Actualmente, as mulheres são chefes de Estado ou de Governo em 22 países e apenas 24,9 por cento dos parlamentares nacionais são mulheres, segundo um relatório da ONU. A Michael Page destaca a importância da diversidade e inclusão na agenda de negócios e da igualdade de género para a recuperação económica das organizações.
Para assinalar a celebração do dia Internacional da Mulher, a 8 de Março, este ano com o tema “Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual num mundo de COVID-19”, definido pela Organização das Nações Unidas, a Michael Page lançou um conjunto de iniciativas globais, onde se incluem debates, entrevistas e webinars, que destacam a importância do equilíbrio e a diversidade de género no local de trabalho como uma prioridade para a comunidade empresarial.
«Sem um ambiente inclusivo, a diversidade torna-se insustentável. É uma prioridade para as organizações criar e implementar uma política de D&I (Desenvolvimento e Investigação) que cubra todos os processos e práticas e englobe todos os colaboradores e parceiros, através de uma liderança inclusiva», sublinha Joana Barros, Marketing manager da Michael Page.
De acordo com a Michael Page, embora esteja comprovado que uma força de trabalho diversificada e inclusiva é uma grande vantagem para as organizações, a desigualdade de género ainda é um problema, e ajudar a colocar mais mulheres em cargos de liderança implica que as organizações tenham de reavaliar os seus programas de aprendizagem e desenvolvimento ou desenvolver formação junto de quadros C-Suite sobre recrutamento, captação de talentos e diversificação de equipas.
«Quando se trata de atrair diversos talentos, o papel do recrutador é compreender e espelhar os valores de uma empresa em todo o processo de contratação e encontrar os executivos que os exemplificam e podem levá-los mais longe», explica Joana Barros.
Abraçar uma força de trabalho diversificada, composta por indivíduos e grupos de diferentes géneros, etnias, crenças, culturas, idades e competências linguísticas, com modelos de funções claros para todos, oferece benefícios exponenciais para as organizações que irão ajudá-las na recuperação económica.
«Estar aberto é vital. Encorajamos os líderes a ampliar a sua visão quando consideram candidatos potenciais para incluir diversidade de género, idade, origem, educação, para adaptar práticas e processos que atraem e retêm os melhores candidatos dos mais diversos grupos de talento», conclui a responsável de marketing.














