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	<title>Linkedin &#8211; Human Resources</title>
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	<title>Linkedin &#8211; Human Resources</title>
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		<title>Sustentabilidade e talento em destaque na indústria de Porto de Mós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 17:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Factory Talks]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Criar um espaço de encontro entre indústria, conhecimento e decisão, para debater o talento como motor de transformação da indústria na região de Leiria e no país, e discutir os desafios que hoje se colocam na atracção, retenção e qualificação em sectores como a pedra, a cerâmica e a metalomecânica, é o propósito da segunda edição das Factory Talks, que se realiza já nos próximos dias 19 e 20 de Maio, na Real Factory – Creative Hub, em Porto de Mós.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Talento, Sustentabilidade e Inovação são os eixos em destaque nesta edição, subordinada ao tema «The Future Matters», que pretende estimular a partilha de ideias, promover novas ligações e parcerias estratégicas, e contribuir para uma indústria mais competitiva, inovadora e preparada para o futuro.</p>
<p dir="ltr">Promovido pelo Município de Porto de Mós e pela consultora criativa CO+K, o evento decorre ao longo de dois dias, com momentos distintos. «Este evento afirma Porto de Mós como um território industrial com visão de futuro, valorizando o nosso tecido empresarial e promovendo a ligação entre empresas, conhecimento e inovação», afirma Jorge Vala, presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós.</p>
<p dir="ltr">O dia 19 é reservado a empresários e decisores da região, com um safari por empresas portomonenses, seguido de um jantar com a presença e intervenção de Gonçalo Regalado, CEO do Banco Português de Fomento, e de Pedro Pimpão, presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, proporcionando um momento de networking e reflexão estratégica.</p>
<p dir="ltr">No dia 20 (quarta-feira), o evento abre-se à comunidade, com um programa mais alargado, que inclui conferências, mesas-redondas, conversas, estudos de caso e vários momentos de partilha entre diferentes áreas. A sessão de boas-vindas, agendada para as 09h45, está a cargo de Pedro Vala, vereador da Câmara Municipal de Porto de Mós.</p>
<p dir="ltr">Seguem-se as intervenções de Marco Neves, CEO da Portugal Ventures, sobre o tema «Financiar para competir: o papel do capital nas indústrias do futuro», e de Luís Amado, ex-ministro da Defesa e dos Negócios Estrangeiros, sobre «A crise geopolítica mundial: desafios para as empresas».</p>
<p dir="ltr">Às 10h50 decorre uma mesa-redonda subordinada ao tema «Inovar para internacionalizar», com as presenças confirmadas de Isabel Quintas, directora de Internacionalização da AICEP, Miguel Goulão, presidente da Assimagra, e Pedro Mendes, membro da Comissão Executiva da Pragosa.</p>
<p dir="ltr">Pelas 11h45 realiza-se a mesa-redonda «Desafios da Indústria 5.0», com as intervenções de Rita Santos, CEO da Arxi, Agostinho Silva, pró-presidente do Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria), e João Meneses, investigador do CDRSP do IPLeiria, seguindo-se a apresentação de Eduarda Fernandes, diretora do CPVC do IPLeiria e presidente da Startup Leiria, sobre a temática «Transferência de conhecimento».</p>
<p dir="ltr">«Academia &#8211; Talento para o Futuro» é o mote da última mesa-redonda da manhã, que conta com as participações de Carlos Rabadão, presidente do IPLeiria, Tânia Galeão, diretora do Instituto Educativo do Juncal, e Luís Febra, presidente da NERLEI CCI.</p>
<p dir="ltr">O programa da tarde tem início pelas 14h00, com uma apresentação sobre «Talento dentro da indústria», seguindo-se uma mesa-redonda dedicada à «Sustentabilidade como vantagem competitiva», com Catarina Vieira, Sustainability Manager da Mota-Engil, Luís Feteira, CEO da Corbário, Flávio Cardoso, director comercial da Maria Terracota, e Diogo Santo, director de operações da RevesPerfil. Em seguida decorrem duas apresentações, de Regina Vitório, CEO da LSI Stone, sobre «Sustainability Impact: from Porto de Mós to the world», e de Marco Lopes, vereador da Câmara Municipal de Porto de Mós, sobre a Real Factory – Creative Hub.</p>
<p dir="ltr">A segunda parte da tarde inclui uma conversa com Vítor Ferreira, director-geral da Startup Leiria, e uma apresentação de André Duarte Coelho, CEO da CO+K, sobre a edição de 2026 do NEXXT Leiria.</p>
<p dir="ltr">Pelas 16h25, será abordado o tema «Da indústria ao impacto: o próximo ciclo da economia nacional», seguindo-se o discurso de encerramento, por Jorge Vala, presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós.</p>
<p dir="ltr">Mais informações sobre o programa e os oradores das Factory Talks estão disponíveis em <a title="https://realfactory.pt/factorytalks/" href="https://realfactory.pt/factorytalks/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="2">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fórum empresarial pela igualdade conta com sete novas adesões</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/forum-empresarial-pela-igualdade-conta-com-sete-novas-adesoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 16:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[cite]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum de Organizações para a Igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[iGen]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O iGen – Fórum de Organizações para a Igualdade conta este ano com sete novas adesões, que se juntam a 60 renovações, numa cerimónia que teve lugar hoje, em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">O número de adesões aumentou este ano e “desde 2019 não havia tantos pedidos” para integrar o fórum, disse à Lusa Cidália Rito, presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), a entidade que coordena o iGen.</p>
<p class="text-paragraph">Por outro lado, 13 entidades optaram por não renovar o seu compromisso com o fórum.</p>
<p class="text-paragraph">O desafio é “manter a preocupação de dinamizar e de continuar a aproximar as pessoas e os grupos”, que têm as suas actividades profissionais próprias, assume Cidália Rito.</p>
<p class="text-paragraph">“A lei é óbvio que pode indicar o caminho e o legislador tem essa obrigação, mas quando são as próprias empresas, as próprias pessoas, por sua iniciativa, a quererem ir mais longe e a partilharem essas experiências, é muito mais enriquecedor e é uma grande mais-valia”, destaca a jurista.</p>
<p class="text-paragraph">Cidália Rito considera que o fórum iGen “pode ser esse motor”, sublinhando que “quanto mais empresas estiverem interessadas (…) em fazer mais e melhor” em matéria de igualdade no trabalho e no emprego, mais justiça e dignidade haverá na sociedade em geral.</p>
<p class="text-paragraph">Cidália Rito exerceu as funções de jurista na CITE há cinco anos e recorda que havia “algumas empresas que recorrentemente” recusavam pedidos de horário flexível ou de tempo parcial por trabalhadores com responsabilidades familiares.</p>
<p class="text-paragraph">«A partir do momento em que essas empresas foram para o iGen, nós praticamente deixámos de receber, ou deixámos mesmo de receber, pedidos de horário flexível [de trabalhadores que reclamavam essa possibilidade], o que significa que uma estratégia comunicacional eficiente, (…) uma partilha (…) de experiências, de como fazer da melhor forma, entre as empresas funcionam», assinala.</p>
<p class="text-paragraph">Haver entre os membros do iGen empresas ligadas à comunicação social, como é o caso da Lusa, é “sempre importante”, dada a sua “capacidade de influenciar e de mudar”, considera a presidente da CITE.</p>
<p class="text-paragraph">Enquanto membros do iGen, os meios de comunicação «podem ajudar muito a passar as mensagens mais certas, mais corretas, quer possibilitando se calhar uma linguagem também mais fácil e mais persuasiva e que seja depois percetível para toda a gente».</p>
<p class="text-paragraph">Apenas os órgãos de informação públicos, Lusa e RTP, integram o fórum, o que leva Cidália Rito a assumir que vai “tentar atrair” meios privados.</p>
<p class="text-paragraph">“Aliados na Mudança: Compromissos para a Igualdade” é o tema da cerimónia de assinatura dos acordos de renovação e adesão das 67 empresas e entidades que integram o iGen, entre os quais a agência Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">A cerimónia decorreu esta manhã nas instalações da PwC, no Palácio Sottomayor, em Lisboa, serviu para contactos entre os membros e partilha de resultados.</p>
<p class="text-paragraph">Sob coordenação da CITE, o iGen – Fórum Organizações para a Igualdade junta 67 organizações, nacionais e multinacionais, dos setores público, privado e da economia social, que operam em Portugal e representam, no seu conjunto, cerca de 2% do Produto Interno Bruto nacional.</p>
<p class="text-paragraph">Os membros do iGen assumem o compromisso de reforçar e evidenciar a sua cultura organizacional de responsabilidade social, incorporando nas suas estratégias e nos seus modelos de gestão os princípios da igualdade entre mulheres e homens no trabalho e no emprego.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SGS Portugal partilha casos de sucesso na área do bem-estar profissional</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/sgs-portugal-partilha-casos-de-sucesso-na-area-do-bem-estar-profissional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 15:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar profissional]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[SGS Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A SGS Portugal organiza a 28 de Maio, a partir das 14h00, o “Fórum de Conciliação e Bem-Estar Experiências de Sucesso”, com o objectivo de partilhar casos de sucesso na área do bem-estar profissional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_MsoNormal">O evento começa com a apresentação dos objectivos da tarde, por Ana Oliveira, Product manager da SGS, que também fechará a sessão e segue com a intervenção de Ausenda Oliveira, presidente da Comissão Técnica 219 | Bem-estar e Felicidade Organizacional (IPQ/APEE), que teve papel central na criação da Norma NP 4590, que define requisitos e linhas de orientação para as organizações criarem e manterem um sistema de gestão que promova bem-estar no trabalho, saúde física e mental, felicidade organizacional e motivação e envolvimento dos trabalhadores.</p>
<p class="x_MsoNormal">Os trabalhos prosseguem com a apresentação do caso prático do IPVC (Instituto Politécnico de Viana do Castelo), através da professora doutora Ana Sofia Rodrigues, vice-presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Também o Município de Matosinhos levará um caso prático para a sessão, com a apresentação “Equilíbrio que Faz a Diferença: O Sistema de Conciliação”.</p>
<div>
<p class="x_MsoNormal">Entre as 16h40 e as 17h20, Graça Cunha Coelho, General manager da Cachapuz, fará a exposição “Respeitar o passado, trabalhar o presente, cuidar o futuro”. A última apresentação ficará a cargo da Câmara Municipal do Porto, com o tema &#8220;Cuidar de quem cuida da Cidade: o Sistema de Conciliação entre a Vida Profissional, Familiar e Pessoal do Município do Porto&#8221;.</p>
<p>As inscrições no evento podem ser feitas <a href="https://try.sgs.com/pt-pt/inscricao-industria-forum-conciliacao-e-bem-estar/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Samsung anuncia nova head of Corporate Marketing &#038; Communication em Portugal</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/samsung-anuncia-nova-head-of-corporate-marketing-communication-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 15:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Trânsito]]></category>
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		<category><![CDATA[Elsa Oliveira Santos]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Samsung Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Samsung Portugal anuncia a nomeação de Elsa Oliveira Santos como nova head of Corporate Marketing &#038; Communication.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 20 anos de experiência nas áreas de marketing, comunicação e gestão de marca, a responsável construiu um percurso sólido em empresas como a Nestlé, onde desempenhou funções de Corporate Communication manager nos últimos seis anos, e a Prosegur, onde liderou durante mais de uma década a comunicação e responsabilidade social em Portugal.</p>
<p>A sua entrada na Samsung surge num momento em que a empresa reforça a aposta numa comunicação mais próxima, relevante e centrada no impacto real da tecnologia no dia a dia das pessoas, traduzindo inovação em experiências concretas e acessíveis, num posicionamento mais local.</p>
<p>«A entrada da Elsa vem reforçar uma área estratégica para a Samsung, num momento em que a marca assume um papel cada vez mais relevante na vida das pessoas, em especial em Portugal. Queremos continuar a aproximar a inovação do dia a dia, de forma simples, útil e com impacto real, e a comunicação tem um papel central nesse caminho», afirma Nuno Parreira, General manager da Samsung Portugal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coca-Cola Europacific Partners e Nova SBE unem-se para aproximar estudantes do mercado de trabalho</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/coca-cola-europacific-partners-e-nova-sbe-unem-se-para-aproximar-estudantes-do-mercado-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 14:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CCEP]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
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					<description><![CDATA[A Coca-Cola Europacific Partners (CCEP) e a Nova School of Business and Economics (Nova SBE) formalizaram uma parceria estratégica com o objectivo de reforçar a ligação entre o meio académico e o mercado de trabalho, contribuindo para a preparação dos estudantes para os desafios do futuro profissional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="pt">Este protocolo prevê o desenvolvimento de projectos de investigação e conhecimento aplicado, a realização de sessões de partilha e esclarecimento com estudantes, bem como a presença da CCEP na feira anual de carreiras da Nova SBE, criando oportunidades de contacto directo entre os alunos e a realidade empresarial.</span></p>
<p><span lang="pt">Através desta parceria, a Coca-Cola Europacific Partners reforça a sua proximidade ao ecossistema académico, promovendo uma aproximação concreta ao contexto profissional e às diferentes áreas de actuação da empresa, ao mesmo tempo que contribui para o desenvolvimento de competências-chave para a empregabilidade e o crescimento sustentável.</span></p>
<p><span lang="pt">«Na Coca-Cola Europacific Partners, acreditamos que o crescimento sustentável se constrói investindo nas pessoas e criando ligações sólidas entre a academia e o mundo empresarial. Aproximar os estudantes da realidade das empresas é essencial para apoiar escolhas de carreira mais informadas e para preparar os futuros profissionais para contextos cada vez mais complexos e exigentes. Esta parceria com a Nova SBE permite-nos partilhar conhecimento, experiências e perspetivas de carreira num ambiente de aprendizagem exigente, diverso e inspirador»</span><span lang="pt">,</span><span lang="pt"> afirma </span><span lang="pt">Rui Serpa, VP &amp; Country director da Coca-Cola Europacific Partners Portugal</span><span lang="pt">.</span></p>
<p><span lang="pt">A colaboração tem ainda como objectivo fomentar o contacto directo entre os estudantes e as equipas da CCEP, incluindo profissionais de recursos humanos e antigos alunos da Nova SBE actualmente integrados na empresa, incentivando a descoberta de diferentes funções, setores e percursos profissionais, bem como o desenvolvimento de competências de networking, comunicação e gestão de carreira.</span></p>
<p><span lang="pt">«A ligação entre a Nova SBE e a Coca-Cola Europacific Partners representa mais do que uma parceria institucional – é um encontro entre o mercado de trabalho e o pensamento científico. Ao trazer empresas como a CCEP para junto dos nossos alunos e da nossa comunidade, enriquecemos o processo de aprendizagem com maior relevância, contexto e impacto, preparando líderes mais completos e conscientes do mundo que os espera»</span><span lang="pt">, refere </span><span lang="pt">Pedro Oliveira, dean na Nova SBE</span><span lang="pt">.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tecnológica portuguesa junta-se à DECO para promover literacia financeira junto dos colaboradores</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/tecnologica-portuguesa-junta-se-a-deco-para-promover-literacia-financeira-junto-dos-colaboradores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:40:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[deco]]></category>
		<category><![CDATA[InnoTech]]></category>
		<category><![CDATA[Literacia financeira]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A InnoTech, empresa portuguesa de consultoria tecnológica, estabeleceu uma parceria com a DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para disponibilizar aos seus colaboradores um programa de workshops de literacia financeira, composto por diferentes módulos práticos dedicados à gestão financeira pessoal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div>A iniciativa integra-se na estratégia de wellbeing e desenvolvimento humano da empresa, que tem vindo a reforçar medidas focadas no equilíbrio, qualidade de vida e crescimento pessoal das equipas. Entre os temas abordados nas diferentes sessões estão finanças pessoais, IRS, poupança e investimento, crédito responsável, crédito habitação e preparação da reforma.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>O programa está aberto a todos os colaboradores da InnoTech e decorre em formato online, permitindo uma maior flexibilidade e participação independentemente da localização geográfica ou do regime de trabalho de cada equipa.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>«Nos últimos anos, as empresas passaram a falar muito mais de saúde mental e bem-estar, mas existe uma dimensão que continua frequentemente esquecida: o bem-estar financeiro. Ou seja, conhecer melhor a relação entre rendimento, despesa, poupança e investimento. Hoje percebemos que falar de saúde mental sem falar de dinheiro é deixar uma parte importante da equação de fora», destaca Rodrigo Maia Prinzo, head of People &amp; Culture da InnoTech.</div>
<div aria-hidden="true"></div>
<div>Os workshops foram desenhados de forma faseada durante o ano e incluem espaço para interacção, esclarecimento de dúvidas e adaptação às necessidades reais dos participantes.</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Liderar com Mundo: Pilares para um estilo de liderança colaborativa</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/liderar-com-mundo-pilares-para-um-estilo-de-lideranca-colaborativa-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Marília Simões]]></category>
		<category><![CDATA[ML Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PWN Lisbon]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando penso no “Mês da Mulher”, penso sobretudo na responsabilidade contínua de construir lideranças mais humanas, mais inclusivas e mais conscientes. E isso não é verdade só em Março. Leia o artigo de Marília Simões, CEO da ML Analytics; mentee PWN Lisbon e coordenadora dos “almoços aleatórios”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Marília Simões, CEO da ML Analytics; mentee PWN Lisbon e coordenadora dos “almoços aleatórios”.</em></p>
<p>Março é, simbolicamente, o “Mês da Mulher”. É o momento em que se fala mais sobre liderança feminina, igualdade e oportunidades. Mas, para mim, essa reflexão nunca coube num único mês. Abril continua a ser. E todos os outros também.</p>
<p>Talvez porque o meu percurso sempre foi feito “no mundo”, e não apenas num contexto local ou linear. Vivi sete anos nos Países Baixos, onde tive a oportunidade de crescer em ambientes altamente internacionais e exigentes, primeiro na TomTom e depois na TNT/FedEx. Foram anos muito intensos, nos quais aprendi a liderar equipas, a tomar decisões em contextos de grande escala, gerindo negócios globais fortemente baseados em dados e, sobretudo, a trabalhar com pessoas de culturas, perspectivas e formas de pensar muito diferentes.</p>
<p>Foi também nessa altura, nos Países Baixos, que tive o meu primeiro contacto com a PWN (Professional Women’s Network, uma organização internacional sem fins lucrativos que promove a liderança equilibrada em termos de género), onde comecei como mentora na PWN Netherlands.</p>
<p>Na altura, via o mentoring como uma forma de contribuir, de partilhar experiência com quem estava a começar ou a dar novos passos. O que não sabia ainda era o quanto essa experiência me iria transformar mais tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quando passamos de mentoras a mentees</strong><br />
Anos depois, regressei a Portugal e, juntamente com o meu marido, Luís F. Simões, especialista em Inteligência Artificial (IA) no sector espacial, co-fundei, após o seu regresso da ESA – Agência Espacial Europeia, a ML Analytics, uma boutique de IA. Foi um momento de enorme entusiasmo, mas também de grande exigência e, frequentemente, de incerteza.</p>
<p>Foi aí que percebi algo essencial: há fases da vida em que precisamos mesmo de ser mentees. Foi então que me inscrevi no programa de mentoring da PWN Lisbon. Tive a sorte de ter um mentor absolutamente marcante. É alguém que, ainda hoje, é uma referência para mim, um exemplo de liderança empática, que guia as suas equipas com motivação, escuta activa e capacidade de desenvolver pessoas.</p>
<p>Não era apenas sobre decisões de negócio. Era sobre como liderar com consciência. Como criar confiança. Como fazer crescer outros.</p>
<p>Passados vários anos, continuo a aprender com ele. E talvez seja isso que define verdadeiramente o mentoring: não é um momento. É uma relação que evolui e que nos acompanha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Retribuir: criar espaços para sair da bolha</strong><br />
Foi também dessa experiência que nasceu a vontade de retribuir à PWN Lisbon. Há quatro anos, juntamente com uma colega, começámos a organizar os chamados “almoços aleatórios”. A ideia é simples: uma vez por mês, na terceira sexta-feira, juntamo-nos para almoçar, sem agenda, sem tema definido, sem objectivos formais. E, no entanto, é aí que acontece algo verdadeiramente especial.</p>
<p>Esses encontros tornaram-se um espaço onde saímos da bolha do dia-a-dia, do trabalho, das equipas e das responsabilidades familiares, e onde podemos simplesmente conversar. As conversas são tão diversas quanto inesperadas.</p>
<p>Lembro-me de um almoço em que uma engenheira química nos explicou, com detalhe fascinante, como é feita a cobertura dos M&amp;M’s. Noutro, dei por mim a falar sobre o estudo de exoplanetas no contexto da missão Ariel da ESA, onde trabalhámos na operacionalização de modelos de machine learning.</p>
<p>Mas, muitas vezes, falamos de coisas muito simples, e igualmente importantes. Falamos dos desafios da conciliação entre a vida profissional e pessoal. De mudanças de carreira. De novos projectos. De dúvidas. De decisões difíceis. “Trocamos cromos” sobre a vida real. E, sem darmos conta, criamos algo raro: uma rede de confiança genuína.</p>
<p>Hoje, posso dizer que dali nasceram amizades profundas, daquelas em que sabemos que podemos contar umas com as outras, profissional e pessoalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Liderar é criar espaço para os outros</strong><br />
Se há algo que estas experiências internacionais, empresariais e humanas me ensinaram é que liderar não é apenas sobre resultados. É sobre criar espaço. Espaço para que outros cresçam. Espaço para que diferentes perspectivas existam. Espaço para que as pessoas possam ser quem são e, ainda assim, dar o seu melhor.</p>
<p>Ao longo do meu percurso, entre a ciência de dados, a IA e contextos altamente internacionais, aprendi que as melhores decisões não vêm apenas dos dados ou dos modelos. Resultam da combinação entre conhecimento técnico e experiência (de negócio e de vida) e da capacidade de contextualizar, questionar e integrar diferentes perspectivas. É essa síntese que define, para mim, uma liderança verdadeiramente completa.</p>
<p>Na ML Analytics, onde trabalhamos com dados, IA e projectos que vão desde telecomunicações até missões espaciais, isso é particularmente evidente. A tecnologia é complexa. Mas são as pessoas que fazem a diferença. E são essas pessoas que precisamos de saber liderar. Com empatia. Com curiosidade. Com abertura ao mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para além de Março</strong><br />
Por isso, quando penso no “Mês da Mulher”, penso sobretudo nisto: na responsabilidade contínua de construir lideranças mais humanas, mais inclusivas e mais conscientes. Programas como os da PWN mostram-nos que isso é possível e que o impacto se multiplica quando investimos nas pessoas certas, nos momentos certos.</p>
<p>Mas também nos mostram que não é preciso criar sempre iniciativas elaboradas. Às vezes, basta um almoço sem agenda. Porque é nesses espaços improváveis que se constroem ligações reais, se partilham experiências e, muitas vezes, se redefine o caminho.</p>
<p>Março pode ser o ponto de partida. Mas é no resto do ano, nas conversas, nas relações e nas decisões do dia-a-dia, que a liderança verdadeiramente acontece.</p>
<p>E você? Quando foi a última vez que criou um espaço “sem agenda” para a sua equipa?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este artigo foi publicado na edição de Abril (nº. 184) da Human Resources.</em></p>
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<p><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
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		<title>Ana Cardeira, Quinta do Lago: Quando a lei acompanha o ritmo do mercado</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/ana-cardeira-quinta-do-lago-quando-a-lei-acompanha-o-ritmo-do-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Testemunhos]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Cardeira]]></category>
		<category><![CDATA[LXIV Barómetro Human Resources]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Quinta do Lago]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=453563</guid>

					<description><![CDATA[No seu comentário à LXIV edição do Barómetro Human Resources, Ana Cardeira, directora de Recursos Humanos da Quinta do Lago, afirma que «um mercado laboral moderno exige flexibilidade, dinamismo e capacidade de mobilizar talento onde ele é mais valioso. A lei deve acompanhar essa evolução, não condicioná-la».]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«Numa actualidade em que se discute a eliminação da limitação na legislação laboral ao recurso do outsourcing, cabe-nos reflectir enquanto “operários” da realidade laboral do impacto real da medida.</p>
<p>De acordo com o Barómetro, 91% das organizações já recorrem ao outsourcing, seja regularmente (42%) ou pontualmente (49%). E fazem-no não apenas por custos (que surgem apenas para 23%), mas sobretudo por flexibilidade operacional (70%), acesso a competências especializadas (58%) e foco no core business (21%). Por outro lado, IT, Facilities, Contact Centers e Operações Administrativas são áreas onde as organizações já externalizam para garantir agilidade e qualidade. Ou seja, uma ferramenta de eficiência, flexibilidade e acesso a competências e não um instrumento de precarização.</p>
<p>Num contexto de transformação digital, escassez de talento e necessidade de resposta rápida ao mercado, impor barreiras rígidas à reorganização interna limita a competitividade das empresas portuguesas. Portugal compete hoje por investimento, projectos e talento num mercado global. Legislações demasiado rígidas tendem a empurrar o investimento para fora do país, não por falta de mão-de-obra, mas por ausência de flexibilidade organizacional.</p>
<p>Cabe aos RH assegurar governação, transparência e alinhamento estratégico, criando mecanismos transparentes de gestão e controlo, assentes numa cultura de ética e maturidade organizacional, não devendo o legislador bloquear instrumentos de eficiência por receio de abusos residuais.</p>
<p>Um mercado laboral moderno exige flexibilidade, dinamismo e capacidade de mobilizar talento onde ele é mais valioso. A lei deve acompanhar essa evolução, não condicioná-la.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este testemunho foi publicado na edição de Abril (nº. 184) da Human Resources, no âmbito d</em><em>o seu LXIV <a href="https://hrportugal.sapo.pt/barometro-human-resources-ia-em-modo-chove-nao-molha-para-adopcao-moderada-impacto-moderado/" target="_blank" rel="noopener">Barómetro</a>.</em></p>
<p><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Quatro estratégias para procurar emprego no mundo digital</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/quatro-estrategias-para-procurar-emprego-no-mundo-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 11:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ManpowerGroup]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=453691</guid>

					<description><![CDATA[O mundo do trabalho está a ser impactado por um cenário de aceleração tecnológica, com a integração da Inteligência Artificial a redefinir profundamente a forma como trabalhamos e como procuramos novas oportunidades. Neste contexto, as empresas valorizam cada vez mais perfis adaptáveis, actualizados e capazes de trabalhar em ambientes híbridos entre humano e tecnologia, pelo que se torna ainda mais essencial que os candidatos saibam como destacar-se e reforçar estes elementos de valor. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Assim, o ManpowerGroup, líder em soluções globais de gestão de talento, apresenta quatro estratégias para potenciar a procura de emprego num mercado cada vez mais marcado pela transformação digital.</div>
<div></div>
<div><b>Tirar partido de ferramentas de IA no processo de recrutamento </b></div>
<div>A área de aquisição de talento é uma das que apresenta as implementações mais maduras de tecnologias baseadas em IA. Segundo o estudo “Global Insights Whitepaper: Construir e sustentar uma carreira significativa na era da IA”, da Experis, 80% dos empregadores portugueses consideram aceitável que os candidatos recorram a ferramentas de Inteligência Artificial durante a procura de emprego. Entre as principais utilizações destacam-se a pesquisa de informação sobre as empresas (33%), a preparação para entrevistas (32%), a procura de oportunidades profissionais (31%) e a optimização do currículo ou carta de apresentação (28%).</div>
<div></div>
<div>Estas tecnologias podem melhorar, não só a pesquisa de oportunidades, com algoritmos de matching e ferramentas para suporte à elaboração da candidatura, como também a qualidade das interacções entre o candidato e a empresa ao longo do processo, nomeadamente com chatbots que permitem uma maior agilidade na resposta.</div>
<div></div>
<div><b>Considerar os sectores onde há maior escassez de talento</b></div>
<div>De acordo com o Global Talent Shortage 2026, do ManpowerGroup, Portugal encontra-se entre os cinco países onde os empregadores sentem maior escassez de talento, com 82% das empresas a revelarem dificuldade em preencher as vagas em aberto. Sendo a escassez elevada em todos os sectores, é especialmente acentuada na Indústria (88%), em Tecnologias e Serviços de IT (85%), na Hotelaria e Restauração (84%) e no Sector Público e Serviços de Saúde e Sociais (84%).</div>
<div></div>
<div>Assim, pode ser estratégico investir na aquisição de competências com maior procura nestes sectores, como competências em Indústria e Produção, engenharia, modelos de IA e desenvolvimento de aplicações.</div>
<div></div>
<div><b>Investir em competências humanas e cooperativas</b></div>
<div>Entre as tendências do mundo do trabalho para o futuro, patentes no estudo “A Força da Humanidade” do ManpowerGroup, está a organização do trabalho em superequipas híbridas, compostas por colaboradores, agentes de Inteligência Artificial, freelancers e profissionais contratados por projecto. Neste contexto, em que o trabalho se está a reconfigurar para integrar os pontos fortes únicos dos trabalhadores humanos e dos componentes baseados em IA, é essencial que os candidatos apostem no desenvolvimento de soft skills enquanto fatores de diferenciação.</div>
<div></div>
<div>Neste novo paradigma, competências como comunicação, pensamento crítico, criatividade, inteligência emocional, adaptabilidade ou resolução de problemas assumem um papel cada vez mais diferenciador. À medida que a tecnologia automatiza tarefas técnicas e repetitivas, as competências humanas tornam-se mais relevantes para promover colaboração, inovação e tomada de decisão.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><b>Apostar no upskilling ou reskilling </b></div>
<div>Neste momento de rápida transformação, a aprendizagem contínua e a actualização de competências tornam-se essenciais para que, independentemente do vínculo laboral que procuram, os candidatos acompanhem a transformação do mundo do trabalho. Ao mesmo tempo, e apesar de a esmagadora maioria dos profissionais (89%) estar confiante com as suas competências atuais para realizar funções, só 64% sentem confiança de que esses conhecimentos sejam suficientes para o futuro, como mostra o Global Talent Barometer 2026, do ManpowerGroup. A tendência deverá intensificar-se: de acordo com o World Economic Forum, 39% das competências essenciais para os trabalhadores deverão mudar até 2030.</div>
<div></div>
<div>Neste âmbito e embora as organizações estejam a tentar ajudar na transição, proporcionando aos trabalhadores as competências e a formação adequadas, cada indivíduo também tem um grau importante de responsabilidade. Assim, e independentemente da função ou nível, cada colaborador deve investir na sua capacitação e desenvolver competências de literacia de IA, bem como reforçar as competências humanas, complementares à tecnologia, que mais dificilmente serão automatizadas. Os profissionais que acompanharem a maturidade das organizações e contribuírem ativamente para optimizar o uso da IA serão cada vez mais valorizados. O futuro do trabalho já não distingue claramente entre o humano e o digital, combina-os. Num mercado em que a Inteligência Artificial redefine funções a um ritmo contínuo, a vantagem já não está apenas em encontrar emprego, mas em conseguir reinventar-se dentro dele.</div>
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