Ter futuro na sua carreira pode depender desta competência

É cada vez mais importante para os profissionais aprenderem linguagens de código, para assegurar as suas carreiras no futuro e desenvolver competências existentes. Quem o diz é a Hays.

 

De acordo com os dados do estudo da Gartner, as “coisas” conectadas (como os telemóveis, os tablets e os relógios inteligentes) ultrapassarão em muito a população mundial em 2020, com a expectativa de que veremos mais de 20 biliões de dispositivos a serem utilizados.

A codificação traduz as acções numa linguagem que o computador perceberá, ao ajudar a criar apps, softwares, sites e muito mais.

Steve Weston, chief information officer (CIO) da Hays, referiu recentemente que os profissionais devem priorizar a codificação na sua formação, porque os trabalhos vão tornar-se mais automatizados e a necessidade de um entendimento básico da linguagem de programação irá tornar-se cada vez mais importante em diversas funções.

O responsável constatou também que é uma boa maneira para os profissionais assegurarem as suas carreiras no futuro, independentemente da sua idade ou área de formação.

O CIO da Hays explicou: «Não são apenas os jovens, que estão a iniciar agora a sua carreira, que devem colocar o código no topo de sua lista de prioridades, somos todos nós. Desde o freelancer que precisa fazer edições no site, até à equipa de finanças que desenvolve modelos de orçamento, o código é para todos.»

A procura por profissionais com aptidões em código está a superar a oferta, por isso, as empresas também devem incentivar o aumento da qualificação dos colaboradores, para colmatar a falta de aptidões, através de formação personalizada e aprendizagem ao longo da carreira. Isto também vai ajudar as empresas nas suas estratégias de atracção e retenção, pois proporcionam aos seus colaboradores a oportunidade de aprender competências adicionais.

Steve Weston frisou ainda: «As empresas inteligentes demonstram dedicação quanto ao desenvolvimento das aptidões dos seus colaboradores e a suprir as lacunas de competências através de formação personalizada e incentivo à aprendizagem ao longo da carreira.»

O responsável também explicou que, como o mundo do trabalho continua a evoluir, é importante que os profissionais aprendam a coexistir com as máquinas, em vez de temê-las. As empresas devem ajudar os colaboradores a entender que as máquinas realizam tarefas, não trabalhos. Embora seja verdade que as máquinas estão a automatizar muitas tarefas rotineiras no local de trabalho, isso permite que os profissionais dediquem mais tempo às tarefas mais importantes.

E concluiu: «O futuro da tecnologia enfatiza a necessidade de aprender novas aptidões e a analisar onde é que a tecnologia desempenhará um papel significativo na sua carreira nos próximos 5, 10 ou 15 anos. Depois de saber como a sua função pode mudar, poderá aprender as aptidões mais indicadas que fará com que consiga assegurar o seu trabalho no futuro», e não tem dúvidas que «a chave é simplesmente aprender a linguagem de código. Esteja a gerir uma empresa ou a trabalhar para uma, as principais competências que irá conhecer ao aprender código irão prepará-lo para o futuro.»

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