Uma pesquisa desenvolvidas pelos economistas e professores universitários José Maria Barrero, Nick Bloom e Steven Davis, revelou que as empresas esperam depois da pandemia que o trabalho adote o modelo híbrido, esperando que os colaboradores compareçam ao escritório entre um a três dias por semana, um dia a mais do que o respondido pelo mesmos entrevistados em janeiro.
Mas afinal, mantém-se a dúvida, qual o regime de trabalho que mais alimenta a produtividade?
No ano passado, assistiu-se a uma explosão de pesquisas sobre a economia do trabalho focadas no teletrabalho.´
Um artigo recente de Michael Gibbs da Universidade de Chicago que teve como ‘case study’ uma empresa asiática de serviços IT, revelou que com o confinamento, o número de horas trabalhadas aumentou mas a produtividade diminuiu.
Segundo a ‘Economist’, 15% dos trabalhadores acreditam que são menos eficientes a trabalhar desta forma do que estavam no escritório.
Outro estudo divulgado este mês pela ‘Statistics Canada’ concluiu que mais de metade dos trabalhadores remotos afirmaram ter ocupado o mesmo número de horas de trabalho que tinham no escritório, enquanto apenas um quarto afirmou que foi para lá deste horário.
Segundo alguns economistas o teletrabalho pode gerar um maior foco e concentração, porém com este regime a dependência tecnológica torna-se clara.
Segundo a Eurofound, o teletrabalho no mercado de trabalho nacional saltou de 4,8% da população empregada em 2019 para 13,4% no último ano.














