🏆Estão abertas as votações para os Prémios Human Resources 2026. Conheça os vencedores e vote

Vladimiro Feliz, CEIIA: «Para a maioria dos nossos engenheiros é o propósito que os move. Se fosse só pelo salário, não conseguiríamos reter»

Tânia Reis
26 de Novembro 2024 | 10:10

Operando nas áreas da mobilidade e cidades e também do espaço, grande parte da actividade do CEIIA é baseada nos colaboradores e no conhecimento gerado por esses especialistas. Por isso, Vladimiro Feliz garante que procuram «acima de tudo boas pessoas, capazes, curiosas, que gostem de desafiar o que está instituído». Ainda que o salário seja importante, tem noção de que o propósito da empresa é muito atractivo.

Por Tânia Reis

 

No seguimento do 6.º congresso da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) que decorreu no CCB, a Human Resources conversou com Vladimiro Feliz, director no CEIIA, sobre tecnologia, talento, ética e o futuro.

É inegável que a IA veio para ficar. De que forma está a mudar o trabalho no CEIIA?

Continue a ler após a publicidade

A Inteligência Artificial vem responder a um conjunto de desafios que temos na nossa actividade diária, naquilo que é mais rotineiro, que pode ser automatizado e transformado, direccionando-nos a todos para trabalho de maior valor.

Retira-nos a ocupação de menor valor para nos centrarmos em processos de desenvolvimento de tecnologia, de novos produtos e serviços para acelerar a neutralidade carbónica das cidades.

Hoje, acima de tudo, a IA está a ser aplicada não só no âmbito da tecnologia espacial, naquilo que é o uso da Inteligência Artificial, na componente de downstream do espaço para todo o desenvolvimento aplicacional da informação que vem dos satélites e de outros sensores terrestres, que pode ser trabalhada,  agregada e processada para desenvolver novos produtos e serviços, como a observação dos oceanos e florestas, a monitorização da pegada carbónica ou a transformação dos processos de mobilidade das cidades.

Continue a ler após a publicidade

É uma ferramenta que começa a fazer parte de todas as plataformas inteligentes de dados e serviços que o CEIIA tem vindo a desenvolver nas suas áreas de actividade, nomeadamente na mobilidade e cidades e também na área do espaço, onde muitas vezes estas tecnologias se cruzam para responder a desafios comuns.

 

No debate, falou-se muito no tema das competências, do upskilling e do reskilling. Estão a apostar e a trabalhar nisso com os vossos colaboradores?
Temos isso em conta logo numa base de recrutamento, e hoje temos grandes escolas de engenharia em Portugal que já preparam, directa ou indirectamente, os alunos para este tipo de desafios. Muitas vezes são os próprios candidatos que, de forma autónoma e autodidacta, se preparam para estes desafios, com formações mais ou menos informais.

Temos, essencialmente em contexto de on-job training, programas de formação dentro das equipas para as preparar para estes novos desafios.

 

Continue a ler após a publicidade

No momento do recrutamento, para que tipo de competências olham mais? As competências técnicas são fulcrais, mas no debate falou muito nas competências humanas, começam a olhar para esse tema?

O CEIIA é acima de tudo uma casa de pessoas, é um centro de desenvolvimento de produto, que baseia grande parte da sua actividade nas pessoas e no conhecimento gerado por essas pessoas. Assim, procuramos acima de tudo boas pessoas, capazes, curiosas, que gostem de desafiar o que está instituído.

O lema do nosso CEO e fundador, José Rui Felizardo, é “o futuro não se reivindica, constrói-se”. Portanto, queremos pessoas que não estejam confortáveis com o status quo, que tenham uma grande vontade de conhecer mais, de transformar e de construir soluções, que sejam realmente transformadoras do mundo. Quando estudamos para ser engenheiros, somos formados para resolver problemas do mundo, que melhorem a vida e a qualidade de vida das pessoas.

Numa primeira fase, olhamos para esta questão mais pessoal, mais comportamental e, obviamente, depois para currículos e escolas que nos dão confiança técnica, que depois, em contexto de trabalho, vamos aprimorando.

 

A engenharia aeroespacial está no top dos cursos com as maiores médias de entrada. As instituições de ensino estão a fazer um bom trabalho?

Diria que sim. E acho que, na área de engenharia em particular, os engenheiros portugueses dão cartas em termos mundial. Desenvolvem acima de tudo competências muito fortes de banda larga e têm já uma componente específica muito forte. O que trazemos ainda do pré-Bolonha, dos cinco anos de formação, fez com que as formações fossem mais sólidas. Hoje enfrentamos alguns desafios neste campo, porque há a componente das licenciaturas bietápicas, em que uma primeira fase é mais voltada para as ciências de engenharia, outra já para o mestrado mais orientado, mas notamos, de uma forma geral, que, na engenharia, os alunos tendem a fazer os cinco anos.

A verdade é que a matéria-prima que recebemos é muito boa e muito bem preparada e os melhores alunos estão no top mundial. Já nos alunos mais medianos, notamos às vezes que, na resolução de problemas, perderam alguma proactividade, mas que rapidamente, em contexto de trabalho, conseguimos trabalhar e pôr em prática nos desafios que lhes vamos colocando.

No CEIIA trabalhamos com as novas gerações desde muito cedo. Temos uma área dedicada a trabalhar com as comunidades, desde o pré-escolar ao ensino superior e até ao nível de doutoramento.

Numa primeira fase, na promoção das STEM, criar gosto, vocação e coisas muito rudimentares, orientadas para essas idades. No terceiro ciclo, já começamos a ter programas de maior imersão, de três dias, em que lidam com as temáticas que trabalhamos no dia-a-dia e em que levam um desafio para a sua comunidade escolar para ser implementado durante o ano lectivo, em torno da sustentabilidade da escola.

Depois no secundário e universidade temos programas, um deles é o SLI – Sustainable Living Innovators -, em que durante um mês temos os alunos em contexto de sala de aula a trabalhar desafios, em que trabalhamos não só soft skills, como também skills técnicas e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de um conceito que termina com um pré-protótipo criado por esses alunos.

Por fim, existe toda a componente de teses, dissertações e estágios em que trabalhamos também a capacitação destes engenheiros para serem verdadeiros agentes transformadores da sociedade.

 

Portanto, há talento em Portugal.

Há. Temos é que não o deixar fugir.

 

Era precisamente aí onde queria chegar. Têm dificuldades em contratar?

Não, tivemos em determinados momentos durante a pandemia. Sentimos que havia muita rotatividade de engenheiros de software, mas temos noção de que o nosso propósito é muito atractivo. Não há no mundo nenhuma entidade com a dimensão do CEIIA que esteja a trabalhar desafios tão interessantes na área da engenharia, do automóvel, da mobilidade e cidades, na área da aeronáutica e do espaço.

Estamos a desenvolver, entre outras coisas, um automóvel de nova geração integrado com uma plataforma digital, que visa promover também a sustentabilidade das cidades e pensar nestas a partir da sustentabilidade.

Estamos a desenvolver um avião, oito satélites e todo um conjunto de soluções aplicacionais e ciberfísicas que nos permitam ligar de devices – pensados para responder a um serviço – a plataformas de dados e serviços que depois prestam serviços a diferentes entidades.

E este propósito de proporcionarmos a um engenheiro a possibilidade de fazer aquilo que sempre desejou no seu país, muito mais para os engenheiros portugueses, é excelente. Com isto, conseguimos também atrair engenheiros internacionais para trabalharem connosco em sectores altamente intensivos em termos de conhecimento e tecnologia. Portanto, diria que a dificuldade é atenuada por este propósito e que hoje conseguimos atrair os melhores.

 

E o que acha que justifica a saída de tanto talento?

Na engenharia, acima de tudo são desafios. Desafios transformadores que permitam exercer a nossa verdadeira vocação de engenheiros.

O salário é importante, claro, mas acredito muito na teoria de que o salário é um incentivo durante três meses. É algo que nos prende durante um período, porque rapidamente adaptamos o tipo de vida ao salário que ganhamos. Vamos sempre evoluindo e as necessidades vão sendo outras, pelo que queremos sempre mais do ponto de vista material. Mas sinto que, na grande maioria dos engenheiros que temos, – e por isso digo que procuramos, acima de tudo, boas pessoas – é o propósito que os move. Se fosse só pelo salário, não conseguiríamos reter. Hoje, existe o tema habitacional no país e digo-lhe que é mais difícil encontrar casa para os nossos colaboradores em Évora do que em Matosinhos, pois há menos oferta e o custo-qualidade é muito superior.

 

Voltando ao tema da IA, devemos olhar para ela como um assistente que nos vai ajudar?

Como uma ferramenta, como toda a tecnologia. Dependendo da nossa actividade, vai ter maior ou menor relevância e poderá não ser um mero assistente, pode ser muito relevante no trabalho. Porém, tem de haver sempre o olho humano para certificar, pelo menos nesta fase, o que a tecnologia entrega.

Ainda há muitas incoerências nas plataformas de IA que, com treino, irão melhorando, mas lidam sempre com o contexto informacional que conhecem, tal como acontece com o ser humano.

O que a IA tem é uma vantagem competitiva e dinâmica, a capacidade de processar a informação com o ritmo que nós não temos, de aceder a muito mais bases de informação do que nós. Já do ponto de vista da capacidade de ligar pontes, construir conhecimento, tem mais desafios do que o ser humano, por isso a criação de comunidades também nos ajuda a crescer como humanos e a diferenciar-nos da tecnologia.

 

Onde é que entra a ética?

Em tudo, porque quando temos tecnologia, a certificação dos algoritmos, o uso da tecnologia para fins lícitos ou ilícitos, a ética e moral têm aqui um papel determinante.

Na mobilidade autónoma, por exemplo, um veículo autónomo tem um possível acidente, em que não tem plano de fuga, e várias vertentes: matar o seu ocupante, ou ocupantes; matar uma criança; matar uma pessoa idosa; ou um atleta de alta competição, ou deixá-lo incapacitado. Qual é a opção que vai tomar? Nós, seres humanos, não temos estes vieses, e tenderemos, provavelmente, a defender-nos. Acredito que a principal tendência do ser humano é proteger-se e proteger os outros, mas, inconscientemente, vai-se proteger. O algoritmo vai ter de definir o que vai fazer, e como é que fazemos isso?

Hoje, os aviões já voam em grande parte de forma autónoma mas têm sempre dois operadores. Esta é uma das razões pelas quais a mobilidade aérea avançada urbana ainda não se disseminou, porque obriga a um operador e a diferença ainda não é muito grande para a tecnologia actual. Ou seja, ainda vamos ter de regular e regulamentar muito.

A ética e a privacidade são determinantes. Hoje há lógicas de poder implementadas com base em fake news, em conteúdos falsos, mas quando apareceu a imprensa também acontecia e não era regulada. Só que hoje o digital amplifica a informação, por isso terá de haver princípios regulatórios, éticos e de privacidade muito fortes, não diminuindo a competitividade da economia, mas salvaguardando a soberania dos países, a independência das pessoas e a liberdade individual de cada um.

 

Para terminar, três prós e três contras da IA…

Prós. O possibilitar que as pessoas sejam direccionadas para tarefas de maior valor acrescentado, tirando-as de trabalho repetitivo. A capacidade criativa e transformadora que dá a sectores tradicionais, como o financeiro, legal, saúde, que, com estas abordagens, podem ter disrupções importantes. E um terceiro, como todas as revoluções tecnológicas, a capacidade no desenvolvimento da humanidade e da economia em geral.

Contras. Obviamente, a iniquidade se não for tratada com bom senso. A questão ética, que é mais do que um contra, é um desafio. Como trabalhamos as questões éticas e de privacidade, como as soberanias e as liberdades pessoais e individuais. E acrescentaria à cidadania digital, a literacia digital.

 

Acha que vai estar disponível para todos?

Sim, mas vai estar disponível para todos em níveis diferentes, como tudo o resto. Com boas ferramentas, bons planos de capacitação e qualificação, acho que temos capacidade de democratizar mais a informação.

Miguel Fontes dizia que, hoje, a riqueza se concentra cada vez em menos pessoas, mas também se tiram mais pessoas da pobreza. E estes fenómenos ocorrem muitas vezes em paralelo. O digital amplifica e pode trazer qualidade de vida e maior capacidade para todos termos acesso à informação.

Mas, como já referi, se não houver a montante um trabalho na educação que nos permita ter espírito crítico sobre o que nos estão a dar, podemos resultar numa sociedade completamente estandardizada, em que todos dizem e fazem o mesmo. Temos de ter um sistema educativo e de capacitação empresarial, que nos prepare para termos espírito crítico sobre o que nos é entregue, seja do ponto de vista cívico, social, pessoal ou profissional.

E esse é o grande desafio. Não estamos a preparar as pessoas para terem essa literacia e cidadania digital.

Partilhar


Mais Notícias

«O digital está cada vez mais no radar dos directores de RH»

Candidatos com deficiência discriminados

Gestão de Escritórios de Advogados em foco

Como aproveitar as manhãs

Os três segredos da eficácia organizacional

Manuel de Sousa é o novo director-geral da ALD Automotive Portugal

O que mudou na legislação laboral?

Energia que dá vida ao futuro

“Creative Leaders Conference” traz especialista em Inovação Organizacional

ATEC promove dia aberto para apresentar oferta formativa

BES e EDP lançam programa de formação para empreendedores

“Juventude em Movimento” quer por jovens a “mexer” dentro da Europa

Mindcoach promove programa de certificação em skills emocionais

Burger King está à procura de futuros líderes

True-Skills lança formação dedicada ao sector automóvel

Vantagem+ promove seminário sobre nova Lei do Trabalho

Comunique como os melhores

Universidade de Macau recruta professores

Inspiring Future forma alunos do Ensino Secundário

Escola de Negócios das Beiras promove formações em Lisboa

ISCTE promove 2.ª edição da Universidade Intergeracional

Vantagem+ promove seminário sobre Risco e Orçamentação

NASA oferece 13 mil euros para ficar deitado durante 70 dias

Universidade do Porto apresenta estudo sobre Empreendedorismo Social

Paulo Pinto nomeado CEO Ibérico da La Redoute

Prémio Europeu de Recursos Humanos com candidaturas abertas

Sofitel apresenta plataforma de emprego

Luís Palha é o novo presidente da direcção da EPIS

Procura trabalho? Cuidado com as redes sociais

Aprenda a escrever o email perfeito

Mindcoach promove workshop para coaches profissionais

UPTEC e Telles Abreu celebram parceria

Semana “Santander és Tu” reforça relação com colaboradores e clientes

Gulbenkian promove estágios para instrumentistas

Human Resources Portugal lança suplemento de Emprego

Neves de Almeida adquire Palmon Search & Assessment

Número de casais desempregados duplicou em Novembro

Nova direcção de negócio do Sector Público da Microsoft Portugal

“Prefere ser trabalhador por conta de outrem ou por conta própria?”

As profissões mais e menos stressantes em 2013

“O futuro do trabalho já chegou?”

Startup Pirates

Lexmark adquire Acuo Technologies

5 tendências que vão definir o mundo do trabalho em 2013

Os melhores CEO de 2012

Sumol+Compal despede 70 trabalhadores

Vantagem + e PHC unem-se para formar profissionais

The Lisbon MBA apresenta “You suck!”

SAS prepara-se para encerrar postos de trabalho

Empresas alemãs querem investir em Portugal

Estágios para estudantes de engenharia e ciências no Japão

Grupo CH distinguido internacionalmente

Quidgest anuncia projecto de internacionalização

As tendências e o futuro do retalho em debate

Contentores e autocarros transformam-se em escritórios

Portucalense lança curso em Cultura e Economia Criativa

Oeiras International School pretende ser referência no ensino

O que têm em comum o humor e a gestão?

Companhias aéreas brasileiras Azul e Trip fundem-se

Equilíbrio entre a vida profissional e pessoal a melhorar

Aprender a não levar trabalho para casa

Diogo Faria de Oliveira eleito presidente da AEPSA

Schneider Electric entre as 100 Empresas Mais Éticas do Mundo

Empresários europeus debatem gestão do risco

60% das empresas com benefícios para colaboradores

Conhecidos os vencedores em Comunicação Interna

Grupo Golden lança nova área de negócios

Formação: Revista interna e newsletter

Talenter discute a felicidade

3.ª conferência da Human Resources Portugal

253 novos desempregados por dia

Mais de 2.800 profissionais na Expo RH

Ernst & Young procura jovem talento da fiscalidade

Gestão de Talento na área dos Media

296 vagas na União Europeia

Empresas não estão preparadas para gerir crises nos media sociais

Processos aumentam no PEETT

EGP-UPBS lança 3ª edição do programa em Gestão Internacional

GMV seleccionada para projecto europeu

98 mil trabalhadores dispensáveis

Greve geral na quinta-feira

Escolhas profissionais que garantem a felicidade

Concursos Internacionias como Oportunidade de Negócio

Edição de Março já nas bancas

Os países mais verdes

As melhores universidades do mundo

Dois anos para ter subsídio com recibos verdes

Coaching em encontro científico

IFE elege Masters do Capital Humano

EGP-UPBS abre candidaturas

Como Portugal pode dar o salto

Seminário internacional sobre consumo de psicotrópicos no trabalho

Raul Orofino: Formar com humor

Antonio Huertas é o novo presidente da Mapfre

Sumol + Compal investe 8 milhões em Moçambique

Aprender a liderar

Ábaco Consultores cresce 40%

Creativesystems lança solução inovadora na Alemanha

Human Resources Portugal na Expo RH

Ajuste na economia mais rápido que o esperado

2 mil empregos em perigo com escalada do preço dos combustíveis

EDP lança prémio de inovação

Como apresentar um CV a uma empresa

Zeinal Bava eleito 2º melhor CEO europeu

Filipe Ribeiro com novas funções na HP

As mulheres mais ricas do mundo

Empreendedorismo: os perfis a seguir no Twitter

ISLA apresenta 3º iExecutive

As 7 características de uma start-up “cool”

Como fazer uma empresa crescer

Portugal perde 8,2% trabalhadores independentes

Multipessoal com novo director da zona Sul

Bombeiros são os profissionais que despertam mais confiança

Aprender a gerir o tempo

Primeiro seminário de Gestão de Qualidade da Vantagem+

Quidgest promove World Wide Innovation

5 Conselhos para reconhecer fraudes no Facebook

Especialista mundial de Liderança em Portugal

Workshop: Pensar Cliente

José Falcão Mena responsável por novo departamento da Sonae Sierra

Empreendedorismo aplicado à indústrias criativas

Secretária de Estado do Turismo debate futuro do sector

Desemprego na mira dos investidores

HP com novo director geral

Acções de Team Building gratuitas

Greve Geral: Autoeuropa interrompe produção

Siemens Portugal vence prémios internacionais de comunicação

Nuria Chinchilla debate “Chegar ao topo é desejável para todos?”

Edição de Novembro nas bancas

Guru norte-americano: PME devem exportar

Curso de Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho

Vantagem+ organiza seminário de GRH em Cabo Verde

REN lidera ranking ibérico em RH, saúde e segurança no trabalho

Noesis com nova Business Manager

Leo Burnett desafio estagiário a ocupar lugar de director criativo

Semana do empreendedorismo em 106 países

Bentley convida colaboradores do futuro

PLMJ no ranking do Financial Times

Porque as mulheres ganham menos

Mudar de carreira: de músico a gestor

Reestruturação na Soares da Costa

Egor lança motiva4one

O poder da era digital em debate

Vistos para Angola em 30 dias e por 3 anos

Nova rede social para encontrar emprego

Inédito desde 2009: Portugal cria emprego

Desemprego desce na Europa

Sonae Sierra com empreendimento no Brasil

SEDES debate a “Escola do Futuro”

Gestores de investimento mais influentes

42 milhões de euros para investir

Brasil: mais vagas para executivos

Bank of America corta 30 mil lugares

Desemprego jovem surpreende Poul Thomsen

Correios dos EUA corta 120 mil lugares

Portugueses são os mais motivados da Europa do Sul

Melhores líderes têm estilo diversificado

Economia Moçambicana cresce 7,1%

Vantagem+ lança “Master PMP Program”

A Revolução Subtil

Políticas de RH para promover liderança no feminino

Pedido de trabalho original para a Google

Estão abertas inscrições para o Oracle University Masters

Profitecla reforça atribuição de subsídios

MRW com campanha para estudantes

Google+ suspende páginas da RTP e do Público

Irmã de Zuckerberg despede-se do Facebook

Google atinge 25 milhões de utilizadores

Encontrar trabalho depois dos 40

Os novos desafios da liderança

Novo director de Negócio na HP

Europac: Fátima de Barros na administração

UAL: Inscrições abertas para MBA Executivo

ROFF distinguida como Employer of the Year

500 professores fora das universidades

Credit Suisse despede 4% dos trabalhadores

40 novos postos de trabalho em Leiria

Américo Amorim é o português mais rico

Portugal em 33º no ranking da inovação

Empresas ibéricas vão ter rating ambiental

Infor contrata 400 engenheiros

Accenture promove saúde e bem-estar

A cultura organizacional afecta a sucessão

Como detectar o talento da inovação

Nobel surpreende precários espanhóis

Usar as férias para evoluir na carreira

Alliance Healthcare com novo CEO

Trabalhadores freelance são felizes

O primeiro passo da carreira: saber escolher o estágio

Liberty Medlog e Pwc associam-se a Porto Business School

Na Crédito y Caución a gravata fica em casa

Profissões do futuro

Bosch e Efacec ganham Prémio de Inovação Cotec

Bancos britânicos pessimistas

Taxa de desemprego jovem sobe para 28,1%

Finalmente, vem aí um alívio nos combustíveis (mas só num caso). Saiba como vão mexer os preços

Pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos descem para 207 mil na semana passada

Governo aprova na generalidade reforma do código dos contratos públicos

ISQ Academy investe na modernização da Escola de Soldadura em Oeiras. O objectivo é melhorar a experiência formativa

Empresas a inovar em 2024 descem para 42,5%. É o valor mais baixo desde 2018

Grupo Linkroad cria unidade internacional de serviços financeiros e nomeia responsável para a liderar

Procura um estágio de Verão? Esta tecnológica abriu vagas para universitários

Instituto Superior Técnico está à procura da nova geração de startups para o Espaço. As candidaturas já estão abertas

Percepção das empresas portuguesas sobre a produtividade é positiva. Mas a melhoria depende destes três factores

Best Workplace, JCDecaux: Gestão de Pessoas como pilar estratégico num sector em transformação

Mais Notícias