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	<title>incumprimento &#8211; Human Resources</title>
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	<title>incumprimento &#8211; Human Resources</title>
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		<title>10% das empresas em Portugal pode ter de encerrar actividade devido ao impacto dos incumprimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2022 08:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito y Caución]]></category>
		<category><![CDATA[Iberinform]]></category>
		<category><![CDATA[incumprimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O impacto da morosidade intensificou-se em Portugal, com 74% das empresas nacionais (mais oito pontos percentuais que no ano passado) a sofrerem o impacto negativo da morosidade na sua conta de resultados. Contudo, apenas 10% (três pontos percentuais menos que há um ano) afirma que corre o risco de encerrar a sua actividade em resultado do impacto dos incumprimentos. Estas são algumas das conclusões do inquérito do outono do Estudo de Gestão do Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O impacto da morosidade intensificou-se em Portugal, com 74% das empresas nacionais (mais oito pontos percentuais do que no ano passado) a sofrerem o impacto negativo da morosidade na sua conta de resultados. Contudo, apenas 10% (três pontos percentuais menos do que há um ano) afirma que corre o risco de encerrar a sua actividade em resultado do impacto dos incumprimentos. Estas são algumas das conclusões do inquérito do Outono do Estudo de Gestão do Risco de Crédito em Portugal, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o Estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal, 33% das empresas portuguesas enfrentam perdas de receitas significativas por causa da morosidade, mais quatro pontos percentuais do que há um ano.</p>
<p>O agravamento dos efeitos da morosidade alcança níveis superiores nos aspectos da actividade empresarial afectados pelo agravamento das taxas de juro, 51% do tecido empresarial regista um aumento dos seus custos de financiamento (dez pontos mais do que em 2021). A expansão comercial é travada por 30% das empresas (dois pontos menos do que há um ano) e 28% vê-se obrigado a limitar os seus novos investimentos (sete pontos menos).<br aria-hidden="true" /><br aria-hidden="true" />A falta de controlo sobre a morosidade é um risco para a actividade empresarial. O incumprimento dos pagamentos acordados gera importantes tensões de liquidez numa situação como a actual e é especialmente desestabilizador das operações das empresas de menor dimensão. Se se chegar ao incumprimento de uma venda a crédito comercial, a perda equivale aos custos de produção do produto.</p>
<p>O impacto de um incumprimento comercial acentua-se quanto menor for a margem de lucro, pois multiplica o número de vendas com clientes solventes que é necessário para compensar a perda. Se uma empresa com uma margem comercial de 10% sofre um incumprimento de 10 mil euros, deverá gerar um novo negócio no valor de 100 mil euros para compensar o impacto dos 9000 euros em custos de produção. Num contexto de emagrecimento das margens comerciais, como consequência dos aumentos dos custos de produção e da importante subida das taxas de juro, é especialmente importante para a sobrevivência de uma empresa gerir adequadamente os seus riscos de incumprimento.</p>
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		<title>COVID-19 coloca em risco de incumprimento quase 70% do tecido empresarial</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/covid-19-coloca-em-risco-de-incumprimento-quase-70-do-tecido-empresarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 11:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Iberinform]]></category>
		<category><![CDATA[incumprimento]]></category>
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					<description><![CDATA[A Iberinform procedeu ao reajustamento dos modelos preditivos de avaliação e risco para adaptá-los às mudanças do actual cenário económico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Iberinform tem acompanhado de forma directa o impacto gerado pela pandemia de COVID-19 nos diferentes sectores de actividade e na economia em geral. Neste contexto, a especialista em soluções de gestão e avaliação de risco e de informação de valor acrescentado sobre o tecido empresarial procedeu ao reajustamento dos modelos preditivos de avaliação e risco para adaptá-los às mudanças do actual cenário económico.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os ajustes efectuados projectam o impacto de uma recessão na economia portuguesa e no comportamento dos negócios, tendo gerado mudanças nas avaliações em mais de 129 mil empresas. Segundo as estimativas da Iberinform, pelo menos 25% do tecido empresarial apresenta risco elevado de incumprimento e 44% risco médio. Apenas 31% da estrutura enfrenta o cenário actual com garantias e mantém valores que permitem considerar seu risco de crédito baixo.</p>
<p>Os sectores ligados ao Turismo (Restauração e Alojamento), aos Serviços de Lazer, ao Comércio extra Alimentação, Higiene e Saúde, Imobiliário e Construção são os principais sectores afectados pelo impacto económico da COVID-19 que registam 65% de empresas com alteração do nível de risco.</p>
<p>Os sectores ligados à cadeia de valor da Alimentação (Agricultura, Indústria alimentar, Comércio alimentar), da Saúde e da Higiene,  são menos afectados, revelando que 80% mantiveram o nível de risco, tendo 43% mantido o seu nível de risco baixo.</p>
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