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Quebrar as más barreiras
Como as empresas podem ficar limitadas por silos que inibem a colaboração – e como se podem livrar deles.
No mundo dos negócios, os silos ganharam, de certa forma, má fama. O termo “silo” tornou-se sinónimo de tacanhez, de preconceito institucional e de rivalidades interdepartamentais crescentes. Os silos são uma metáfora para estruturas empresariais que impedem que o todo empresarial seja maior do que a soma das partes.
Contudo, não devíamos ver os silos de uma forma negativa, afirma Gillian Tett. São uma consequência inescapável e necessária da necessidade e complexidade empresariais. Mais importante, existem porque «os humanos estão programados para classificar o mundo e organizá-lo por grupos», escreve em “The Silo Effect: The Peril of Expertise and the Promise of Breaking Down Barriers”. Simplesmente é preciso compreender que temos de dominar os silos antes que eles nos dominem a nós. Com referências pormenorizadas a empresas que conseguiram desmantelar silos (ou ser limitadas por eles), Tett, managing editor e colunista do “Financial Times”, oferece um guia para isso mesmo.
O “The Silo Effect” é uma versão em papel do que Tett é como pessoa – incisiva, perspicaz e concisa. E o livro, que aproveita a sua formação como antropóloga académica e a sua experiência a cobrir a crise financeira global, é uma tentativa excelente de ajudar organizações e indivíduos a descobrirem como aproveitar os benefícios da especialização sem criar uma visão de túnel.
Leia o artigo na íntegra nesta edição da Human Resources Portugal.