Multinacional de infraestruturas de TI aposta em Portugal e cria hub tecnológico com talento nacional

A multinacional WEDOIT entra agora no mercado português para a área de serviços de implementação de infraestruturas de TI, «com uma oferta altamente especializada e qualificada e um modelo de negócio inovador em Portugal».

 

A empresa vai criar um Portugal um hub tecnológico que coloca à disposição dos fornecedores e integradores de soluções de TI nacionais uma vasta equipa de técnicos altamente qualificados, certificados e especializados nos mais distintos cenários de implementação de infraestruturas de TI – dos mais simples, aos mais complexos e críticos.

“Somos totalmente agnósticos em termos de tecnologias e fabricantes. Temos uma equipa  de técnicos muito experimente que já trabalha com grandes empresas a nível mundial, mas que queremos agora reforçar com a contratação de talento tecnológico português altamente qualificado, com conhecimento, certificações e experiência em infraestrutura de TI dos grandes fabricantes, quer a nível de software como de hardware”, disse Felippe Siqueira, co-fundador e CEO da WEDOIT.

A equipa técnica portuguesa e o escritório em Portugal irão endereçar não só os projectos nacionais, mas também suportar a estratégia de expansão da WEDOIT para a Europa.

“Portugal tem um ecossistema de apoio às startups muito robusto. É um polo de inovação. Um país cada vez mais atractivo para as empresas internacionais, com talento tecnológico muito qualificado, fluente em inglês ou espanhol. Tudo isto é fundamental para o negócio e estratégia da WEDOIT”, acrescentou.

 

Modelo de negócio inovador em Portugal

A WEDOIT traz para Portugal um posicionamento estratégico e um modelo de negócio diferentes daqueles que tipicamente existem no mercado nacional de TI.

A empresa está exclusivamente centrada na implementação end-to-end de infraestruturas de TI. Não está ligada nem limitada a nenhum fabricante ou tecnologia, não tem body shop, não vende software ou hardware, não trabalha diretamente com o cliente final, não concorre com nenhum parceiro e segue um modelo de negócio de pay-on-demand – ou seja, o cliente paga apenas as horas de trabalho realizadas.

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