Ao longo do ano passado, o Santander em Portugal investiu um total de 7,7 milhões de euros no apoio à sociedade.
Do valor total investido, três milhões de euros foram destinados a medidas de combate à COVID-19, com especial destaque para a investigação, aquisição de material hospitalar, apoio aos sectores mais vulneráveis da sociedade e projectos das Instituições de Ensino Superior (IES), num total de 365 instituições apoiadas directa e indirectamente e mais de 54 mil pessoas beneficiadas, um crescimento de 90% face ao ano anterior.
«Com o fecho do ano, o valor total investido desde 2013, aproxima-se dos 58 milhões de euros. Os números agora apresentados reforçam o compromisso do Santander com a implementação de um modelo de Banca Responsável transversal. Além do apoio através de soluções de negócio, também impulsionamos o crescimento inclusivo e sustentável através de iniciativas relacionadas com a educação, empreendedorismo social, empregabilidade e bem-estar nas comunidades onde prestamos serviços», lê-se em comunicado.
Em Portugal, através do Santander Universidades, o banco criou uma rede de convénios com 50 Universidades para apoiar estudantes, investigadores e empreendedores.
O Santander Universidades e a IES em Portugal canalizaram cerca de dois milhões de euros para iniciativas para apoiarem os estudantes universitários e as famílias Portuguesas, de modo a responder às necessidades sociais, económicas e de saúde pública decorrentes da COOVID-19. No âmbito da Educação, mais de 3500 pessoas beneficiaram das ações promovidas pelo Santander Universidades, entre bolsas de cariz social, ajudas e apoio à transição digital.
Até 2025, o Grupo Santander tem como objectivo empoderar financeiramente 10 milhões de pessoas.
O Santander anunciou ainda recentemente o objectivo de alcançar zero emissões líquidas de carbono em todo o Grupo até 2050. Esta ambição aplica-se tanto à actividade própria do Grupo, que desde 2020 é neutra em termos de carbono, como para as emissões de todos os seus clientes decorrentes dos serviços de financiamento, assessoria ou investimento fornecidos pelo Santander. Para conseguir isso e facilitar a transição para uma economia de baixo carbono, o Banco irá alinhar a sua carteira de geração de electricidade ao Acordo de Paris, publicando hoje as suas primeiras metas de descarbonização:
• Até 2030, o Santander deixará de prestar serviços financeiros a clientes de geração de energia elétrica, cujas receitas dependam mais de 10% do carvão térmico.
• Até 2030, o Banco eliminará por completo a sua exposição à mineração de carvão térmico em todo o mundo.














