Têm sempre trabalho e salários elevados. Quem são os trabalhadores mais difíceis de reter?

Regra geral, recrutá-los é fácil. O problema está em retê-los. Em média, o tempo de permanência dos profissionais do sector tecnológico nas empresas não chega a ultrapassar um ano.

 

No fundo, há emprego e vontade de contratar, mas o talento é, cada vez mais, um bem escasso. Então, o que fazer? A solução certamente não é a que imagina: aceitar e pensar fora da caixa.

Em declarações ao “CNN”, uma pequena tecnológica explica que o salário deixou de ser o argumento mais forte para dar lugar à criatividade e que, por isso, criaram uma «parede da fama» com fotografias dos antigos colaboradores cujas contribuições foram positivas para a organização.

As saídas começaram a ser festejadas como a passagem para algo melhor. O respeito da empresa pela vida pessoal dos colaboradores passou a ser prioridade e no processo de recrutamento, começou-se a gerir, sobretudo, as expectativas dos candidatos, optando por aliciá-los com a cultura organizacional e a possibilidade de progressão na carreira.

Hoje em dia, é rara a oferta de emprego publicada sem resposta. A taxa de aceitação ronda entre 98% e 99%. Mais: desde 2016, oito ex-colaboradores regressaram à equipa, que passou de 30 para 50 pessoas.

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