Novas formas de avaliar talento e potencial

A maior parte das empresas compreende que precisa de atrair estrelas de topo – e competir ferozmente por elas – para prosperar no mercado. A dificuldade é conseguir fazê-lo de forma adequada.

Está na hora de requalificar

Ninguém sabe como será o nosso futuro tecnológico. Nos últimos meses, soube-se que a Amazon Go irá abrir mais lojas com menos empregados de caixa e sem assistentes e que uma cadeia de hambúrgueres “empregou” um robô para virar hambúrgueres. Ao mesmo tempo, a Uber suspendeu o uso de veículos…

É o mercado a funcionar!

Por Ricardo Florêncio As pessoas são efectivamente um activo e uma peça fundamental no sucesso das organizações. Escrito assim, parece uma repetição com pouco sentido, pois este tema já muito foi tratado. Não é verdade! Pois durante muito tempo houve uma clara inconsistência entre o que se…

Índice da Excelência: Os melhores em Gestão de Pessoas

Realizou-se ontem a cerimónia de entrega dos prémios Índice da Excelência, que pelo quarto ano consecutivo distinguiu as empresas com melhor clima organizacional em Portugal. Na edição de Fevereiro da Human Resources - nas bancas - estão todos os resultados, as principais conclusões, e pode ainda…

Novos modelos de trabalho: o que o futuro nos reserva

As organizações e os modelos de trabalho estão em transformação. E já não é futurologia, a mudança está aí. E diz respeito aos espaços de trabalho, às formas de trabalhar, mas também ao que se pede das lideranças e das pessoas.

Fevereiro 2020

Editorial É o mercado a funcionar! Conselheiro João Zúquete da Silva | 10 000! Almoço Editorial Prémios Human Resources Radar Tendências 360, by Randstad Entrevista Tony Li, CEO da Huawei Portugal Tema de capa As emoções dos colaboradores não são ruído, são dados | As emoções…

O problema das equipas homogéneas

A diversidade no local de trabalho pode aumentar o conflito. Mas pesquisas também sugerem que se a equipa não tem diversidade, estará mais susceptível a decisões erradas.

Sou workaholic. E então?

Não faz mal adorar o meu trabalho, desde que se encontrem pistas accionáveis que nos façam desligar ou reequilibrar o nosso comportamento. Mas o nosso bem-estar físico, mental e emocional, não tem de ser balizado entre categorias pretas ou brancas.