O Instituto Rodrigo Guimarães (IRG), fundado em 2022, após a morte do fundador da sociedade gestora de fundos Explorer Investments, que dá nome ao Instituto, vai atribuir bolsas de estudo e apoios a jovens ao longo do ano de 2023 acima de 500 mil euros.
Depois de ter sido canalizado pelos seus instituidores em 2022, 500 mil euros para a sua obra, o Instituto Rodrigo Guimarães, anunciou que continuará a apoiar os jovens nos seus estudos e na criação de talento para Portugal.
Numa visão a dez anos, o Instituto prevê investir um total de cinco milhões de euros em bolsas de estudo, apoios a organizações e programas de criação de talento em três programas: pré-universitário, onde se apoiam estudantes com bolsas ou material informático, antes da entrada na universidade; universitário, em que se atribuem bolsas integrais para propinas, alimentação e/ou alojamento; mais horizontes, onde têm a intenção de captar e criar talento para Portugal.
Este ano, com um orçamento de 517 mil euros, serão distribuídas pelo menos sete bolsas em colégios, 18 de apoio ao estudo e à prática desportiva e 23 universitárias.
Segundo Rodrigo Guimarães (filho), presidente do Conselho de Administração do IRG, «a ideia é criar oportunidades aos jovens bolsistas, dotá-los de ferramentas que lhes permitam chegar mais longe e singrar no futuro. Por isso é que há três tipos de bolsas, umas para ensino básico e secundário, outras de preparação para a vida universitária e ainda para frequência universitária», esclarece.
Já Elizabeth Rothfield, vice-presidente do IRG, destaca que «o trabalho da fundação tem por base parceiros importantes, que permitem acreditar que em dez anos será possível apoiar com cinco milhões de euros. Este é um número muito relevante e que fará a diferença na vida dos jovens impactados e no país», termina.














