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	<title>Everis Portugal &#8211; Human Resources</title>
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	<title>Everis Portugal &#8211; Human Resources</title>
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		<title>Reportagem: O &#8220;lado negro&#8221; do teletrabalho</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/reportagem-o-lado-negro-do-teletrabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra M. Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 09:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao fim de um ano de pandemia de COVID-19, urge perguntar às organizações como é estar há 12 meses com os escritórios vazios e com as equipas sem se ver sem ser através de um ecrã. Muito de tem falado das vantagens do teletrabalho, mas também há desvantagens. Qual é este "lado negro" e como empresas e os colaboradores aprenderam a pintá-lo de outros tons? Foi o que fomos tentar saber junto de empresas de diferentes sectores: Microsoft, Neotalent (Grupo Novabase), MSC Cruzeiros,  LLYC Portugal, everis e Axians. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ao fim de um ano de pandemia de COVID-19, urge perguntar às organizações como é estar há 12 meses com os escritórios vazios e com as equipas sem se ver sem ser através de um ecrã. Muito de tem falado das vantagens do teletrabalho, mas também há desvantagens. Qual é este &#8220;lado negro&#8221; e como </strong><strong>empresas e os colaboradores aprenderam a pintá-lo de outros tons? Foi o que fomos tentar saber junto de empresas de diferentes sectores: Microsoft, Neotalent (Grupo Novabase), MSC Cruzeiros,  LLYC Portugal, everis e Axians. </strong></p>
<p>Por Sandra M. Pinto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Março de 2020, o mês em que vida mudou, a das organizações e dos seus colaboradores. Nesse mês, surgiam em Portugal  os primeiros casos de COVID-19, no seguimento dos quais foi decretado o primeiro Estado de Emergência. Com o confinamento que se seguiu, as empresas viram-se forçadas a colocar em teletrabalho obrigatório os seus colaboradores, ou grande parte deles.</p>
<p>Março de 2021, a vida não voltou, de todo, ao normal. Estando Portugal a enfrentar o décimo primeiro Estado de Emergência, decretado no seguimento do aumento exponencial do número de infectados e de mortos com COVID-19, vimo-nos de novo confinados.</p>
<p>Para as empresas pouca coisa mudou neste ano atípico e extremamente complicado. As dificuldades acentuam-se, assim como as incertezas relativamente ao futuro. Os colaboradores permanecem em casa, num modelo de teletrabalho a cada dia mais exigente. Com os escritórios vazios e com as equipas sem se verem sem ser através de um ecrã, será que empresas e colaboradores detectam neste, agora normal, modelo de trabalho um lado &#8220;negro&#8221;?</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-205316 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2021/03/llyc_close_up_007-300x200.jpg" alt="" width="189" height="126" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/llyc_close_up_007-300x200.jpg 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/llyc_close_up_007-1024x682.jpg 1024w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/llyc_close_up_007-768x512.jpg 768w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/llyc_close_up_007.jpg 1181w" sizes="(max-width: 189px) 100vw, 189px" />«Gosto sempre de ter uma visão positiva sobre os desafios, e este desafio que a pandemia nos coloca é enorme», afirma <strong>Tiago Vidal, sócio e director-geral da LLYC em Portugal</strong>, concretizando: «Enorme para cada um de nós a título pessoal, para as nossas empresas e para as nossas equipas. Costumo dizer que <strong>isto não é uma experiência de teletrabalho, mas sim uma experiência social</strong>, e para dar resposta ao mesmo, tornamo-nos mais flexíveis e ágeis, com maior capacidade de avaliar o que realmente tem impacto e focarmo-nos em atingir esse objectivo. A comunicação e os fluxos de trabalho tornaram-se mais fluidos. Em resumo, a produtividade de uma parte relevante das nossas tarefas aumentou – o que se revelou uma oportunidade na gestão do nosso trabalho e das nossas pessoas.»<br />
No entanto, Tiago Vidal reconhece que não deixaram «de <strong>sentir um vazio pela falta do contacto</strong> humano entre as equipas e com os clientes, um vazio causado pela ausência daqueles &#8220;pequenos-grandes&#8221; momentos espontâneos de cocriação, de partilha, de colaboração e de celebração». E admite: «Queremos recuperar esses momentos assim que possível, pois como diz o provérbio &#8220;sozinhos vamos mais rápido mas juntos vamos mais longe&#8221;».</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-205320 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2021/03/microsoft_clara-celestino-200x300.jpg" alt="" width="113" height="170" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/microsoft_clara-celestino-200x300.jpg 200w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/microsoft_clara-celestino-683x1024.jpg 683w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/microsoft_clara-celestino-768x1151.jpg 768w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/microsoft_clara-celestino-1025x1536.jpg 1025w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/microsoft_clara-celestino-1367x2048.jpg 1367w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/microsoft_clara-celestino-scaled.jpg 1708w" sizes="(max-width: 113px) 100vw, 113px" />A Microsoft tem a totalidade dos seus colaboradores em Portugal, 1200, a trabalhar remotamente desde Março do ano passado e adaptados a este formato, garante<br />
<strong>Clara Celestino, Human Resources lead da Microsoft Portugal. </strong>«A tecnologia permite que os nossos colaboradores tenham acesso às ferramentas tecnológicas de forma a garantir a comunicação entre as nossas equipas e que as reuniões aconteçam com a mesma frequência que tínhamos anteriormente. O Microsoft Teams é a ferramenta de colaboração utilizada por todos os nossos colaboradores, em conjunto com clientes e parceiros.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já <strong>Fernando Rodrigues, managing director na Axians Portugal</strong>, partilha que a organização tem cerca de 97% dos colaboradores a trabalhar em regime de trabalho remoto desde o dia 12 de Março de 2020, mantendo-se até à data, em linha com as <img decoding="async" class="wp-image-205322 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2021/03/fernandorodrigues-200x300.jpg" alt="" width="117" height="176" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/fernandorodrigues-200x300.jpg 200w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/fernandorodrigues-684x1024.jpg 684w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/fernandorodrigues-768x1151.jpg 768w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/fernandorodrigues-1025x1536.jpg 1025w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/fernandorodrigues-1367x2048.jpg 1367w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/fernandorodrigues-scaled.jpg 1709w" sizes="(max-width: 117px) 100vw, 117px" />orientações das autoridades de saúde. «A todos os colaboradores foram disponibilizadas comunicações móveis, com voz e dados, ferramentas de colaboração que permitem a fácil comunicação, ainda que digital, e também de materiais que possam tornar o “escritório em casa” mais adequado. Desde Março de 2020 que a empresa está a <strong>tentar descobrir novas formas de trabalhar e de nos relacionarmos no contexto laboral porque acreditamos que o contacto humano é essencial</strong>, pois é desse encontro que surgem ideias inovadoras, novas soluções, novos modelos de negócio.»</p>
<p>O responsável faz notar que «temos hoje a consciência que é possível ter maior equilíbrio entre a presença física e o trabalho remoto», dando como exemplo a realização «de sessões virtuais de equipas, com a duração de cerca de 10 minutos, apenas para sabermos como estamos e partilharmos ideias, enquanto bebemos o café, isto tudo para dinamizarmos mais a presença humana, ainda que actualmente seja digital».</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«O modelo de trabalho híbrido é algo que defendemos, tanto que investimos na alteração das nossas instalações, para que logo em Maio de 2020, estivessem implementadas um conjunto de medidas para tornar os nossos escritório seguros (e certificados) em contexto de pandemia», refere <strong>fonte oficial da everis Portugal</strong>, revelando que «desde aí que, sempre que as circunstâncias o permitiam (o que não é o caso actualmente), que promovemos momentos ocasionais de trabalho no escritório, que, acima de tudo procuram promover <img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-205326 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2021/03/eventt_logo_p_rgb-300x200.jpg" alt="" width="172" height="114" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/eventt_logo_p_rgb-300x200.jpg 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/eventt_logo_p_rgb-1024x682.jpg 1024w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/eventt_logo_p_rgb-768x512.jpg 768w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/eventt_logo_p_rgb-1536x1024.jpg 1536w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/eventt_logo_p_rgb-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 172px) 100vw, 172px" />momentos de maior convívio e colaboração».</p>
<p>A everis sabe a<strong> importância deste contacto pessoal em termos de cultura empresarial, desenvolvimento profissional e de construção de ideias e de inovação. </strong>«Acreditamos inclusivamente que os modelos de trabalho hibrido serão o futuro, na medida em que as pessoas e as organizações podem beneficiar do melhor dos dois mundos». Mas reconhece-se que o trabalho remoto impõe desafios do ponto de vista da conciliação da vida pessoal, familiar e profissional. Por isso, facilitam o trabalho assíncrono e incentivam os colaboradores «a partilharem com as equipas as suas dificuldades, de forma a se encontrarem soluções em grupo».</p>
<p>A somar a isso, têm «várias actividades de suporte disponíveis para os colaboradores, nomeadamente, treinos de grupo, sessões de meditação e serviços de apoio variado, extensíveis ao agregado familiar, para que desta forma possamos aliviar um pouco a pressão que o contexto impõe».</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-205330 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2021/03/paulo-almeida-300x225.jpg" alt="" width="189" height="142" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/paulo-almeida-300x225.jpg 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/paulo-almeida-1024x768.jpg 1024w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/paulo-almeida-768x576.jpg 768w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/paulo-almeida-1536x1152.jpg 1536w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/paulo-almeida-2048x1536.jpg 2048w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/paulo-almeida-86x64.jpg 86w" sizes="auto, (max-width: 189px) 100vw, 189px" />Na <strong>Neotalent</strong>, sempre lidaram com o trabalho remoto, realça <strong>Paulo Almeida, Senior Manager </strong>da empresa do grupo Novabase que se dedica ao recrutamento de talento em TI. «A maior parte dos nossos consultores trabalhavam nas instalações dos clientes, e as equipas de nearshore faziam-no do escritório para o mercado internacional. Um ano depois, os hábitos que todos tivemos que adquirir facilitaram a rotina do trabalho à distância, no entanto, e pelo feedback que recebemos da equipa, há vontade de regressar ao ambiente de escritório – mesmo que num regime híbrido, que combine trabalho presencial e teletrabalho. Afinal, <strong>há dimensões da comunicação que enriquecem a relação entre as pessoas e que não passam para o outro lado do ecrã</strong>».</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span lang="pt"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-205334 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2021/03/eduardo-cabrita-300x199.jpg" alt="" width="216" height="143" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/eduardo-cabrita-300x199.jpg 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/03/eduardo-cabrita.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 216px) 100vw, 216px" />Num sector bastante diferente, <strong>Eduardo Cabrita, director-geral da MSC Cruzeiros em Portugal</strong>, assegura: «A resiliência e a visão positiva que tivemos, mostrou que uma nova forma de trabalhar é possível, com a mesma produtividade e desempenho, e quem se adaptar terá um sucesso ainda maior quando tudo isto passar. </span><span lang="pt">Sinceramente, na <span class="markwu0ucl9jd" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">MSC</span> Cruzeiros, notámos uma grande capacidade de mobilização de todos em torno de causas e iniciativas internas positivas, o que mostra a força do nosso grupo de trabalho para enfrentar uma ameaça em comum. </span><span lang="pt">Obviamente que o mundo vai ser diferente, mesmo havendo uma adaptação em relação ao futuro das empresas para uma nova normalidade, agora que já existe uma luz ao fundo do túnel.»</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A nova dimensão do estar próximo </strong></p>
<p>Os ecrãs passaram a estar ainda mais presentes na vida diária de muitos profissionais, pois, além do trabalho, é através deles que mantêm contacto com os colegas em momentos que se pretendem de descontração. Pelo seu lado, as empresas têm feito de tudo para <strong>manter a motivação das equipas e o engagement dos colaboradores em torno do seu propósito</strong>. Se tem siso fácil? Todas concordam que não. Se tem sido uma aprendizagem? Todas afirmam que sim.</p>
<p>«Acredito que aprendemos muito neste contexto e que vamos ter a oportunidade de criar um novo modelo de trabalho onde a produtividade e a flexibilidade estará presente, mas onde, seguramente, a proximidade terá de fazer parte da equação», afirma o director-geral da LLYC em Portugal, para quem «essa <strong>proximidade emocional pode ser trabalhada na esfera digital, mas terá sempre de ter uma componente forte na esfera física</strong>». Numa empresa de comunicação, o desafio que têm «pela frente é, claramente, o de criar dinâmicas de trabalho e relacionamento verdadeiramente “phygitais”». Tiago Vidal sublinha que <strong>o ser humano é um ser social</strong> «e o nosso trabalho é um dos locais onde a socialização deve acontecer de uma forma dinâmica e positiva – e sabemos bem do impacto que isso tem na nossa performance, por isso acredito que o equilíbrio entre o trabalho através das ferramentas digitais e o trabalho no mesmo espaço físico irá permitir a todos nós retirar o melhor da experiência humana que é trabalhar em equipa para um objectivo comum.»</p>
<p>O responsável da Neotalent acredita que a «<strong>proximidade não tem de ser necessariamente física, ainda que a relação entre colegas beneficie do encontro presencial</strong>». A empresa tem promovido encontros virtuais mais informais, nas várias unidades do negócio, para manter a interação regular entre os diferentes elementos da equipa.<br />
«Sendo a comunicação feita através de meios digitais, há uma dimensão de previsibilidade que substitui a casualidade das conversas, outrora fortuitas», diz Paulo Almeida. «Afinal, já não nos cruzamos no corredor do escritório, não nos encontramos na máquina do café, não almoçamos juntos na copa – perdeu-se uma certa naturalidade na interacção. Por outro lado, e muito graças ao confinamento, valorizamos mais as oportunidades de nos reunirmos – ainda que virtualmente –, e acabamos por estar mais disponíveis para conciliar agendas e também <strong>mais tolerantes para com o outro.</strong>»</p>
<p>Antes da pandemia obrigar ao trabalho remoto, na Microsoft já existia a política de trabalhar fora do escritório. «A tecnologia é um facilitador que nos permite chegar aos nossos colaboradores independentemente do sítio onde estão a trabalhar, assim como realizarmos iniciativas que envolvam as equipas internamente», conta Clara Celestino. «Acreditamos que o <strong>bem-estar pessoal é crítico para o futuro das empresas e que devemos investir na experiência dos colaboradores pode aumentar a sua felicidade no trabalho</strong>, impulsionar o volume de negócios e o sucesso global da empresa», defende a responsável. Além do lançamento do Microsoft Viva, nos últimos meses a organização tem vindo a promover junto dos seus colaboradores diversas iniciativas em temáticas como a saúde mental, combater o stress e equilibrar a produtividade. «A nível global dispomos de programas como o Microsoft Cares Employee Assistance e localmente proporcionámos o programa We Care Wellness no qual transmitimos, via Teams, dicas para tratar do corpo e da mente. Para mantermos a ligação entre as pessoas, temos organizados coffee breaks e sessões virtuais para debate e partilha de ideias, incluindo os “tea time’s” liderados pela nossa directora-geral.»</p>
<p>Também na everis, a proximidade é algo muito valorizado, independentemente do registo de trabalho que temos. «Mas <strong>o contacto pessoal é hoje mais valorizado do que nunca</strong>, porque o trabalho remoto deixou de ser pontuado por ocasionais momentos de trabalho presencial, como acontecia antes da pandemia.»</p>
<p>Sobre se existe agora uma nova dimensão do estar próximo, o managing director na Axians Portugal, não hesita e responde: «Aem dúvida nenhuma, porque é através do contacto humano que por vezes surgem ideias para o desenvolvimento do nosso negócio». Mas Fernando Rodrigues revela que, quase um ano após estarem a trabalhar remotamente, «os colaboradores arranjaram mecanismos de se aproximarem uns dos outros digitalmente quer seja com a chefia, outros colegas, parceiros ou clientes. Usamos muito a assinatura “with a human touch” e <strong>é precisamente o contacto humano que nos permite descobrir novas formas de trabalhar e de nos relacionarmos no contexto laboral</strong>, embora actualmente o façamos digitalmente.»</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Errar é humano e os cibercriminosos sabem disso. Desde o confinamento, os ataques têm aumentado</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/errar-e-humano-e-os-cibercriminosos-sabem-disso-desde-o-confinamento-os-ataques-tem-aumentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 10:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Catarina Barreto]]></category>
		<category><![CDATA[cibercrime]]></category>
		<category><![CDATA[Everis Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[«A fragilidade digital das pessoas é particularmente relevante para as organizações. Os cibercriminosos estão conscientes dessa vulnerabilidade.» Leia o artigo de Catarina Barreto, consultora de Segurança de Informação da everis Portugal, sobre a importância de as organizações não descurarem a cibersegurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>À medida que as nossas vidas transitam para o mundo virtual, é inegável ver como a tecnologia nos facilita o dia-a-dia, mas também como nos expõe cada vez mais à cibercriminalidade, que acompanhou a sociedade nesta mudança de paradigma. Hoje em dia, os criminosos não estão apenas na rua e nas organizações, estão em parte incerta, atrás de um computador a explorar as vulnerabilidades dos sistemas informáticos, mas, acima de tudo, do ser humano, porque afinal errar é humano e os cibercriminosos sabem disso.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Catarina Barreto, consultora de Segurança de Informação da everis Portugal</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-195430 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2020/12/catarina-barreto-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/12/catarina-barreto-169x300.jpg 169w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/12/catarina-barreto-576x1024.jpg 576w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/12/catarina-barreto-768x1365.jpg 768w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/12/catarina-barreto-864x1536.jpg 864w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2020/12/catarina-barreto.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px" />Os mais desatentos podem pensar “bem, eu não tenho dados sensíveis no meu portátil, no meu tablet ou no meu smartphone”, mas a verdade é que a maioria de nós usa redes sociais, abertas e carregadas de dados pessoais, acede a aplicações financeiras e até tem dados de saúde impecavelmente organizados em aplicações dedicadas. Se a isto juntarmos o acesso a um site inseguro ou à abertura de um email suspeito ou ao download de um documento de um remetente desconhecido, contendo código malicioso, facilmente se percebe que os ciberataques podem não acontecer só aos outros.</p>
<p>A fragilidade digital das pessoas é particularmente relevante para as organizações. Os cibercriminosos estão conscientes dessa vulnerabilidade e, utilizando métodos que exploram a ingenuidade das vítimas para atingirem os seus objectivos (como o recurso a mensagens personalizadas e apelativas), fazem-se passar por pessoas e entidades em que os alvos depositam confiança. De acordo com um estudo recente da CybSafe, cerca de 90% da fuga de dados é causada por falha humana.</p>
<p>De forma a atingirem os colaboradores que têm acesso a informação mais restrita, e por essa razão com mais valor, os cibercriminosos tentam entrar nas organizações através de colaboradores menos sensibilizados para estas matérias. Isto não significa que os criminosos saibam de antemão o alvo mais fácil, no entanto, todo este processo baseia-se na experiência e desenvolve-se por tentativa-erro.</p>
<p>Dados recentemente partilhados pelo Observatório de Cibersegurança indicam que em Março de 2020 – início do Grande Confinamento – se verificou um aumento de 176% de incidentes, em comparação com o ano transato. Um facto que indicia um aproveitamento dos atacantes relativamente à transição da população para um regime de trabalho remoto, desenvolvido a partir de redes domésticas, habitualmente menos protegidas do que as corporativas, e nas quais habitualmente todos nos sentimos mais confortáveis e menos atentos ao risco.</p>
<p>Apesar de mais protegidas, as redes corporativas têm também fragilidades, que são especialmente colocadas à prova com a tendência crescente dos colaboradores levarem para o espaço de trabalho equipamentos particulares (BYOD &#8211; bring your own device), o que torna mais difícil distinguir onde está a fronteira pessoal e profissional.</p>
<p>O Relatório de 2019 publicado pelo Observatório de Cibersegurança revela a existência de uma discrepância significativa entre os portugueses e os pares europeus relativamente ao conhecimento de alguém vítima de um ataque fraudulento de dados – 3% vs 26%. Estes dados não significam que os portugueses sofram menos ataques do que os vizinhos Europeus. Pode querer dizer sim que os portugueses estão menos sensibilizados para estes fenómenos ou para a forma e importância de os reportar.</p>
<p>Em Outubro, mês da Cibersegurança, muitas organizações apostaram em campanhas de sensibilização. No entanto, a cibersegurança deve ser um tema presente em todo o ano. Devemos olhar para estas evidências, para que a sociedade se mobilize no sentido de se defender melhor. Precisamos de melhorar a literacia digital e apostar em formação continua. Um esforço que tem de ser desenvolvido por autoridades, organizações e pelos próprios cidadãos.</p>
<p>A cibersegurança é um domínio complexo e dinâmico, que não funciona à base de fórmulas estandardizadas. Varia em função do contexto, mas compreende sempre medidas relacionadas com quatro dimensões – tecnologia, pessoas, processos e modelos de governance. Só conjugando esforços nestas quatro matérias conseguimos preparar pessoas e organizações para fazer face às ameaças do ciberespaço.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Há 200 vagas para jovens talentos nesta empresa (em várias áreas)</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/ha-200-vagas-para-jovens-talentos-nesta-empresa-em-varias-areas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 10:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento/Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[everis]]></category>
		<category><![CDATA[Everis Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Everis Portugal lançou uma campanha para recrutar 200 jovens talentos. E que tem várias opções de carreira para oferecer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Everis Portugal lançou uma campanha para recrutar 200 jovens talentos. A campanha recorre ao formato de vídeo e à linguagem de publicidade para transmitir a ideia, de que a consultora procura pessoas com atitude e que tem várias opções de carreira para oferecer.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Concebido sob o mote “Traz a tua atitude”, o filme é protagonizado por colaboradores da Everis, a par de bailarinos profissionais e caracteriza-se pelo ritmo imposto pela banda sonora e pela sucessão de diferentes planos que vão revelando os escritórios da empresa no Saldanha, em Lisboa, assim como uma coreografia bem delineada.</p>
<p>«Um trabalho complementado por motion graphics e por uma voz off, que reforçam a ideia de que na everis, o maior activo são as pessoas, que a atitude marca a diferença e que o futuro dos interessados se pode conjugar com a visão da empresa», lê-se em comunicado.</p>
<p>Após a análise dos candidatos, a Everis Portugal vai convidar os seleccionados a realizarem um conjunto de entrevistas à distância, que, para além de respeitarem a recomendação de distanciamento social das autoridades, permitem à companhia manter o curso do processo de recrutamento.</p>
<p>A linha de comunicação inaugurada com esta campanha será utilizada em todas as acções de recrutamento desenvolvidas pela consultora, a realizar de agora em diante.</p>
<p>A campanha foi concebida e desenhada pela própria Everis e produzida pela CreArt, revelando desta forma as competências da consultora no desenvolvimento de campanhas criativas, que constituem uma das mais recentes apostas de negócio da empresa. Foi gravada antes do período de contenção da pandemia e já está a circular nas redes sociais.</p>
<p>Pode ver <a href="https://vimeo.com/390976720" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> o vídeo da campanha.</p>
<p>Os interessados podem conhecer a consultora, as vagas existentes e formalizarem as suas candidaturas <a href="https://www.atuaatitude.com/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Há um novo high performance center em Lisboa. E vai contratar</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/ha-um-novo-high-performance-center-em-lisboa-e-vai-contratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 10:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Everis Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[high performance center]]></category>
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					<description><![CDATA[A everis Portugal abriu um high performance center em Lisboa, que arranca com 150 consultores e prevê a contratação de igual número de colaboradores no espaço de um ano e meio. O novo escritório representa um investimento de 3 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A everis Portugal abriu um high performance center em Lisboa, que arranca com 150 consultores e prevê a contratação de igual número de colaboradores no espaço de um ano e meio. O novo escritório representa um investimento de 3 milhões de euros.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este novo high performance center é um centro de serviços de Tecnologias de Informação e Comunicação, especializado nas soluções Java, .Net, Cobol, Angular, PL/SQL e nos sistemas operativos Android e IOS. Nesta fase, vai servir sobretudo clientes dos sectores automóvel, seguros, banca e retalho, dotando a everis Portugal de maior capacidade de resposta junto de clientes nacionais e internacionais.</p>
<p>A arquitectura do novo espaço foi pensada para servir os modelos de trabalho actuais, com espaços de trabalho formais, intervalados por zonas informais, que favorecem a colaboração e a relação entre os pares. Por sua vez, as salas de reunião têm quatro formatos distintos, para se adequarem a diferentes modelos de trabalho – conference rooms, engagement rooms, boothcamp rooms e phonebooths.</p>
<p>Para assegurar a sustentabilidade ambiental, o escritório dispõe de muita luz natural e a iluminação artificial é composta por luzes led, com sensores de movimento, a que se juntam equipamentos que favorecem a reciclagem e boas práticas ambientais.</p>
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