Teletrabalho é sinónimo de produtividade ou mais horas ocupadas?

Human Resources
28 de Outubro 2021 | 16:30
Teletrabalho é sinónimo de produtividade ou mais horas ocupadas?

Uma pesquisa desenvolvidas pelos economistas e professores universitários José Maria Barrero, Nick Bloom e Steven Davis, revelou que as empresas esperam depois da pandemia que o trabalho adote o modelo híbrido, esperando que os colaboradores compareçam ao escritório entre um a três dias por semana, um dia a mais do que o respondido pelo mesmos entrevistados em janeiro.

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Mas afinal, mantém-se a dúvida, qual o regime de trabalho que mais alimenta a produtividade? 

No ano passado, assistiu-se a uma explosão de pesquisas sobre a economia do trabalho focadas no teletrabalho.´

Um artigo recente de Michael Gibbs da Universidade de Chicago que teve como ‘case study’ uma empresa asiática de serviços IT, revelou que com o confinamento, o número de horas trabalhadas aumentou mas a produtividade diminuiu.

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Segundo a ‘Economist’, 15% dos trabalhadores acreditam que são menos eficientes a trabalhar desta forma do que estavam no escritório.

Outro estudo divulgado este mês pela ‘Statistics Canada’ concluiu que mais de metade dos trabalhadores remotos afirmaram ter ocupado o mesmo número de horas de trabalho que tinham no escritório, enquanto apenas um quarto afirmou que foi para lá deste horário.

Segundo alguns economistas o teletrabalho pode gerar um maior foco e concentração, porém com este regime a dependência tecnológica torna-se clara.

Um em cada três trabalhadores poderia realizar as tarefas de trabalho fora das instalações do empregador.
Serão 35,4%, naquele que é apesar de tudo o nono potencial mais baixo de passagem a atividade remota na União Europeia, revelam os dados da Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound) e do Centro de Investigação Comum da Comissão Europeia, que serão publicados no próximo mês,  avançados esta terça-feira pelo Dinheiro Vivo.

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Como explica a publicação, estes dados apontam para que, “apesar de uma adoção massiva do teletrabalho nos confinamentos, muitos portugueses com tarefas que podem ser realizadas à distância terão permanecido no trabalho”. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, na primeira fase da pandemia 22% ficaram em casa a trabalhar-

Segundo a Eurofound, o teletrabalho no mercado de trabalho nacional saltou de 4,8% da população empregada em 2019 para 13,4% no último ano.

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