Fidelidade: Uma marca humana

Quer as acções de team building quer os eventos internos constituem parte importante da cultura da Fidelidade, que tem como um dos seus pilares básicos o valor humano.

 

O valor humano é um dos pilares base da Fidelidade. É pelas pessoas que todos os dias, alicerçados na nossa experiência, inovamos e tentamos superar-nos, para melhor proteger quem confia em nós. Numa época de vertiginosas inovações, é essencial preservar o valor humano, perceber que são as pessoas o verdadeiro fio condutor da mudança e, sobretudo, ter a capacidade de percepcionar de que forma cada um – com o seu talento, capacidades, experiência – pode contribuir para desempenhar um papel relevante no mercado e na sociedade. Sabemos que só desta forma podemos ser uma marca com foco nas pessoas, nas suas reais necessidades de protecção, ou seja, uma marca humana, que está lá para os outros, que muitas vezes supera os seus limites e obrigações, assumindo com cada cliente, com cada pessoa, um compromisso maior de bem proteger.

Os team buildings constituem, assim, uma parte importante da nossa cultura, sobretudo enquanto potenciadores do espírito de equipa e reforço de relações com os nossos distribuidores – agentes e corretores – mas também ao nível interno, entre os diferentes colaboradores da Companhia.

Estas acções, normalmente curtas no tempo, se bem pensadas, desenvolvidas e coordenadas podem, na verdade, gerar um retorno imensurável a nível de atitude, de fortalecimento de laços, de conhecimento, podendo mesmo constituir poderosos alicerces que permitem superar momentos mais difíceis.

Desde logo, os team buildings promovem o trabalho em equipa. A integração em grupos que são constituídos apenas para a concretização de um objectivo específico, num dado momento, faz com que cada um dos seus elementos demonstre a sua capacidade de interacção, de comunicação, de superação de desafios, de resiliência, desafiando muitas vezes as pessoas a saírem da sua zona de conforto. Isto permite descobrir capacidades, perceber melhor a personalidade de cada indivíduo e a forma de trabalhar de cada um. Muitas vezes, descobrem-se novos talentos. Percebem-se também naturais limitações, o que permite, posteriormente, fazer ajustes nas respectivas funções ou na forma como um colaborador é orientado.

Estes eventos ou encontros são também extremamente úteis como facilitadores da comunicação entre todos, permitindo por vezes desbloquear determinadas relações que, no dia-a-dia de trabalho, podem ser mais difíceis. E permitem, obviamente, a interacção presencial entre quem, muitas vezes, só se conhece por email ou telefone, levando à constituição de laços que perduram no tempo e que são essenciais à cultura interna da empresa, reforçando a confiança entre todos, o espírito de cooperação e entreajuda, contribuindo para uma maior ligação emocional à empresa.

Por último, mas não menos importante, os team buildings são momentos de convívio e descontracção, que servem muitas vezes para celebrar resultados alcançados. Nestes encontros festeja-se, celebra-se, mas também se trocam ideias, partilham-se opiniões e estabelecem-se muitas vezes compromissos. Tudo com espontaneidade e de uma
forma muito natural, o que permite que o melhor de cada um, e, por consequência, do todo, sobressaia.

O desafio depois é fazer com que este espírito, que se cria em dois ou três dias, viva e perdure no tempo, e o que aprendemos seja catalisador das mudanças e melhorias necessárias. Para que isto aconteça é essencial que, no regresso, no final dos eventos, se peça feedback aos participantes da experiência vivida, e que os mesmos sejam analisados para que ver onde e como podemos melhorar nos diferentes parâmetros essenciais à Fidelidade.

 

O foco nos parceiros
A Fidelidade tem uma das maiores redes comerciais do país. É esta rede, com mais de 3500 agentes e 480 lojas e agências, que lida directamente com os nossos clientes, que acolhe quem nos visita, que constrói relações de anos, de confiança e respeito mútuo, e que, quando é necessário, supera os seus próprios limites para ajudar quem precisa.

São eles, todos e cada um dos nossos parceiros de negócio, que aportam valor humano à Fidelidade e que fazem desta uma marca próxima das pessoas. Por isso mesmo, ao longo dos anos, têm sido eles os alvos prioritários dos team buildings Fidelidade, sendo que a participação nestes decorre dos resultados obtidos nos diferentes “Ciclos Comerciais” do ano.

A verdade é que o reconhecimento tem sido grande e as mais-valias destas acções estão a ser cada vez mais percepcionadas como relevantes e estimulantes para todos, o que faz com que todos se esforcem por obter bons resultados nos “Ciclos Comerciais” e conquistar o seu lugar nestes eventos. Muitas vezes, os nossos parceiros de negócio delegam nos seus próprios colaboradores a participação nestas acções, primeiro porque é uma forma de reconhecerem que os resultados alcançados se devem, também, e muito, a todos eles, e depois porque realizaram
a importância destes encontros.

Na verdade, ao longo do tempo, temos aprendido e evoluído, como é natural. Sabemos que o destino é um bom
cartão-de-visita, mas que, por si só, não faz a diferença. E, mais interessante ainda, é que se os momentos de puro convívio são importantes e, por isso mesmo, os jantares e “a noite” são momentos, na generalidade, bem acolhidos por todos, a verdade é que, cada vez mais, os diferentes participantes esperam acções e trabalhos em equipa bem preparados e desafiadores durante o dia, que estimulem a interacção entre todos, mas que sejam também uma forma de adquirem mais conhecimento, nomeadamente sobre o universo Fidelidade e as suas diferentes componentes e estratégia de negócio. Jogos de equipa, tarefas que lhes permitam contribuir por exemplo para uma acção de responsabilidade social, são exemplos das actividades valorizadas por quem participa.

Paralelamente, a nível dos colaboradores da Fidelidade, também se realizam diversos team buildings, sendo que estes normalmente se destinam aos colaboradores de uma determinada direcção. No Marketing por exemplo, « temos vindo a realizar estas acções com periodicidade bienal, a incrementar os conteúdos e actividades e a avaliar posteriormente o feedback e retorno dos mesmos.

Acredito que, de um modo geral, cada um de nós percebe as vantagens destes momentos e aprecia participar nos mesmos, mesmo que isso implique abdicar de algum tempo pessoal. São oportunidades únicas de convivermos fora do contexto e ambiente normal de trabalho e de conhecer melhor quem partilha connosco tantos momentos da vida.

 

Eventos internos
Já os eventos internos, permitem reforçar a cooperação e o espírito de equipa, mas são sobretudo uma forma de disseminar conhecimento, dar a conhecer o que está a acontecer na Fidelidade, partilhar visão e objectivos. São também um meio privilegiado para a divulgação de boas práticas, quer estejamos a falar em operativa de negócio, experiência de clientes, utilização de tecnologia ou meios digitais, permitindo que grandes audiências apreendam, de forma fácil e rápida, bons exemplos.

O confinamento imposto pela COVID-19 e o distanciamento presencial que temos ainda que respeitar determinaram o cancelamento dos eventos presenciais, pelo menos enquanto a situação se mantiver com um grau de risco elevado, mas não foi por isso que parámos. Pelo menos não na Fidelidade. Até porque, se algum efeito positivo esta pandemia nos trouxe, foi o avanço exponencial da tecnologia e do mundo digital, com enormes inovações em termos de plataformas de eventos digitais e de diferentes soluções para partilha de conhecimento online.

Assim, na Fidelidade, juntamente com os nossos fornecedores e parceiros de sempre, temos vindo a seguir atentamente tudo o que está a ser feito a nível mundial nesta área e temos testado, aliás como muito sucesso e agrado dos participantes, novas formas de eventos. De um dia para o outro.

É extraordinário o avanço nesta área e estamos por isso a utilizá-lo e a potenciá-lo da melhor forma, com diversas vantagens. Redução de custos logísticos, possibilidade de chegar no mesmo dia, à mesma hora, a inúmeros participantes, interacção entre oradores e ouvintes, formas rápidas e eficazes de transmitir informação e conseguir medir a utilidade dos respectivos conteúdos, facto esse que os eventos presenciais não possibilitam.

Se é o mundo perfeito? Não. A interacção presencial não é substituível e por isso mesmo acredito que, no futuro, a fórmula passe por juntar o melhor das duas realidades – presencial e digital –, capitalizando assim a evolução registada durante esta época atípica que estamos a viver.

 

Este artigo faz parte do Caderno Especial “Team Building e Eventos Internos”, publicado na edição de Agosto (nº 116) da Human Resources, nas bancas.

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