Durante três anos consecutivos, Viena dominou o Global Liveability Index, Mas a capital austríaca foi finalmente destronada por outra capital europeia, desta vez nos países nórdicos. O primeiro lugar no índice de 2025 vai para Copenhaga, a capital dinamarquesa. Viena caiu para a segunda posição, seguida de Zurique, na Suíça, na terceira.
O Global Liveability Index analisa diversos factores para determinar a melhor cidade para se viver, incluindo a estabilidade, a saúde, o ambiente, a educação e as infra-estruturas. As pontuações de Copenhaga em todas as cinco categorias são de 100 ou um valor ligeiramente inferior (95,4 para a cultura e o ambiente e 95,8 para a saúde, por exemplo), o que lhe valeu uma pontuação global de 98.
A pontuação média de habitabilidade nas 173 cidades do índice foi igual à do ano passado, com 76,1 em 100. As pontuações de estabilidade desceram em média, tal como no ano passado, mas o efeito foi compensado pelos aumentos anuais nas pontuações de educação, saúde e infra-estruturas.
O restante top 10 é composto por três cidades australianas – Melbourne na 4.ª posição, Sidney em sexto lugar, e Adelaide em nono. A cidade suíça Geneva surge em quinto lugar, Osaka no Japão em sétimo, seguida por Auckland na Nova Zelândia. Vancouver, no Canadá, completa a lista dos dez primeiros.
No grupo das maiores subidas nos últimos 12 meses está Al Khobar, na Arábia Saudita, que viu as suas pontuações na saúde e na educação melhorarem acentuadamente, subindo 13 posições. Seguem-se Jacarta, na Indonésia, e Banguecoque na Tailândia com uma subida de 10 e 6 lugares respectivamente.
No grupo das maiores descidas está Lisboa. A capital portuguesa desce quatro posições, surgindo este ano em 60.º lugar, com uma pontuação de 88,3 (em 100). Porém foi Calgary (Canadá) que teve a maior queda no ranking, caindo do quinto para o 18º lugar.
Das 173 cidades do estudo, Damasco, na Síria, continua a ser a pior cidade para se viver, com Trípoli (Líbia) uma posição acima.














