a comunicação entre os neurónios e a saúde geral do cérebro.</p>
<p><strong>Alcachofras</strong></p>
<p>Tal como o Kimchi, as alcachofras possuem um alto teor de fibras e prebióticos que suportam a saúde intestinal.</p>
<p>Possui uma grande riqueza vitamínica e mineral, como ácido fólico, potássio e magnésio, conhecidos por combater o cansaço, e quando nos sentimos um pouco mais energizados, muitas vezes as coisas parecem mais fáceis de gerir.</p>
<p><strong>Ostras</strong></p>
<p>As ostras, juntamente com outros mariscos como mexilhões, são ricos em aminoácidos como a taurina. Além de ajudar a fortalecer o sistema imunológico, a taurina desempenha um papel vital no sistema nervoso e ajuda na produção de neurotransmissores &#8211; principalmente a dopamina.</p>
<p>Alguns estudos chegam a sugerir que a taurina pode ter efeitos antidepressivos. “Constatou-se que a taurina inibe a diminuição do consumo de sacarose e evita a deficiência de memória espacial e ansiedade [&#8230;] sugerindo um efeito preventivo da taurina no comportamento semelhante à depressão”, lê-se num estudo.</p>
<p><strong>Tahini</strong></p>
<p>Ainda no campo dos aminoácidos, o tahini é uma pasta do Médio Oriente feita a partir de sementes de sésamo trituradas. De acordo com um estudo que analisou os efeitos de uma dieta rica em triptofano em jovens adultos, o aminoácido apoia a produção de serotonina, que molda comportamentos críticos como o humor e o complexo de recompensa.</p>
<p><strong>Batata-doce</strong></p>
<p>A batata-doce é rica em nutrientes de carbohidratos, o que pode ajudar a manter os níveis de cortisol – a hormona do stress &#8211; sob controlo. A batata-doce também é fonte de vitamina C e potássio, que pode ajudar a regular a resposta ao stress.</p>
<p><strong>Mirtilos</strong></p>
<p>Os mirtilos possuem uma infinidade de benefícios para a saúde, como o antienvelhecimento, e são famosos pelas suas propriedades anti-inflamatórias, graças a uma elevada presença de antioxidantes flavonóides.</p>
<p>Em 2017, um estudo analisou especificamente a relação entre alimentos ricos em flavonóides e o risco de desenvolver depressão. A conclusão mostrou uma ligação entre o consumo de antioxidantes e uma melhoria do humor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É hoje que entra em vigor a isenção de IVA no cabaz de alimentos. Mas, atenção, os preços no Retalho podem ainda não reflectir isso</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/e-hoje-que-entra-em-vigor-a-isencao-de-iva-no-cabaz-de-alimentos-mas-atencao-os-precos-no-retalho-podem-ainda-nao-reflectir-isso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 06:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[ibflação]]></category>
		<category><![CDATA[iva zero]]></category>
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					<description><![CDATA[A medida que isenta de IVA um cabaz de 46 alimentos considerados essenciais entra hoje em vigor, mas o o retalho alimentar tem 15 dias para fazer reflectir esta isenção nos preços de venda ao público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A medida que isenta de IVA um cabaz de 46 alimentos considerados essenciais entra hoje em vigor, dispondo o retalho alimentar de 15 dias para refletir esta isenção nos preços de venda ao público.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="text-paragraph">A lista de produtos alimentares que passarão a estar isentos de IVA &#8211; na sequência de um pacto tripartido assinado entre o Governo e os setores da produção e da distribuição alimentar &#8211; inclui legumes, carne e peixe nos estados fresco, refrigerado e congelado, assim como arroz e massas, queijos, leite e iogurtes e frutas como maçãs, peras, laranjas, bananas e melão, três tipos de leguminosas, ou ainda, entre outros, bebidas e iogurtes de base vegetal.</p>
<p class="text-paragraph">Os produtos foram escolhidos tendo em conta o cabaz de alimentação saudável do Ministério da Saúde e os dados das empresas de distribuição sobre os produtos mais consumidos pelos portugueses.</p>
<p class="text-paragraph">Esta medida, que visa combater os efeitos da alimentação no rendimento das famílias, estará em vigor até ao final de Outubro, com o Governo a estimar que terá um contributo de 0,2% na redução da taxa de inflação em 2023.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar de o retalho alimentar dispor de até 15 dias para reflectir no preço de venda aos consumidores a redução de 6% para 0% na taxa do IVA naquele cabaz de 46 produtos (dois dos quais incluídos durante a fase de discussão no parlamento) há insígnias que já começaram a anunciar que vão aplicar a medida a partir de hoje, dia em que entra em vigor, nomeadamente a cadeia de supermercados Aldi.</p>
<p class="text-paragraph">Num comunicado enviado às redacções, esta segunda-feira, o Aldi anunciou que “o PVP [Preço de Venda ao Público] final sem IVA estará visível através de etiquetas de preço especiais, com indicação – “artigo IVA 0%” –, de forma que os clientes possam facilmente identificar estes produtos nas prateleiras, bem como o preço final a pagar, dispensando cálculos adicionais e simplificando, assim, a sua experiência de compra.</p>
<p class="text-paragraph">“Após o pagamento, o cliente pode confirmar o IVA aplicado, a cada produto, no respectivo talão de compra”, acrescenta a cadeia de origem alemã, que diz que pretende implementar a medida “de forma clara e transparente”.</p>
<p class="text-paragraph">Questionado sobre a medida, no final do Conselho de Ministros extraordinário desta segunda-feira, o primeiro-ministro, António Costa, referiu esperar que todos cumpram a sua parte, referindo-se ao pacto para a estabilização e redução de preços dos bens alimentares assinado entre o Governo, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) e a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP).</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Todos temos de cumprir a nossa parte. O Estado já fez a sua [isentando de IVA os produtos], disse António Costa, assinalando estar certo de que os parceiros que assinaram o referido pacto &#8220;farão a sua&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Já há um livro de receitas e conselhos para doentes oncológicos (online e gratuito)</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/ja-ha-um-livro-de-receitas-e-conselhos-para-doentes-oncologicos-online-e-gratuito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 17:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[CUF]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[doentes oncológicos]]></category>
		<category><![CDATA[pingo doce]]></category>
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					<description><![CDATA[Para assinalar o Dia Mundial da Saúde, que se celebrou ontem, e o segundo aniversário do programa “A Saúde Alimenta-se”, a CUF e o Pingo Doce disponibilizam, em formato digital e com acesso gratuito, o livro “Receitas e Conselhos de Saúde para Doentes Oncológicos”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><strong>Para assinalar o Dia Mundial da Saúde, que se celebrou ontem, e o segundo aniversário do programa “A Saúde Alimenta-se”, a CUF e o Pingo Doce disponibilizam, em formato digital e com acesso gratuito, o livro “Receitas e Conselhos de Saúde para Doentes Oncológicos”.</strong></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><img decoding="async" class="wp-image-289227 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2023/04/livro-1-300x150.jpg" alt="" width="480" height="240" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/04/livro-1-300x150.jpg 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/04/livro-1.jpg 900w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/04/livro-1-150x75.jpg 150w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/04/livro-1-768x384.jpg 768w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/04/livro-1-86x43.jpg 86w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/04/livro-1-210x105.jpg 210w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/04/livro-1-279x140.jpg 279w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2023/04/livro-1-357x179.jpg 357w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" />O livro, que tem como objectivo apoiar os doentes, as suas famílias e cuidadores, fica assim ainda mais acessível para os milhares de pessoas que lutam diariamente contra a doença.</p>
<p dir="ltr">O cancro é a segunda causa de morte em Portugal, tendo os casos oncológicos aumentado cerca de 20% na última década, de acordo com o Registo Oncológico Nacional. É neste contexto que a CUF e o Pingo Doce disponibilizam, agora em flipbook e de forma gratuita, o livro “Receitas e Conselhos de Saúde para Doentes Oncológicos”, lançado em Fevereiro deste ano e cuja primeira edição impressa esgotou nas lojas Pingo Doce.</p>
<p dir="ltr">Face ao interesse gerado pelos conteúdos e a elevada procura registada, e para que todos os pacientes e respectivas famílias tenham acesso a este livro, a CUF e o Pingo Doce viabilizam-no agora também online e de forma gratuita.</p>
<p dir="ltr">O livro “Receitas e Conselhos de Saúde para Doentes Oncológicos” surgiu no âmbito do programa “A Saúde Alimenta-se”, parceria que une a CUF e o Pingo Doce em prol da promoção da saúde pela alimentação, e compila 100 receitas baseadas nos princípios da Dieta Mediterrânica, organizadas em função dos dez principais sintomas e questões alimentares com que os doentes oncológicos em tratamento se deparam.</p>
<p dir="ltr">Este livro alia o conhecimento científico de profissionais de saúde da CUF à experiência na área alimentar de especialistas em nutrição do Pingo Doce, e pretende ajudar os doentes e as suas famílias na gestão, através da alimentação, dos principais sintomas associados às diferentes etapas do cancro e respectivos tratamentos.</p>
<p dir="ltr">A segunda edição do livro “Receitas e Conselhos de Saúde para Doentes Oncológicos” está disponível em <a href="https://www.pingodoce.pt/lojas/?tipo-loja=lojas-23" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-safelink="true" data-linkindex="2">mais de 300 lojas</a> Pingo Doce em todo o país, para quem preferir adquirir um exemplar físico. O acesso ao livro em formato digital pode ser feito <a href="https://livro-oncologia.saude-alimenta-se.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-safelink="true" data-linkindex="3">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Podcast People F1rst &#8211; 2.7 &#124; Mais do que alimentar é nutrir</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/podcast-people-f1rst-2-7-mais-do-que-alimentar-e-nutrir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 13:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fidelidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[fidelidade]]></category>
		<category><![CDATA[inês simas]]></category>
		<category><![CDATA[People F1rst]]></category>
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					<description><![CDATA[O sétimo episódio do podcast People F1rst é dedicado à alimentação e junta Nilton à conversa com Inês Simas, chef de cozinha natural e funcional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O sétimo episódio do podcast People F1rst é dedicado à alimentação e junta Nilton à conversa com Inês Simas, chef de cozinha natural e funcional.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É inegável a importância de uma boa aliementação para a saúde e bem-estar de todos. Mas de que forma pode o que comemos influenciar a produtividade? Há alimentos que fornecem mais energia e outros que potenciam o stress? Como podem as empresas incentivar e promover estilos de vida saudáveis? A chef de cozinha natural e funcional, Inês Simas, dá algumas respostas.</p>
<p>(re)Veja aqui:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Podcast &quot;People F1rst&quot; | Temporada 2 | Ep 7 - Mais do que Alimentar é Nutrir" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/luC2mCwFvUw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Teletrabalho e alimentação: fazer do frigorífico um aliado dos colaboradores</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/teletrabalho-e-alimentacao-fazer-do-frigorifico-um-aliado-dos-colaboradores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 14:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Manuela Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrim]]></category>
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					<description><![CDATA[A saúde de uma empresa começa com a saúde dos colaboradores. Este é um facto que ganha força se pensarmos que, em média, passamos um terço dos nossos dias dedicados à vida laboral. As empresas têm, por isso, um papel de relevo na promoção do bem-estar de cada funcionário. Manuela Abreu, directora do Departamento de Nutrição da Nutrium, partilha boas práticas para os colaboradores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A saúde de uma empresa começa com a saúde dos colaboradores. Este é um facto que ganha força se pensarmos que, em média, passamos um terço dos nossos dias dedicados à vida laboral. As empresas têm, por isso, um papel de relevo na promoção do bem-estar de cada funcionário.</strong></p>
<p><em>Por Manuela Abreu, directora do Departamento de Nutrição da Nutrium</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A necessidade de se privilegiar a saúde dos colaboradores por via da alimentação, muito particularmente, explica-se, cada vez mais, por um motivo: o teletrabalho. E nas entrelinhas desta expressão &#8211; “trabalho remoto” &#8211; deve ler-se, em bom rigor, “proximidade ao frigorífico”, ou “à despensa”. O trabalho a partir de casa significa um acesso facilitado a uma variedade de alimentos &#8211; nem sempre os mais saudáveis.</p>
<p>Vale a pena recordar que o período de contenção social que a COVID-19 impôs significou, para muitos colaboradores, a adopção de hábitos alimentares mais prejudiciais. Consumo acrescido de snacks salgados e/ou doces, recurso a refeições pré-preparadas e, paralelamente, menor ingestão de frutas e hortícolas são alguns dos comportamentos a frisar. E, sublinhe-se, este obstáculo &#8211; comer mais e pior &#8211; continua a adensar-se, dada a consolidação deste benefício que é trabalhar no conforto do nosso lar; um benefício crescentemente exigido pelos nossos trabalhadores.</p>
<p>Se juntarmos a alimentação mais pobre ao sedentarismo e ao perfil metabólico de diversos trabalhadores &#8211; com hipertensão arterial, obesidade, ou diabetes, por exemplo -, o problema revela-se mais sério.</p>
<p>Como tornar, então, o frigorífico e a despensa em aliados? Há boas práticas que os trabalhadores podem seguir:</p>
<ul>
<li>Planear as refeições: permite poupar tempo na confecção dos alimentos e ajuda a organizar as idas ao supermercado, evitando a compra de refeições pré-cozinhadas e de produtos processados (menos saudáveis);</li>
<li>Evitar distracções (com o telemóvel ou com a televisão) durante as refeições para se comer tranquilamente e garantir maior saciedade;</li>
<li>Manter a hidratação: é importante ter uma garrafa de água sempre por perto, sendo que os chás e a água aromatizada com fruta ou ervas aromáticas também são boas opções;</li>
<li>Ensinar os mais novos: a confecção (planeada, já se sabe) de uma refeição saudável pode ser um bom momento para unir a família e para ensinar as crianças sobre a importância de se comer saudavelmente.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do lado das empresas, a resposta está na oferta de programas de nutrição online. Para fomentar igualmente a inclusão, este é um benefício que as empresas deverão privilegiar, independentemente da região onde cada colaborador se encontra e do regime de trabalho que desempenha &#8211; seja 100% remoto, seja híbrido.</p>
<p>As consultas de nutrição virtuais representam um método óbvio para levar saúde aos trabalhadores. Além da atribuição de um plano alimentar personalizado e ajustável, um colaborador pode beneficiar, com a frequência devida, de dicas práticas e de conselhos úteis sobre as melhores opções de alimentos disponíveis, ou de métodos de confecção mais saudáveis. A literacia nutricional é outra vantagem, com o profissional a transmitir noções sobre leitura de rótulos ou das propriedades de cada alimento.</p>
<p>O conforto é, como se percebe, um pilar deste “perk”. Para os trabalhadores, é fácil encerrar um dia de trabalho e entrar numa consulta através de alguns cliques. Não havendo necessidades de deslocação, a adesão aos tratamentos é algo tido como certo. Poupam-se custos, quer para os colaboradores, quer para as empresas, e garante-se o mais importante: saúde, bem-estar e felicidade no trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como pode a nutrição ajudar a melhorar a performance no trabalho?</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/como-pode-a-nutricao-ajudar-a-melhorar-a-performance-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonor Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 11:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Slider]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Célia Craveiro]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A alimentação é um elemento que resulta como um catalisador de relações interpessoais entre colaboradores e a nutrição como um factor crucial na melhoria da produtividade, da criatividade e do bem-estar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A alimentação é um elemento que resulta como um catalisador de relações interpessoais entre colaboradores e a nutrição como um factor crucial na melhoria da produtividade, da criatividade e do bem-estar.</strong></p>
<p><em>Por Célia Craveiro, presidente da APN – Associação Portuguesa de Nutrição</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2019/07/Celia_Craveiro_1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-139077 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2019/07/Celia_Craveiro_1-300x293.png" alt="" width="300" height="293" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2019/07/Celia_Craveiro_1-300x293.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2019/07/Celia_Craveiro_1.png 484w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Actualmente, o mundo corporativo é extremamente exigente, a nível mental e físico. Os colaboradores trabalham mais horas, sob maior pressão, tendo menos tempo para dedicarem ao descanso e à recuperação. Contudo, a capacidade produtiva é, por vezes, inadequada, fruto do desequilíbrio de factores fundamentais para asseverarem a produtividade dos colaboradores, como por exemplo, a qualidade do sono, a prática de exercício físico e os bons hábitos alimentares.</p>
<p>Como tal, quais são as vantagens que a nutrição pode oferecer no sector empresarial, ao nível dos colaboradores e empregadores? Poderá ser um benefício a implementação de programas de saúde, na área alimentar e nutricional? De facto, a nutrição apresenta um papel relevante na melhoria da produtividade dos trabalhadores e na redução do absentismo dos mesmos, através da integração de amplas intervenções de saúde e de educação alimentar no local de trabalho. Pequenas mudanças na dieta, o estabelecimento de um horário estruturado para a prática das refeições diárias e o estímulo de actividade física podem ser elementos fulcrais para melhorar o estilo de vida e optimizar a capacidade cognitiva, em prol da performance laboral.</p>
<p>Na verdade, os dados mostram-nos que há um melhor desempenho e uma menor taxa de absentismo nos colaboradores que têm uma alimentação mais cuidada e que praticam actividade física regularmente, sendo estes indicadores inferiores nos indivíduos obesos e doentes crónicos não fisicamente activos. Assim, compreende-se a importância que os programas de saúde podem representar na gestão de saúde dos colaboradores, sendo ferramentas inequívocas na melhoria do bem-estar físico e cognitivo dos colaboradores.</p>
<p>Efectivamente, perante uma sociedade cada vez mais consciente quanto à importância de um estilo de vida saudável e amigo do ambiente, é crucial a presença de programas de educação alimentar e saúde nas empresas para melhorar os indicadores de performance e contribuir para a atrair e reter o talento, devido à atenção atribuída à melhoria da sua qualidade de vida.</p>
<p>Por outro lado, a alimentação tem um factor social incrível, facilitando a conexão entre as pessoas e o estímulo das relações entre colegas. É, portanto, um elemento que permite criar laços de união entre os diferentes colaboradores, inclusivamente, os que pertencem a uma equipa diferente.</p>
<p>Note-se que a alimentação também poderá facilitar a dinamização de acções de team building (pro exemplo, workshops de culinária, concurso de melhor prato ou uma simples partilha dos alimentos tradicionais de cada região entre colegas). Acrescente-se ainda que, a implementação de hábitos alimentares mais saudáveis entre todos os colaborares opera como uma forma de estreitar laços, visto que há a percepção de que estão todos a caminhar no mesmo sentido.</p>
<p>Destaque-se ainda o exemplo da Google na criação de um ambiente de trabalho como cursos de culinária ou espaços para refeições), visto que compreenderam que a alimentação é um elemento que resulta como um catalisador de relações interpessoais entre colaboradores e a nutrição como um factor crucial na melhoria da produtividade, da criatividade e do bem-estar dos colaboradores a curto e a longo prazo. Outro exemplo é a Microsoft,que também reconhece a importância de um nutricionista na promoção da melhoria da produtividade e inspiração dos seus colaboradores, disponibilizando programas de educação alimentar na organização.</p>
<p>Deste modo, o consumo de alimentos saudáveis (pão de centeio, iogurte natural, frutos oleaginosos, peixe gordo, hortícolas, fruta da época, são alguns exemplos), a par de um programa de educação alimentar focado na melhoria da saúde e da performance cognitiva com o apoio personalizado de um nutricionista, contribui para a manutenção de níveis de energia durante o período de trabalho, ajudando a manter a concentração e o estado de humor, assim como promovendo o espírito criativo dos colaboradores.</p>
<p>Com efeito, um ambiente corporativo mais salutar é, claramente, um ambiente potenciador das relações humanas e da funcionalidade cognitiva a níveis superiores, traduzindo-se em ganhos em saúde para os colaboradores e económicos para as organizações e os sistemas de saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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