No Núcleo Central (situado no Parque da Liberdade), o Amadora BD acolhe um programa marcado por aniversários icónicos: os 80 anos das séries Lucky Luke (com um conjunto de originais de Morris) e Blake & Mortimer (com destaque para o trabalho do desenhador Peter Van Dongen, que marca este ano presença no Festival), os 65 anos do Quarteto Fantástico (que traz a Portugal o argumentista Ryan North e o ilustrador Iban Coello), os 40 anos de Dylan Dog e os 25 anos do Menino Triste, de João Mascarenhas.
Ainda no Núcleo Central, o festival acolhe uma retrospectiva do aclamado autor canadiano Guy Delisle, que este ano estará presente no Amadora BD, acompanhando a exposição homónima e quatro exposições que trazem ao público histórias pessoais e políticas de grande impacto: As linhas que traçam o meu corpo (com presença confirmada da autora Mansoureh Kamari), As Raparigas de Salém (com a presença do autor Thomas Gilbert), Shi – Ciclo Um (que traz a Portugal Joseph Homs) e Crónicas de Enerelis, de Patrícia Costa.
Na Galeria Municipal Artur Bual, estarão patentes duas exposições dedicadas ao cartoon e à sátira: uma retrospetiva do projecto Spam Cartoon (projecto de André Carrilho, Cristina Sampaio, Tiago Albuquerque e João Fazenda) e uma mostra dedicada a Vasco Gargalo. A Bedeteca da Amadora acolhe Tales from Nevermore, de Pedro N. e Manuel Monteiro, obra vencedora do Prémio Revelação na edição de 2025 dos Prémios de Banda Desenhada da Amadora (PBDA).
Luis Louro, vencedor em 2025 do Prémio para a Melhor Banda Desenhada de Autor Português nos PBDA, é o criador da ilustração original da 37.ª edição do Amadora BD.
À semelhança da edição anterior, a Hora da BD regressa ao Festival e, de segunda a quinta-feira, entre as 18h00 e as 20h00, os visitantes beneficiam de descontos adicionais de até 15% na aquisição de livros nos espaços aderentes.
A área de gaming integra este ano, pela primeira vez, um Artist Alley, espaço dedicado a autores e criadores independentes com projetos criativos ligados à cultura pop, banda desenhada, ilustração e animação.
Em 2026, os Prémios de Banda Desenhada da Amadora (PBDA) chegam reforçados: o valor pecuniário a atribuir à ‘Melhor Obra de Banda Desenhada de Autor Português’ passa de 5000 euros para 10 mil euros e, pela primeira vez, é atribuído um prémio pecuniário de 3000 euros ao ‘Prémio Revelação’. A ‘Melhor Edição Portuguesa de Banda Desenhada’ será também distinguida pelo Município da Amadora, que vai adquirir 100 exemplares da obra vencedora.
Os vencedores dos PBDA serão anunciados na habitual cerimónia que se realiza no primeiro domingo do Festival (18 de Outubro). As inscrições para os PBDA serão oportunamente anunciadas.














