A terceira fase de desconfinamento começa no dia 1 de Junho. Contudo, o aumento significativo do números de casos nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo levou o Governo a recuar com algumas medidas nesta região.
O primeiro-ministro António Costa começou por anunciar um reforço das medidas de vigilância epidemiológica, com foco para os trabalhadores da construção civil e actividades com trabalhadores de empresas de trabalho temporário.
Foi também anunciado um plano de realojamento de emergência, com o objectivo de separar pessoas doentes das saudáveis.
Os ajuntamentos com mais de 10 pessoas continuam proibidos (no resto do país o limite passou para 20 pessoas).
A ocupação dos veículos privados fica limitada a dois terços. É obrigatório o uso de máscara.
A reabertura dos centro comerciais e lojas do cidadão na Área Metropolitana de Lisboa (AML) serão adiadas, estando dependente da evolução da situação na região de Lisboa e Vale do Tejo. A situação será reavaliada a 4 de Junho.
Será também reavaliada a abertura das lojas com mais de 400m2 e das feiras. Quanto às feiras, apesar de já estarem abertas neste fim-de-semana, as regras só se aplicam a partir de segunda-feira.
«Tudo o que é válido para o país é válido para AML, com três excepções: continuam proibidos ajuntamentos com mais de 10 pessoas, os centros comerciais e lojas do cidadão continuam inactivos, e as feiras e lojas com mais espaço estão a ser avaliadas, em coordenação com as autarquias», resumiu Costa.














