Igualdade de Género – Uma postura tradicionalmente igualitária

CTTMiguel Salema Garção, director de Comunicação Institucional · Ctt

Os leitores com mais idade certamente conservam ainda na memória as atendedoras das antigas Estações de Correio, atrás do seu guichet. Muitas delas eram chefias e tinham por missão gerir a loja, os colaboradores e assegurar ainda a conservação do património. Ou tal como antigamente se viam muitos carteiros, função desempenhada primordialmente por homens.

De facto, pela natureza de algumas funções, ao longo do tempo construíram-se estereótipos relativamente ao género que são, no entanto, essencialmente sociais, pois há muito tempo que não existem funções ou papéis específicos atribuídos exclusivamente ao género masculino, ou feminino. «Talvez por este motivo, são ainda homens que maioritariamente se candidatam à função de carteiro e mulheres à de atendimento ao público. Tendo consciência deste fenómeno social, a empresa durante a última década encorajou a população feminina a candidatar-se à função de carteiro e procurou criar condições para promover a igualdade de oportunidades em diversos domínios dentro da empresa. Essa opção assenta na consciência de que diversidade, nas empresas como na sociedade e na natureza, é riqueza. Uma empresa mais diversa, a nível de género ou qualquer outro atributo, é mais capaz de apreender a complexidade da realidade e de encontrar respostas mais apropriadas », garante Miguel Salema Garção, director de Comunicação Institucional, englobando a área de Sustentabilidade e Ambiente.

No universo de trabalhadores da empresa, os homens representam 66,4% do total e as mulheres 33,6%. Relativamente à gestão de topo, Conselho de Administração, a representação feminina é actualmente de 40%, bem acima dos valores médios verificados nas empresas nacionais. Nas restantes chefias, a percentagem de mulheres a desempenhar cargos de liderança assume valores da mesma ordem de grandeza, quer em posições de 1.ª linha (41,8%), quer de 2.ª linha (42,3%).

Para ler a entrevista na íntegra, consulte a edição de Julho/Agosto de 2013 da revista Human Resources Portugal.

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