Mais de 26 anos, contrato de trabalho com mais de 12 meses e uma taxa de esforço inferior a 60%, são estes alguns dos factores que mais entram em jogo no momento de ter um crédito aprovado, segundo o site CréditoPessoal.pt.
Cada vez mais as famílias recorrem a um empréstimo para verem as suas necessidades satisfeitas, principalmente quando falamos de comprar carro.
É o que nos diz o recorde de 2,7 mil milhões de euros atingido pelo crédito ao consumo em Abril. Mas com a procura a aumentar, de ano para ano, também os bancos e as entidades financeiras adaptam os seus critérios para colmatar o risco que os clientes representam.
Em 2024, uma resposta positiva a um pedido de financiamento passa por:
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Ter mais de 26 anos de idade;
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Ter um emprego estável com recibos de vencimento;
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Tanto um contrato a termo certo, como um contrato efetivo devem ter mais de 12 meses;
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Ganhar mais de 900€ por mês;
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Sendo trabalhador independente ou com menos de 3 anos de atividade em IRS, deve ter mais de 1250€ de rendimentos mensais;
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Ter uma taxa de esforço inferior a 50%;
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No caso de um crédito consolidado, poderá ser inferior a 60%;
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Não ter outro contrato de crédito formalizado nos 60 dias anteriores;
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Ser português ou, sendo estrangeiro, ter título de residência permanente.
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«No contexto de inflação e de subida das taxas de juro que vivemos atualmente, a generalidade das financeiras têm critérios mais apertados para conceder financiamentos», explica João Pereira, CEO da Gestlifes.
Quando falamos, por exemplo, de trabalhadores a recibos verdes, estudantes, desempregados ou clientes sem rendimentos em Portugal, será mais difícil ver o crédito aprovado.
Ainda assim, estes critérios aplicam-se quando um cliente singular solicita um empréstimo. Isto significa que incluindo um segundo titular no contrato, que cumpra um ou mais dos fatores mencionados, irá aumentar a probabilidade de ver o crédito aprovado.














