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	<title>Páginas amarelas &#8211; Human Resources</title>
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	<title>Páginas amarelas &#8211; Human Resources</title>
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		<title>Páginas Amarelas cria área de People &#038; Culture e anuncia a responsável</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/paginas-amarelas-cria-area-de-people-culture-e-anuncia-a-responsavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 10:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Reis]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Páginas amarelas]]></category>
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					<description><![CDATA[Marta Reis é a nova responsável de People &#038; Culture.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Páginas Amarelas anunciou a criação da área interna de People &amp; Culture, um investimento no desenvolvimento de talento e na consolidação de uma cultura organizacional orientada para a inovação, o crescimento e a sustentabilidade do negócio. A nova área será liderada por Marta Reis.</p>
<p>Com um percurso nas áreas de Comunicação, Marketing e Gestão de Conteúdos, ao longo dos cerca de 15 anos de carreira, com passagem pela Havas Media Group, a profissional destacou-se no desenvolvimento de projectos estratégicos, na gestão de pessoas e na implementação de soluções orientadas para resultados.</p>
<p>Na Páginas Amarelas, Marta Reis assume agora o desafio de implementar a estratégia do novo departamento de People &amp; Culture, orientado para a atracção, desenvolvimento e retenção de talento, bem como para a promoção de uma cultura organizacional em sintonia com os valores e a ambição da empresa.</p>
<p>«Acredito profundamente que produtividade e felicidade andam de mãos dadas e que o crescimento sustentável começa nas pessoas. O meu regresso à Páginas Amarelas nasce da vontade de contribuir para a construção de equipas alinhadas, motivadas e conscientes do seu papel na visão de futuro da empresa, num momento especialmente relevante da sua evolução», explica a porta-voz.</p>
<p>Com mais de seis décadas de actividade, a Páginas Amarelas é hoje um parceiro inteligente que acelera o crescimento com impacto das PME portuguesas, investindo continuamente na renovação e no desenvolvimento &#8211; a partir de dentro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Páginas Amarelas tem novo CEO</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/paginas-amarelas-tem-novo-ceo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[João Souto]]></category>
		<category><![CDATA[Páginas amarelas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Páginas Amarelas, especialista em produtos e serviços digitais para PMEs, nomeou João Souto como novo CEO. Sucede a António Alegre, anterior director-geral da marca, que termina funções executivas e mantém-se na estrutura como presidente do Conselho de Administração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Páginas Amarelas, especialista em produtos e serviços digitais para PMEs, nomeou João Souto como novo CEO. Sucede a António Alegre, anterior director-geral da marca, que termina funções executivas e mantém-se na estrutura como presidente do Conselho de Administração.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com mais de 25 anos de experiência nas áreas de Estratégia, Desenvolvimento e Gestão de Negócios, João Souto tem uma forte e longa relação com a Páginas Amarelas, mantida com algumas interrupções desde 2006. Neste período exerceu na empresa funções de director Comercial Porto, Lisboa, de gestor de Unidade de Negócio e de director de Projectos de Negócio.</p>
<p>Até à presente nomeação, desempenhava o cargo de que deixa a função de Chief Revenue Officer para assumir a liderança da empresa e a prioridade estratégica de apoio à evolução do ADN digital das empresas nacionais.</p>
<p>Licenciado e Mestre em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, João Souto possui um MBA em Gestão de Empresas pela Porto Business School e uma especialização em Design Thinking para a Inovação Empresarial pela Católica Lisbon School of Business &amp; Economics.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entrevista a António Alegre, CEO das Páginas Amarelas: De lista telefónica a agência de marketing digital</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/entrevista-a-antonio-alegre-ceo-das-paginas-amarelas-de-lista-telefonica-a-agencia-de-marketing-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 10:10:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CEO]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Nas bancas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[António Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Páginas amarelas]]></category>
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					<description><![CDATA[Do passado, ficou praticamente só o nome: a Páginas Amarelas é hoje muito diferente daquilo por que ficou conhecida: uma lista telefónica impressa. A empresa estaria “condenada”, quando alguém acreditou nela. António Alegre viu o potencial da combinação da marca icónica de valor histórico com a sua força de vendas, a base de clientes e a sua vontade de fazer algo disruptivo. Assim surge a Páginas Amarelas do presente: uma agência de marketing digital para PME, que mantém a missão de ligar a oferta à procura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Do passado, ficou praticamente só o nome: a Páginas Amarelas é hoje muito diferente daquilo por que ficou conhecida: uma lista telefónica impressa. A empresa estaria “condenada”, quando alguém acreditou nela. António Alegre viu o potencial da combinação da marca icónica de valor histórico com a sua força de vendas, a base de clientes e a sua vontade de fazer algo disruptivo. Assim surge a Páginas Amarelas do presente: uma agência de marketing digital para PME, que mantém a missão de ligar a oferta à procura. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Ana Leonor Martins | Fotos Nuno Carrancho</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem é que não se lembra (pelo menos os nascidos antes da década de 90) do mítico slogan das listas telefónicas Páginas Amarelas “Vá pelos seus dedos”? A marca em Portugal remonta a 1959 e tornou-se histórica. Ainda está no top of mind da maioria dos portugueses, mas o que muitos possivelmente não saberão é que, hoje, é uma empresa completamente diferente. Isto porque de uma facturação que chegou a ser de cerca de 120 milhões de euros por ano, a Páginas Amarelas passou a empresa insolvente, pois o directório impresso tornou-se obsoleto.</p>
<p>António Alegre fazia parte de uma startup que desenvolvia tecnologia para Pequenas e Médias Empresas (PME) que foi convidada a substituir a tecnologia de websites utilizada pela Páginas Amarelas. A situação crítica em que a empresa se encontrava não os desencorajou, pelo contrário, e acabariam a comprá-la. Deram então início a uma transição, que exigiu «uma mudança de mentalidade e uma reestruturação profunda », com foco inicial numa «redução drástica de custos fixos, operacionais e de recursos humanos».</p>
<p>Gradualmente, a Páginas Amarelas transformou-se agência de marketing digital para PME. E quando questionado se a inteligência artificial não pode voltar a pôr em causa o negócio, António é peremptório: «Reinventarmo-nos é essencial para crescer e estamos prontos para evoluir quantas vezes forem necessárias.» É por isso que, brevemente, vai assumir outro desafio no grupo Futuria, de que a Páginas Amarelas pertence. Com sentimento de missão cumprida, esta é assim a sua última entrevista enquanto CEO da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As Páginas Amarelas foram, durante muitos anos, um produto ímpar e sem concorrência. Com o surgimento dos motores de busca, rapidamente se tornou obsoleto. Mas o António comprou o negócio. O que fez um jovem de 27 anos pegar numa empresa “condenada”? E como surgiu a oportunidade?</strong><br />
A oportunidade surgiu numa altura em que eu fazia parte de uma startup que desenvolvia soluções para Pequenas e Médias Empresas [PME]. Participámos num concurso de startups promovido pela Portugal Telecom [PT], que nos deu a oportunidade de realizar uma prova de conceito com o nosso produto de websites para PME junto da sua força de vendas. E o sucesso deste projecto levou a PT a convidar-nos para substituir a tecnologia de websites utilizada pela Páginas Amarelas.</p>
<p>Foi durante esse processo que percebemos que a Páginas Amarelas estava numa situação crítica, mas, ao contrário do que muitos poderiam pensar, isso não nos demoveu ou desencorajou. Sentimos que era a oportunidade ideal para levarmos a nossa visão mais longe e conseguirmos o match perfeito: a nossa tecnologia aliada à força de vendas, à base de clientes e à marca icónica da Páginas Amarelas. Apesar de, aos olhos de muitos, ser uma empresa “condenada”, como disse, acreditámos que, com a nossa tecnologia e visão de futuro, podíamos revitalizar e modernizar a marca, transformando-a numa referência digital para PME.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que o fez acreditar na Páginas Amarelas? Qual a convicção que tinha para este projecto? Conseguiu visualizar aquilo que é hoje?</strong><br />
O que me fez acreditar na Páginas Amarelas foi a combinação da marca icónica de valor histórico com a sua força de vendas, a base de clientes e a nossa vontade de crescer, inovar e fazer algo disruptivo. Antes de adquirirmos a empresa, já estávamos a trabalhar em parceria com ela e quanto mais conhecíamos o negócio, mais sentido nos fazia a junção.</p>
<p>Há 11 anos, não conseguíamos visualizar o caminho exacto que viríamos a percorrer, mas acreditávamos no potencial de modernização e adaptação à era digital da Páginas Amarelas, confiámos que poderíamos criar algo único. Veio a ser um percurso mais longo e complexo do que imaginávamos, que exigiu muito mais do que introduzir apenas a nossa tecnologia. Implicou uma reestruturação profunda, de adaptação do negócio e das estruturas de custo, que transformou uma empresa de listas telefónicas numa empresa de marketing digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Não é uma “transição de negócio” evidente… Porquê marketing digital?</strong><br />
A escolha do marketing digital surgiu naturalmente porque, no fundo, a missão manteve-se: ligar a oferta e a procura. Anteriormente, essa ligação era feita através do livro físico; hoje, fazemo-lo por meios digitais. Os canais evoluíram, mas a missão é a mesma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E passaram da venda de um produto, um directório impresso, à venda de serviços digitais&#8230; O que foi fundamental neste caminho?</strong><br />
A transição exigiu uma mudança de mentalidade e uma reestruturação profunda. Um dos factores de sucesso foi a nossa capacidade de adaptação, escolhendo as melhores tecnologias para responder às necessidades das PME de forma eficaz e inovadora. A marca Páginas Amarelas, com o seu nome de confiança e reconhecimento, abriu-nos muitas portas e ajudou-nos a construir relações fortes com os clientes.</p>
<p>Outro ponto crucial foi a força de vendas, que permitiu uma proximidade com os clientes, ajudando-nos a entender o mercado e a adaptar as nossas soluções para apoiar o crescimento das PME.</p>
<p>Combinando a confiança que a marca já transmite com inovação e uma equipa dedicada, conseguimos consolidar a nossa liderança no mercado digital para PME em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acha que, se perguntarmos na rua, as pessoas vão saber o que é a Páginas Amarelas agora? É um tema que têm trabalhado?</strong><br />
A verdade é que a pergunta que mais ouvimos é: “A Páginas Amarelas ainda existe?” E sim, estamos cá e agora somos uma agência de marketing digital que atende mais de cinco mil clientes, com mais de quatro mil websites online e 1 200 campanhas de paid media em execução. Esta transição é algo em que temos trabalhado intensamente, mas ainda enfrentamos o desafio de actualizar a percepção pública da marca, já que reconhecemos que ainda é muitas vezes vista como uma empresa de listas telefónicas, reflectindo o passado. Mas, hoje, somos um parceiro digital completo, disponibilizando soluções de marketing digital como paid media – Google Ads, Meta Ads, Bing –, websites, SEO, redes sociais, entre outros.</p>
<p>Para ajudar a esclarecer esta mudança e reforçar a nossa posição de vanguarda no mercado digital, estamos a preparar o lançamento de uma nova marca para os nossos serviços de marketing digital, suportada por inteligência artificial [IA], com previsão de divulgação no início de 2025. Esta nova marca será dedicada exclusivamente a esses serviços, enquanto a marca Páginas Amarelas continuará a representar o nosso directório, cumprindo a missão original de conectar empresas e consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Leia o artigo na íntegra na edição de Novembro (nº. 167) da Human Resources, nas bancas.</em></p>
<div class="entry-content clearfix single-post-content">
<div class="">
<p><em>Caso prefira comprar online, tem disponível a <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e a <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Páginas Amarelas: Uma história de resiliência, com base nas pessoas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/paginas-amarelas-uma-historia-de-resiliencia-com-base-nas-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 12:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boas Práticas / Case Study]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[António Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[boas praticas]]></category>
		<category><![CDATA[Páginas amarelas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Páginas Amarelas é «uma organização com um enorme capital histórico de marca, que soube reinventar-se e que é hoje líder de mercado no Marketing Digital para as PME». Quem o garante é o CEO António Alegre, que partilha como a empresa se tem reinventado, antes e durante a pandemia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Páginas Amarelas é «uma organização com um enorme capital histórico de marca, que soube reinventar-se e que é hoje líder de mercado no Marketing Digital para as PME». Quem o garante é o CEO António Alegre, que partilha como a empresa se tem reinventado, antes e durante a pandemia.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Sandra M. Pinto</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Reconhecida, desde sempre, como uma “escola de vendas”, a Páginas Amarelas enfrentou inevitavelmente desafios adicionais com a pandemia, aos quais – afirma António Alegre, CEO da empresa – tem sido dada uma resposta positiva. «O percurso da Páginas Amarelas tem sido longo e rico, feito de muitos momentos de viragem importantes. Somos, historicamente, uma estrutura resiliente, com uma capacidade enorme de adaptação aos tempos e, na base disso, estão as pessoas, não só as que trabalham connosco, mas também as dezenas de profissionais que formamos todos os anos, algo de que nos orgulhamos muito.»</p>
<p>Enquanto organização, a Páginas Amarelas continua a sustentar a sua existência nos mesmos pilares em que assentou o seu nascimento. «Temos hoje, enquanto marca, os mesmos valores que tínhamos no tempo das listas telefónicas e que são sinónimo do serviço que prestamos: experiência, confiança e robustez», garante o CEO. «Uma vez que estamos actualmente ao nível do que de melhor se faz no mundo do digital, acrescentámos aos pilares históricos a flexibilidade, a sustentabilidade e a inovação.» A missão continua a ser «adicionar valor aos negócios e ser o melhor aliado das empresas, agora nos meios digitais».</p>
<p>Não escondendo que a empresa não ficou imune aos efeitos da COVID-19, em  termos de operação e resultados face ao que estava previsto para este ano, o responsável garante que a evolução dos acontecimentos foi acompanhada «de forma muito atenta», tendo sido levadas a cabo algumas adaptações estratégicas para garantir que a organização «se mantém resiliente e focada em ajudar as PME [pequenas e médias empresas] a sair desta crise».</p>
<p>Inevitáveis foram também as adaptações aos modelos de trabalho, com António Alegre a destacar que foram «das primeiras empresas a fazer a transição total da equipa para o teletrabalho, assim que foi anunciado que o País ia entrar em confinamento, e ainda antes de se ter uma noção do impacto da situação». Após esta decisão, a mudança foi «bastante rápida e eficaz para a maior parte da estrutura da empresa», garante. «No caso da equipa comercial, que trabalhava directamente no terreno, fez-se a transição para a venda não presencial, garantindo a continuidade do negócio, mas com uma nova prioridade em vista: ter as pessoas em segurança.»</p>
<p>Parte significativa da equipa da Páginas Amarelas é composta por estes perfis comerciais, «uma field-force habituada a percorrer o País em reuniões com os clientes, a fazer newbusiness presencial e que, num curto espaço de tempo, se viu obrigada a adaptar esse modelo para a venda não presencial». António Alegre reconhece que «hoje, a tecnologia permite a continuidade do negócio como não aconteceria há cinco ou 10 anos», mas reconhece que «teve de haver um refresh da formação comercial, uma adaptação dos pitches para o novo formato e uma redefinição do processo de venda, já que o ticket médio de venda por telefone é tendencialmente mais baixo».</p>
<p>O responsável acredita que a criação de equipas de elevada performance depende da convergência entre o perfil dos profissionais e a cultura da empresa, «e este é um exemplo flagrante de como o regime remoto veio influenciar a forma como trabalhamos e das medidas que temos implementado internamente para respondermos convenientemente à nova realidade, sem perdermos coesão», sublinha.</p>
<p>É que o tema do teletrabalho não se prendeu só com a capacidade de as empresas colocarem as suas pessoas a desempenharem as funções em casa, dando-lhes todas as ferramentas e condições para o fazer com a mesma eficiência. Também relevante e imprescindível tem sido realinhar a cultura organizacional, perante este novo modelo de trabalho. A Páginas Amarelas tem «dedicado tempo e recursos a algumas adaptações, de modo a garantir que esta fase seja ultrapassada com a menor disrupção possível e que a organização se mantém alinhada com as exigências do futuro», afirma o CEO.</p>
<p>Mas desde o início da pandemia que foi muito claro para a Páginas Amarelas que não iriam correr riscos. «Aceitámos que pudessem existir impactos no negócio em prol da segurança das pessoas, mas a prioridade era – e continua a ser – essa», assegura. «Decidimos, por isso, manter o teletrabalho, mesmo durante o desconfinamento progressivo dos últimos meses, pelo que esta segunda vaga da pandemia não está a implicar qualquer alteração à forma como temos estado a gerir o dia-a-dia da empresa.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Leia o artigo na íntegra na edição de Dezembro (nº. 120) da Human Resources, nas bancas.</em></p>
<p><em>Caso prefira comprar online, pode comprar a <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> ou a <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Altice e Páginas Amarelas juntam-se para ajudar as PMEs</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/altice-oferece-servico-de-televisao-a-centros-de-acolhimento-de-emergencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[altice]]></category>
		<category><![CDATA[Altice empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Páginas amarelas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Altice Empresas, marca do segmento empresarial da Altice Portugal, e a agência Páginas Amarelas lançaram a ‘Go-Online’, uma solução que vai permitir às pequenas e médias empresas (PME) criar um website próprio, vender os seus produtos e serviços online, bem como dar-lhes visibilidade nas redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Altice Empresas, marca do segmento empresarial da Altice Portugal, e a agência Páginas Amarelas lançaram a ‘Go-Online’, uma solução que vai permitir às pequenas e médias empresas (PME) criar um website próprio, vender os seus produtos e serviços online, bem como dar-lhes visibilidade nas redes sociais.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dirigida a PME portuguesas de qualquer sector de actividade, a ‘Go-Online’ surge no momento em que a migração para o canal digital pode ditar a sustentabilidade económica de alguns negócios.</p>
<p>Trata-se de uma solução integrada de marketing e vendas online, passível de ser gerida via app mobile, para a criação de websites com possibilidade de e-commerce, para promoção e venda dos produtos e serviços da empresa, gestão centralizada da presença nas redes sociais, bem como um backoffice com equipa especializada para acompanhamento das interacções com os clientes. Esta solução garante a integração segura com os principais meios de pagamentos, através da Altice Pay, bem como o acesso a serviço de entregas de encomendas em todo o País.</p>
<p>A campanha de lançamento da ‘Go-Online’, para adesões até 31 de maio, oferece durante três meses, o website com loja online e domínio próprio, cem euros em campanhas de marketing digital e a ferramenta Netsync, para gestão da presença nas redes sociais e principais directórios online.</p>
<p>Para António Alegre, CEO da Páginas Amarelas, «esta campanha demonstra e reforça a política de responsabilidade social da nossa empresa para com o tecido empresarial português, facilitando a geração de negócio e o impulso à economia numa altura de grande procura de informação e serviços online”. Ainda de acordo com este responsável, “trata-se de uma campanha que promove soluções fáceis e seguras no momento em que os empresários tanto precisam delas».</p>
<p>De acordo com Nuno Nunes, chief Sales officer B2B da Altice Portugal, «este é, mais do que nunca, o momento de estarmos ao lado das empresas portuguesas. A Altice Empresas tem vindo a contribuir activamente para a aceleração do processo de transformação digital das empresas, posicionando-se agora uma vez mais ao lado das PME nacionais de forma a garantir-lhes uma nova oportunidade para darem vida aos seus negócios também através do online, com a capacidade tecnológica e de inovação que esta solução proporciona».</p>
<p>As empresas interessadas em usufruir da solução ‘Go-Online’ devem consultar o link <b>altice- <a href="http://empresas.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">empresas.pt</a></b>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TV e conectividade para centros de acolhimento de emergência</strong><br />
Paralelamente, a Altice Portugal ofereceu melhor conectividade e o serviço de televisão da MEO aos quatro centros de acolhimento de emergência da Câmara Muncipal de Lisboa (Pavilhão Municipal Casal Vistoso, Pavilhão da Tapadinha, Casa do Lago e Clube Nacional de Natação), que acolhem pessoas em situação de sem-abrigo, avança a APDC.</p>
<p>A operadora respondeu desta forma ao apelo da autarquia para a união de esforços no apoio às populações mais vulneráveis.</p>
<p>O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, sublinha a importância deste apoio dado ao Município, ao assegurar «as melhores condições de transmissão de conteúdos televisivos e conectividade das suas plataformas a estes locais onde o Município pretende proteger os cidadãos em situações sociais difíceis, como disso são exemplo os sem-abrigo».</p>
<p>Já Alexandre Fonseca, presidente executivo da Altice Portugal realça a importância da responsabilidade social em tempos de crise «as circunstâncias actuais impõem um sentido de responsabilidade social acrescido. Temos procurado devolver à sociedade o que dela recebemos, em especial no momento delicado que estamos a viver. Com este apoio queremos contribuir para melhorar o dia de quem mais necessita. Um pequeno contributo, mas que tanto significa na vida dos mais vulneráveis».</p>
<p>Em comunicado, a Altice realça o papel crítico que assume hoje o sector das telecomunicações, com as comunicações a revestirem-se de uma importância estratégica para as populações, empresas estado, estabelecimentos de ensino e de saúde.</p>
<p>Assim, numa óptica de proximidade e responsabilidade social, a disponibilização destes serviços, de forma gratuita, pelo período de três meses, no contexto das respostas à pandemia, visa apoiar as populações mais vulneráveis da cidade, através da promoção da melhoria do conforto e da disponibilização do contacto gratuito com o exterior.</p>
<p>A par desta iniciativa, a Altice tem contribuído, de forma directa e activa, para colmatar necessidades específicas dos vários grupos e populações afectados por esta pandemia, estando desde o primeiro momento, ao lado de autarquias, estabelecimentos de ensino, instituições de saúde, com vista a minimizar o impacto da crise no país e junto dos portugueses.</p>
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